sexta-feira, agosto 27, 2010

Lembranças engaioladas

Belíssima instalação artística “Recuerdos Enjaulados” concebida pelo grupo Luzinterruptus com 400 gaiolas douradas funcionando como luminárias na Plaza de Ministriles. As gaiolas continham lembranças pessoais dos moradores e visitantes no bairro de Lavapiés em Madrid.

As gaiolas ficaram expostas durante 20 dias em janeiro deste ano, levando aproximadamente 35hs para a sua montagem com a ajuda de um guindaste.



fonte: http://rodrigobarba.com/blog/2010/08/24/lembrancas-engaioladas/

terça-feira, agosto 24, 2010

A primeira impressão

O hall apresenta a casa e, por isso, merece atenção no momento em que o projeto é definido

A sensação de bem-estar de uma casa deve ser transmitida logo que se chega. Esta é uma das funções do hall, que deve ser bem planejado e decorado, para cumprir este papel. Além disso, o ambiente deve apresentar a casa e conduzir quem entra. No hall acontece o primeiro ponto de contato entre o visitante e o ambiente interno. Depois da fachada, é o elemento que incitará curiosidade sobre a proposta do projeto. Além disso, deve permitir facilidade de fluxo e ser acolhedor, já que deve receber com conforto - diz-se que o hall funciona como ante-sala de espera.  E é justamente por essas características que o hall deve receber, na concepção da planta da casa, atenção especial do profissional. 

Recursos
Não há regras para a projeção de um hall de entrada, mas algumas soluções são comuns e proporcionam resultados interessantes. A iluminação, aliada a efeitos arquitetônicos e decorativos, pode criar a atmosfera necessária. "Ela normalmente é suave e sem exageros", explica Kethlen Durski, da KRD Arquitetura. A iluminação indireta é ideal para deixar um clima aconchegante e não ofuscar, mas a direta, focada nos elementos certos, é uma solução para valorizá-los.

O arquiteto também pode apostar em recursos mais ousados, como quedas d'água, ou nos tradicionais espelhos, papéis de parede, aparadores, nichos e obras de arte. Porém, é preciso cautela para não exagerar na quantidade de móveis e objetos, pois é um espaço de passagem. Invista somente no necessário para acomodar os pertences dos visitantes, e tornar o espaço interessante. Na hora de escolher os materiais e a decoração, não se esqueça de que é preciso harmonizar a entrada com o ambiente seguinte. O estilo, as cores e os revestimentos devem ser pensados de acordo com os cômodos que vêm a seguir. Vale lembrar que, se o hall for pequeno, as cores escuras devem ser usadas com cautela. Os tons claros podem ser bons aliados, neste caso.

Outro elemento importante para o sucesso do projeto é a porta de entrada. "Ela deve ter coerência com o restante da casa, desde o conjunto arquitetônico, até a proposta de decoração", afirma Cidomar Biancardi.
O pé-direito também deve ser levado em consideração. Se for alto, ajuda na ventilação e transmite ideia de grandeza. Além disso, possibilita o uso de portas altas, grandes vãos verticais e diversas opções de iluminação. Porém, tudo dependerá do projeto da casa e da impressão desejada. Um pé-direito baixo pode trazer a sensação de aconchego e conforto térmico - importante para regiões de clima frio.


Soluções diferenciadas
Para o espaço de 42 m², a arquiteta Josanda Ferreira escolheu elementos que pudessem proporcionar claridade e leveza. O destaque do hall de tons neutros é o espelho d'água, construído a um nível abaixo do piso. Uma claraboia acima do tanque, amplas janelas e detalhes de círculos abertos na porta são responsáveis pela entrada da iluminação natural. O piso escolhido - mármore crema marfil, com peças de 15 x 15 cm - é o mesmo aplicado no projeto todo, dando continuidade visual ao hall. O forro de madeira do teto delimita o espaço de entrada. O pé-direito deste ambiente é de 2,80 m. 

