terça-feira, abril 20, 2010

Alunos do curso de Iluminação e Design de Interiores obtêm destaques na apresentação de trabalhos

Segue o link da matéria, publicada no site do IPOG, a respeito do nosso trabalho do módulo de História da Iluminação:

http://www.ipog.edu.br/?cat=noticias&id=73

Todos estão de parabéns!
 
 
“O trabalho foi muito interessante, pois nos permitiu conhecer a história da iluminação, sua evolução e como ela faz parte do costume e da vida das pessoas”, revela o aluno Marcelo Varandas sobre a avaliação aplicada pelo Professor Farlley Derze no módulo “História da Iluminação”, do curso “Iluminação e Design de Interiores”.

Desde dezembro de 2009, o professor inovou ao solicitar dos pós-graduandos o resgate histórico referente aos registros de iluminação de alguma região, e colocar as informações no papel ou em recursos audiovisuais. Os alunos são orientados a entrevistarem pessoas de mais idade, que lembram de como foi a chegada da luz e o desenvolvimento das tecnologias luminotécnicas em um local específico.

 “Com essa metodologia, o aluno tem a possibilidade de tornar-se pesquisador e historiador para descobrir os processos e influência da iluminação no ritmo da sociedade”, diz Farlley Derze.

Ainda de acordo com o professor, a aceitação das turmas em realizar o trabalho tem sido de 100%. Segundo ele, “todos alunos aceitam fazer e se entusiasmam com a atividade, por que  assimilaram a importância do resgate histórico para realmente serem especialistas em iluminação”.

O trabalho feito pelos alunos são entregues em forma de vídeo ou texto e estão passíveis de publicação em revistas e congressos que valorizam as produções científicas.

“A qualidade do trabalho está tão impressionante, que nós do IPOG estamos incentivando a publicação destes materiais”, diz o diretor pedagógico do Instituto de Pós-Graduação, Leonardo Moraes.
Curso de pós-graduação “Iluminação e Design de Interiores”

 A pós-graduação Iluminação e Design de Interiores é uma das especializações mais reconhecidas e tradicionais do IPOG. Há 6 anos, a instituição oferece o curso em 20 unidades espalhadas pelo país. Mais de 39 turmas já foram encerradas e atualmente 17 estão em andamento.
 
A coordenação é da arquiteta e light designer, Jamile Tormann. Profissional lembrada nacionalmente pelos seus projetos para Ed Motta, Timbalada, Zélia Duncan, Cássia Eller e outros artistas. Hoje, ela é a responsável pela iluminação do Teatro Goiânia, na capital do Estado de Goiás, e pela iluminação urbanística temática, na cidade de Recife (PE).

Relações entre Moda, Arquitetura e Estrutura.

 “A roupa pode ser vista, em primeira instância, como o abrigo imediato, mais próximo da pele humana do que qualquer outro elemento que arquitetura possa conceber. Uma espécie de arquitetura primeira, abrigo que se descola da pele do homem e se projeta ampliando sua ocupação“.

Por estar lidando com arquitetos que não tinham uma ligação com a moda, as discussões para se chegar ao texto final foram muito boas. Como a matéria era sobre as relações entre Moda, Arquitetura e Estrutura, fomos selecionando projetos e roupas que pudessem estabalecer uma comparação.

Dois estilistas foram exemplares para nós: as roupas de papel de Jum Nakao e Issey Miyake.
A saia de Jum Nakao, um conjunto de tiras de papel vegetal e anel plástico compõem um sistema entre cabos e barras rígidas. Essa saia faz parte da coleção de verão de 2004, ano em que Nakao inspirado nos vestidos do século XIX revoluciona a moda, em um desfile com roupas de papel. Uma metáfora de origem. Delicadas armações, com requinte de bordados e rendas re-desenham as estruturas dos vestidos.
jum2.jpgkenzo1.jpg
A solução estrutural da saia nos remete a um dos impressionantes conjuntos olímpicos de meados do século passado: as coberturas do ginásio e da piscina de Tóquio projetados por Kenzo Tange, em 1968. Um esqueleto que ganha forma a partir da associação de cabos e barras, nesse caso, cabos e barras curvas na forma de arcos.
tange.jpg
A escala e os materiais são outros, a estratégia é a mesma. Aqui a plasticidade de uma curva suave e de um anel de borda, em Nakao, ou segmento de borda em Tange, fazem da saia e da cobertura do ginásio um mesmo conceito estrutural.
Nem sempre a construção da forma ocorre a partir de elementos rígidos, há momentos em que cabos isolados dão forma a malha de cabos. Essa estratégia estrutural é que configura a forma pretendida. Nas roupas são as pences, costuras, pregas e viéses constituem o equivalente aos cabos estabilizante. A volumetria de arestas e mudanças de direção são viabilizadas por cabos ou costuras, elementos que dão a devida tração nos vértices construindo as dobras, como na roupa de Miyake. Cabos de crista e de vale se suscedem configurando a cobertura do estádio de Riyardh
myake.jpg riy-ext.jpg
Dos cabos chegamos as cascas. Uma passagem que se dá através de um enrijecimento que garanta permanência que impede a mudança de forma com o carregamento. Associar um material adequado a uma geometria de dobras nos leva ao universo das cascas.
Cascas em concreto são velhos conhecidos na arquitetura. Nervi muitas vezes se vale dessa geometria. Um exemplo interessante que lembra a seqüência de dobras retilineas, como no Palácio dos Esportes em Roma. Esse mesmo conceito estrutural pode ser visto na gola e na pelerine em papel vegetal de Jum Nakao:

jum.jpgpier-luigi-nervi.jpg
Os plissados na roupa e nas estruturas são dobras que ajudam a obter rigidez necessária, quando se deseja manter elementos esbeltos. Quando a escala de construção faz com que as espessuras originais das cascas se tornem insuficientes para garantir a devida resistência, novas nervuras ou dobras podem ser incorporadas aquela lâmina, garantindo a espessura inicial.
O tecido plissado e tecnológico de Miyake, corresponde a um material que garante através da estrutura do próprio tecido a construção de uma geometria que permaneça estável como cascas e não mais membranas. As minúsculas nervuras transformam a membrana original em um novo sistema estrutural no qual a rigidez prevalece. É como o enrijecimento pelo uso de nervuras em substituição às lâminas maciças da catedral St. Mary´s, na Califórnia, Estados Unidos (1966-71), de Nervi. E que transformam a lâmina original em uma eficiente casca.
isseymiyake.jpgigrja.jpg
Guardando as evidentes especificidades e distinções entre arquitetura e moda, da escala ao procedimento, o que nós buscamos é entender como um trabalho de construção e os desafios frente a um determinado material pode resultar em um desenho desejável e possível, desde que se entenda o que está na base de cada um dos procedimentos.

fonte: blog de Moda de Ricardo  Oliveiros

segunda-feira, abril 19, 2010

Casa Cor Santa Catarina 2010

A mostra Casa Cor, está acontecendo em Florianópolis. Aberta para visitação do público desde sábado, dia 20 março, no Centro Integrado de Cultura, segue até 27 de abril.

Vou mostrar alguns ambientes da Casa Cor Santa Catarina que achei aqui pela net:





sábado, abril 17, 2010

Expolux 2010

Expolux 2010: novas tecnologias em lâmpadas led 

Mais eficientes que as lâmpadas comuns, os leds (sigla em inglês para diodo emissor de luz) são capazes de gerar uma economia de até 80% no consumo de energia quando comparadas às incandescentes. Além disso, elas têm alta durabilidade - enquanto uma incandescente de 60 W dura cerca de mil horas, o led equivalente em capacidade de iluminação dura até 45 mil horas.



 A lâmpada A-60 RGB Led, da FLC é capaz de mudar de cor até 16 vezes com um toque do controle remoto.


 O Deco Flex, da Osram, é composto por fitas de leds flexíveis com 16 cores diferentes. As fitas têm comprimento ajustável. Para facilitar a aplicação pelo consumidor, o produto vem com fita adesiva especial – basta tirar a proteção e aplicar.
 A Master Led 12W, da Philips, substitui as incandescentes de 60W, sem perda de luminosidade. Tem vida útil estimada de 45 mil horas. Ela é multi-tensão e oferece uma temperatura de luz de 2 700K (próximo aos cerca de 3 000K de uma incandescente).


As lâmpadas de led em formato tubular, como a Master Ledtube, da Philips, economizam 45% de energia quando comparadas às fluorescentes tubulares de 20 e 40W. A lâmpada não possui mercúrio em sua composição e funciona diretamente na rede (100-240V), dispensado o uso de reatores.

 A lâmpada Econic 5w, da Philips, oferece iluminação comparada à lâmpada incandescente de 25W. Disponível na cor suave (3 mil K), tem vida útil de 25 mil horas. Como o bocal da peça possui formato clássico, não é necessário utilizar adaptadores.

 Com vida útil estimada em 30 mil horas, a Super Led MR16, da FLC, oferece iluminação concentrada e está disponível na tonalidade apelidada de Warm, que proporciona brilho aconchegante.

 O Refletor de Led de 30 W da FLC cria iluminação de alto brilho. Sua vida útil é de 50 mil horas. É indicado para iluminação de jardins, fachadas, empresas e outros ambientes ativos (onde se pretende estimular a produtividade). Não emite radiação infravermelha e ultravioleta.

 A Eco Lâmpada LED (semelhante a uma halógena PAR 30), da Universoled, emprega nove leds de alta potência (de última geração) e consome apenas 10 w.


 O modelo Ultra Led PAR 16, da Golden, consome 5 W de potência, mas ilumina como uma dicróica de 50 W. Tem vida útil estimada de 25 mil horas e está disponível nas cores amarela e branca.

Expolux 2010: o que há de novo nos abajures e luminárias

 

 Com altura total de 1,20 m, a luminária da linha Titã, da AJM, é ideal para mesas de trabalho. Tem acabamento em metal cromado.

 

Da Eglo, a luminária Genoa tem cúpula de vidro pintada à mão e base de metal texturizado, em bronze envelhecido.