 Diversos acessos
A proposta deste hall de 10,8 m², desenvolvido pela arquiteta Adriana Consulin, é a de funcionar como um espaço de distribuição. Nele, encontram-se os principais acessos da casa: as portas da garagem, a entrada e o acesso à escada. A ideia foi a de um ambiente imponente, mas ao mesmo tempo delicado. A opção foi pela projeção de um pé-direito baixo, com 2,60 m, para criar a sensação de horizontalidade. O piso é revestido de granito flameado e porcelanato branco polido e a parede, de pintura de massa corrida lisa e detalhes de couro. A porta de madeira de demolição mede 1,60 x 2,60 m, e ganhou pintura branca na parte voltada para o interior. Os espelhos em ângulos diversos funcionam como uma escultura na parede, e a iluminação direcionada valoriza esse recurso.

 Aposta na iluminação
A ideia de Sonia Engler para este hall foi de um espaço imponente e contemporâneo, que disfarça a área pequena de 3 m². Neste caso, o terreno em aclive possibilitou a criação de um pé-direito de 4 m, e a divisão do hall em dois níveis. No primeiro, foi projetado um lavabo e uma chapelaria, do lado direito. A iluminação dos degraus de mármore arabescado chama atenção. No fundo, um grande espelho trabalhado, com moldura de demolição, quebra o clima futurista e amplia visualmente o espaço. A grande porta de entrada acompanha a altura do pé-direito e é um elemento importante na composição.

Na linguagem da casa
Rústico, o hall de 5,20 m² dessa residência foi desenvolvido pelo arquiteto Cidomar Biancardi. O piso é o mesmo aplicado nos demais espaços, a fim de servir como uma prévia do interior: arenito vermelho, dividido em placas de 40 x 40 cm. A parede da esquerda foi revestida de argamassa apicoada e selada com verniz, e nas demais foi feita uma pintura acrílica sobre massa corrida, na cor branco-neve. Outro detalhe interessante é que os móveis e objetos de arte utilizados são herdados da família dos proprietários da casa. A porta é revestida de almofadas de madeira paginadas. Como o pé-direito não é muito alto (2,80 m), a iluminação é feita por duas minidicróicas e duas AR 111.


fonte: http://revistacasaeconstrucao.uol.com.br/ESCC/Edicoes/43/artigo128031-2.asp

Cozinha flutuante é construída com 1700 garrafas PET



Localizada em Vancouver, Canadá, esta sala de jantar flutuante pode chamar atenção pela beleza e sofisticação. No entanto, por debaixo de muito luxo, há a simplicidade dos materiais reciclados. Foram usadas cerca de 1700 garrafas PET para que o ambiente pudesse se sustentar em cima das águas.

Desenvolvida pelo escritório Good Weather, a sala de jantar é também um projeto acadêmico da Fish Foundation, organização que tem como objetivo formar novos chefs de cozinha que se preocupem com a pesca sustentável.

Mais de 1700 garrafas plásticas foram usadas como piso no projeto
 
A "cozinha-balsa" pode acomodar cerca de 12 pessoas e abre todas as noites. Para a construção do piso, as garrafas foram arrumadas em fileiras e sobrepostas por um piso de madeira, o que garantiu a segurança do projeto.

Até setembro, os chefs da cozinha flutuante estarão ministrando um curso sobre vinhos. Para fazer parte do time seleto, o interessado terá que desembolsar cerca de R$400.

 fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/cozinha-flutuante-e-construida-com-1700-garrafas

segunda-feira, agosto 23, 2010

The CS House, Portugal



Desenhada por Pitagoras Architects e construída em Guimarães, Portugal, esta é a CS House, uma casa magnífica com piscina, oferecendo inúmeros terraços individuais na frente e um deles coberto por uma fachada da casa para desfrutar do ar livre.

 De acordo com  os arquitetos, a casa possuia um terreno com um declive acentuado  e foi construída de acordo com a topografia irregular do terreno. a proposta dos arquitetos foi construir o com 3 andares distintos. 

No segundo andar que está situado ao nível da rua estão localizados a entrada e a garagem. No primeiro andar estão localizados os espaços privados  e no térreo estão situados os espaços sociais e o contato direto com o solo na área de lazer.

Todos os andares são  contemplados com varandas e pátios que são abertos para a paisagem, criando várias possibilidades de aproveitamento de luz e aproveitamento do espaço de acordo com as estações do ano. 


Uma arquitetura marcante que resulta em um contraste com a utilização de todo o seu volume  na cor branca com as suas grandes aberturas e uso de diferentes materiais.


fonte: http://www.contemporist.com/2010/08/15/the-cs-house-by-pitagoras-architects/

Papel de parede interativo

Além de revestir as paredes, o papel controla a iluminação, o som e até envia mensagens

 


Interruptores, botões, controle remotos... Nada disso será necessário quando esse papel de parede chegar à sua casa. É que os designers norte-americanos da High-Low Tech criaram o Living wall (“parede viva”, em português), que será apresentado pela primeira vez na feira New Materiality, em Boston. A ideia é que a casa possa ser controlada pelo papel de parede. Funções como apagar e acender luzes, controlar o som e até enviar mensagens para amigos poderão ser realizadas por meio de toques na parede. “É um jeito bonito e discreto de enriquecer os ambientes com computação”, dizem os criadores do papel de parede.

 fonte:http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI164822-16937,00-PAPEL+DE+PAREDE+INTERATIVO.html

Jardim da Juliana Paes: global tem um deck delicioso

Nesta área de lazer, o corredor lateral era 40 cm mais baixo que a borda da piscina. Isso comprometia o uso do espaço, que parecia mais estreito, e incomodava a moradora, a atriz Juliana Paes. 

Para incorporá-lo, a paisagista Mônica Chaffin, sócia de Luciana Leal no escritório carioca Terratech, sugeriu nivelar o terreno com um deck de cumaru. “Assim, escondemos também caixas de gordura, esgoto e o acesso às máquinas da piscina, além de criar um ambiente de estar”, aponta ela. Plantas que aceitam bem a farta insolação compõem o jardim.O pé de jasmim-manga também foi um pedido dela”.




Por exigirem pouca manutenção, diferentes bromélias, como a imperial (Vriesea imperialis), forram o canteiro.

 Pequenos arbustos de triális (Galphimia brasiliensis) formam uma moldura em volta do banco. “Nativa e resistente, essa espécie floresce o ano inteiro”.

 As flores fúcsia do jasmim-manga (Plumeria sp.) surgem principalmente na primavera e no verão e exalam um aroma suave. “É uma árvore de porte pequeno, que gosta de muito sol”.

fonte:  http://casa.abril.com.br/materias/jardins/jardim-juliana-paes-global-tem-deck-delicioso-584047.shtml

domingo, agosto 22, 2010

Cabeceiras de vários estilos e materiais

Sonhos de cabeceiras: painéis originais estofados ou de madeira, biombo articulável e madeira torneada com jeito antigo são algumas das opções para complementar sua cama box com estilo.



 A arquiteta Adriana Da Riva queria conferir ao seu quarto um toque original e uma atmosfera tranquila. “Decidi projetar o biombo no lugar da cabeceira e escolhi cores claras”, explica ela. A estrutura, executada pela Marcenaria A Inglesa, foi revestida de laminado de madeira com tratamento especial para ficar com um fundo de tom acinzentado. Sobre ele, aplicou-se pintura azulpálido (Coral, ref. 50BG74/130*). O painel central mede 3,10 m de comprimento x 1,26 m de altura, enquanto as abas articuláveis têm 60 cm. Almofadas, manta da Missoni e luminária com cúpula da Conceito Firma Casa, porta-travesseiros da Lady Decorações.

 


































 Linhas sóbrias e elegantes definem o quarto do casal projetado pelas arquitetas Denise Abdalla e Christiane Sacco. “Na parede, instalamos um painel de madeira (Marcenaria Filarte) com pintura fosca, nicho forrado de palha de seda (Nani Chinelato) e equipado com iluminação embutida”, explica Denise. A proposta ganha o complemento da cabeceira revestida de couro, da Artefacto (modelo Valencia, 2,21 x 1,20 m de altura, por 4 551,68 reais), fixada no painel. Na lateral, o criado feito sob medida recebe uma luminária de Philippe Starck da La Lampe. A colcha, os porta-travesseiros e o cobertor são da Blue Gardenia.