As luminárias de mesa da linha Ledino, da Philips utilizam o led em peças com design premiado. As lâmpadas, todas com dimmer, têm vida útil de até 20 anos e economizam cerca de 80 % da energia elétrica.

Com cúpulas de estampa floral, os abajures da Mantra 2441 e 2442 medem 47 cm de altura e 30 cm de diâmetro.

A luminária de mesa da Paleolítico é feita de fibra de bananeira com estrutura de ferro montada artesanalmente. Mede 60 x 40 x 15 cm.

Os recortes que formam o globo da luminária Sfera Mundi produzem efeitos sombra e luz nas paredes. Base e cúpula são feitas de alumínio. Mede 26 cm de altura e 25 cm de diâmetro.


Expolux 2010: Lustres imponentes para salas

 

Com diâmetro de 1,05 m, o lustre Cristal Lapidado, em estilo Maria Teresa, da Brasil Lustres, tem 18 lâmpadas, base de metal cromado e cristais desenhados. Mede 1,40 m de altura. Ou seja: é para salas realmente grandes e, claro, com pé-direito duplo.


Com pingentes de cristais egípcios, o lustre Modena, da Brasil Lustres, tem 80 cm de diâmetro e 1,35 m de altura. As lâmpadas em formato de vela acentuam o visual de candelabro – são 12 embaixo e 6 na camada superior.


O pendente da linha Akira, da Mantra, que é assinado pelo designer Jose Ignácio Ballester Martinez, usa 12 lâmpadas. Tem acabamento cromado e cúpulas de tecido. Mede 90 cm de largura e sua altura é ajustável de 85 a 126 cm.


Delicado e cheio de curvas, o lustre da Mantra tem base com pintura envelhecida e cúpulas na cor creme. Mede 85 cm de diâmetro e sua altura é variável - de 64 a 260 cm.



Da linha Gallery, da Bella Iluminação, o lustre LI2643 é todo feito de vidro e cristal. Os braços de vidro vermelho são o destaque da peça, que mede 108 cm de diâmetro e 84 cm de altura. Utiliza 24 lâmpadas E14.


Na Bella Iluminação, as cores levam um toque de modernidade ao formato clássico dos lustres. Nos tons âmbar e fumê, essas peças são feitas de vidro e possuem 80 cm de altura. São compostas por 12 lâmpadas E14.



Imponente, o lustre LI2627, da Bella Iluminação, é feito de metal cromado e cristais. Leva 30 lâmpadas, mede 143 cm de diâmetro e 118 cm de altura.

 O lustre P9409, da Píer, é feito de metal cromado, cristais e tem cúpulas de voal. Mede 120 cm de diâmetro e 130 cm de altura. Utiliza 24 lâmpadas.


O lustre Master Diamond Redondo, da Startec, utiliza 5 lâmpadas de até 60 w cada. É feito de aço, com cúpula de nylon e pedras de cristal. Mede 50 cm de diâmetro e 67 cm de altura.

Com haste em aço e cúpulas de filme, o lustre da linha Czar, da Startec, usa 5 lâmpadas de até 40 w cada. Mede 57 cm de diâmetro e 122 cm de altura.




Importado pela AJM, o lustre Geia tem diâmetro de 1,50 m e atura de 1,80m. Possui 24 braços e é todo feito de cristais egípcios.


O lustre Heracles, da AJM, possui cúpula feita de fios de seda e pendente feito de cristais egípcios. Mede 75 cm de diâmetro e 42 cm de altura.



terça-feira, abril 13, 2010

segunda-feira, abril 12, 2010



domingo, abril 11, 2010

Jardim Vertical

Falta de espaço não é mais desculpa para deixar de montar um jardim em casa. A alternativa para poupar o espaço é criar um jardim vertical.
Inspire-se e monte o seu jardim de acordo com o seu estilo.

Uma das vantagens em se ter um jardim vertical é que ele pode ser implantado em um local de destaque dentro do imóvel dando-lhe mais vida, harmonia e requinte. Seu design diferenciado valoriza muito o ambiente ao qual possa estar incorporado.
O jardim vertical é um projeto interno ainda pouco conhecido pelas famílias, mas é a solução ideal para ambientes menores em áreas onde não é possível colocar terra para plantar no chão. E ao contrário do que muitos possam pensar, o valor do investimento não é exorbitante.
A área para este tipo de jardim não precisa ser grande, mas é importante verificar alguns fatores como luz, ventilação e o tipo de planta a ser cultivada. Para locais perto da churrasqueira, ou até mesmo na cozinha, o cultivo de ervas é o mais indicado.


Nos demais ambientes, dê preferência para as plantas ornamentais como trepadeiras, bromélias, palmeira rósea, patas de elefantes, entre outras. No caso das varandas, locais em que a impermeabilização não é possível, a solução é a colocação de vasos nas paredes.


Para requintar ainda mais este charmoso cantinho da sua casa, uma boa pedida é acrescentar fontes ou quedas d’água, que pode receber um pequeno motor para o melhor aproveitamento da mesma.