Com um painel colorido que faz as vezes de cabeceira, o quarto discreto ficou cheio de vida. “Sempre utilizo em meus projetos as criações de marchetaria da artista plástica Tissi Mousinho. A cliente viu uma delas e pediu um desenho especial para seu quarto”, conta a arquiteta Paula Neder, que assina a ambientação. “Desenvolvi esse trabalho em placas de 80 x 60 cm de altura, que foram fixadas diretamente na parede, totalizando 5,50 m”, explica Tissi. A composição de folhas de madeira +de várias cores (2,5 mil reais, o metro quadrado) revela uma inspiração modernista e é realçada pela luminária do Estúdio Grabowsky e pelo criado-mudo art déco.




O contraste entre a parede rústica de tijolos à vista e as linhas clássicas dos móveis cria uma agradável surpresa neste quarto de casal. O ponto alto do ambiente é a cabeceira (modelo Nice, 1,60 x 1,35 m de altura. Preço: 8,4 mil reais) da Madeira Bonita. A peça de madeira entalhada e acabamento dourado é estofada e revestida de sarja e vem com um suporte próprio de fixação. Nas laterais, foram instaladas as duas mesinhas redondas e a cômoda, com tampo e frente de gavetas revestidas de espelho bisotado.


Para o quarto de um jovem médico solteiro, o designer de interiores Hans Heim propôs um ambiente moderno com poucos elementos, porém marcantes. No lugar da cabeceira, ele instalou um painel de MDF com laqueação brilhante (3 x 1,20 m de altura). A peça conta com nicho fechado por vidro jateado, que apoia uma serigrafia de Claudio Tozzi. “A estrutura fica afastada 10 cm da parede, de forma a dar espaço à iluminação _ uorescente de cor amarelada”, explica Heim. A roupa de cama é da MMartan, e a mesa lateral Tulipa, da Arquivo Contemporâneo.


A peça de pau-marfim, com acabamento canela, mede 1,80 m x 25 cm x 1,30 m de altura (6 110 reais), mas pode ser feita em qualquer tamanho. “O nicho no painel central é perfeito para acomodar os itens do dia a dia, como brincos, remédios e cremes, deixando o criado livre e organizado”, explica a arquiteta. No detalhe, a escrivaninha-penteadeira é uma opção de complemento (7 543 reais).

 
Reunir estilo e praticidade era o objetivo das arquitetas Gabriela Prado, Eliane Zogbi e Veridiana Zobar no projeto deste quarto. “Pensamos em utilizar algo com um visual de marcenaria personalizada, mas que pudesse ser comprado pronto”, conta Gabriela sobre a cabeceira da Quartos & Etc.

fonte: http://casa.abril.com.br/materias/moveis/sonhos-cabeceiras-587594.shtml#8

5 dicas imbatíveis para vender a sua casa

Você está pensando em colocar no mercado o seu imóvel? Saiba que uma boa propaganda com fotos de qualidade ajuda - e muito - a capturar a atenção de futuros compradores. Veja como 

 Vender ou alugar uma casa nem sempre é uma tarefa fácil. Mesmo se você for contar com a ajuda de uma imobiliária, algumas medidas simples e baratas podem valorizar ainda mais o seu imóvel.

 

 

 1 - Aparência é tudo! Capriche na pintura, faça uma revisão em encanamentos e na fiação elétrica. Um pequeno jardim bem cuidado também colabora para conquistar um futuro comprador.

2 -
Enfatize as comodidades locais que valorizam o seu imóvel. Deixe claro, por exemplo, qual é a proximidade do metrô, do ponto de ônibus ou as facilidades do comércio local.

3 -
O seu imóvel é rico em áreas verdes, varandas ou terraços? Tal comodidade agrega mais valor ao preço final da compra.

4 -
Ao divulgar a sua casa na internet não se esqueça de priorizar pela qualidade das fotografias. Opte pelos ângulos diagonais, que ampliam a sensação de espaço do ambiente e não deixe de registrar a vista do apartamento. E um último aviso: evite o uso objetos de decoração em excesso, pois eles podem prejudicar a visão geral dos cômodos.

5 -
Pequenos detalhes que não são facilmente observados à primeira vista devem ser mencionados, mas com sutileza. Descreva quais materiais foram utilizados na construção, a posição do nascer do sol e alguns dos detalhes de acabamento.


fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI164872-16940,00-DICAS+IMBATIVEIS+PARA+VENDER+A+SUA+CASA.html

sábado, agosto 21, 2010

Prédio chinês é lançado e se destaca pelo enorme telhado verde



Prédio possui grande telhado verde que servirá de área de encontro

Diante de tantas construções convencionais que estamos acostumados a ver nas ruas, é normal que um grande bloco composto por várias cavidades seja estranho aos nossos olhos. Mas há sustentabilidade por trás de tamanha ousadia arquitetônica. O edifício TED, como foi chamado, foi desenvolvido por um grupo de arquitetura chinês para ser uma área de uso misto em Taiwan e é um grande quadrado com 57m de altura.

O edifício intercala uma série de cavidades (que permitem maior ventilação e um fluxo maior de pessoas), com um parque verde localizado no terraço. A função do telhado verde é atenuar problemas ambientais, como excesso de poluição, poeira e barulho, presença de ilhas de calor, por exemplo, além de atrair espécies de animais.



As cavidades no prédio servem como entrada de ar

O recorte na fachada principal do TED atua quase como uma rua, permitindo que os visitantes caminhem através do edifício. Para fazer o uso inteligente do espaço, os arquitetos utilizaram um grande túnel em espiral que vai do chão até o último piso. Além disso, este piso verde servirá como área de encontro.

Não há informações sobre a data de inauguração do prédio, entretanto, o projeto serve de inspiração para tantas construções brasileiras.

sexta-feira, agosto 20, 2010

Em edifício histórico, vidro e metal criam espaço para as minas

Inaugurado na segunda quinzena de junho, o Museu das Minas e do Metal, em Belo Horizonte, ocupa um imóvel histórico na praça da Liberdade, habilitado para o novo programa por Paulo e Pedro Mendes da Rocha. Volumes envidraçados, que contêm elevador e escadas, e blocos em forma de U, com revestimento metálico em tom vermelho, foram as soluções que os arquitetos - pai e filho escolheram para resolver a circulação interna.


O convite veio pouco antes de Paulo Mendes da Rocha ser contemplado com o Pritzker, em 2006: sem ter nenhuma obra em Minas Gerais, ele foi chamado pelo governo do estado para desenvolver um dos projetos do Circuito Cultural Praça da Liberdade, programa idealizado para dar novo uso aos edifícios históricos que ficariam desocupados com a transferência da administração pública para a Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves.

A proposta previa que o imóvel construído em 1897 (projeto do pernambucano José de Magalhães), cujo último ocupante foi a Secretaria da Educação estadual, abrigasse o Centro de Indústria, Arte e Cidade (Ciac). A pretensão inicial não prosperou, mas foram mantidos a idéia de uso cultural e o convite ao arquiteto, que desenvolveu a adaptação do prédio para receber o Museu das Minas e do Metal, financiado pelo grupo EBX (do empresário Eike Batista), que atua na área de mineração. O grupo informa ter investido 25 milhões de reais no projeto.


As mais de 40 atrações do Museu das Minas e do Metal são, sobretudo, virtuais e interativas, tratando de temas que vão da importância dos metais na vida das pessoas à sua relevância para a economia do país. Os espaços expositivos espalham-se pelo três pavimentos aflorados da edificação (no embasamento ficam a biblioteca, a administração e a reserva técnica). No térreo, chamado de nível Liberdade, são apresentadas informações sobre a cidade de Belo Horizonte, a praça da Liberdade e a implantação do museu. No primeiro andar estrutura-se o Museu das Minas e no segundo estão distribuídos os equipamentos com as atrações do Museu do Metal (por exemplo, uma maquete interativa que exibe as operações de uma mina de ferro).

A intervenção no prédio de Belo Horizonte se aproxima do projeto do Museu da Língua Portuguesa (leia PROJETO DESIGN 315, maio de 2006), dos mesmos arquitetos, não só por apostar na interatividade e compartilhar também o autor do projeto museológico, Marcelo Dantas. Em ambos os casos, a principal exigência era acrescentar às edificações um sistema de circulação eficiente para receber um grande número de visitantes. Diferente do museu paulista, porém, no mineiro o acréscimo evidencia-se também na parte externa, estabelecendo um contra ponto com a construção original.
O projeto concentrou-se no corpo posterior. Acrescentado ao prédio original na década de 1960 e arquitetonicamente irrelevante, ele foi parcialmente removido e sobre a parte remanescente implantou-se o volume cego, composto de chapas metálicas de cinco milímetros. Também metálicas, fundações que independem da construção anterior sustentam a nova edificação, evidenciada pela cor vermelha dada pela pintura automotiva.


O pavimento novo, em forma de U, envolveu o vazio existente entre o edifício histórico e seu anexo. A conexão criou uma galeria que se junta aos salões expositivos do prédio antigo. Foram agregados ao bloco contemporâneo dois volumes de vidro laminado que equacionam a circulação de visitantes. 

O primeiro, que contém um elevador para passageiros e cargas, fica no extremo norte da edificação; o outro abriga a escada.

Se externamente o destaque da intervenção são os volumes novos, no interior chama a atenção o grande vazio central, o coração do espaço, que tem a altura de três andares. A cobertura envidraçada dessa área, segundo os autores, consolida uma intervenção executada nos anos 1980. Ela foi atualizada com o emprego de uma estrutura metálica de vigas-calha de seção Vede vidros transparentes.

Casa Carbono Zero




As construções antigas, algumas do início do século XX, contrastam com a arquitetura moderna que cresce junto com a cidade de Aarhus, segunda maior da Dinamarca. Uma delas ganhou destaque em todo mundo graça à sua sustentabilidade: a Home For Life.

Desenvolvida em uma parceria entre a VKR Holding, VELUX, VELFAC, SONNENKRAFT, WindowMaster e AART Architects, a casa foi o resultado final de um projeto experimental que busca construir casa ecológicas por toda Europa: o Active Houses.

Construída em 2009, a casa tem 191 metros quadrados, três quartos e um amplo jardim. Mas o que mais se destaca é a eficiente energética da habitação. Com um desenho que prioriza o uso de iluminação e ventilação naturais, somado a um sistema de painéis fotovoltaicos e aquecedores solar, a casa consegue produzir mais energia do que utiliza, gerando uma “sobra” que neutralizará todas as emissões da construção até 2049.




Bombas calor e coletores solar cobrem uma área de 7,2 m2, o suficiente para aquecer a casa e toda a água utilizada pelos moradores. Outros 50 m2 são cobertor por painéis solares que geram 5.500 kWh anuais utilizados na iluminação artificial e no abastecimento dos dispositivos eletroeletrônicos.

Um sistema de controle do clima interno da casa garante a maximização da eficiência energética e economia de energia. Janelas verticais e horizontais permitem maior entrada de luz e ventilação naturais, cobrindo 40% da superfície da casa (em contraste com a média de 20 a 25% de cobertura da maioria das casas).

“A casa cobre todos os seus requisitos de energia principalmente através da coleta da energia solar e da sua conversão em calor e eletricidade, combinando soluções naturais com tecnologias avançadas e tornando-a neutra em emissões de CO2”, explica o arquiteto da AART Architects, Anders Tyrrestrup.


Test drive
Para provar que a casa sustentável é uma opção de moradia melhor que as tradicionais, os organizadores convidaram uma família para se mudar para o local e relatar sua experiência para todo o mundo.

Assim, há mais de um ano a família Simonsen detalha em seu blog como é viver em uma casa inteligente e ecologicamente correta. Os textos (em dinamarquês) contam experiências inusitadas, como aprender a lidar com as janelas que se abrem a todo o momento, as luzes que se apagam automaticamente e a constante visita de jornalistas e curiosos.


fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/home-for-life-propoe-casa-100-carbono-neutro

quinta-feira, agosto 19, 2010

BANHEIRO PARA TODAS AS HORAS

Esta proposta, assinada pelo lighting designer Guinter Parschalk, do Studio iX, garante boa iluminação tanto para os usos mais práticos do ambiente, como fazer a barba ou a maquiagem, até os mais relaxantes, caso da hidromassagem com cromoterapia. Um sistema de automação controla os circuitos independentes e permite vários cenários e combinações de luz.

1 - Luz geral
Luminária embutida (modelo Lux, da Iluminar, à venda na Wall Lamps) com uma lâmpada fluorescente compacta FLC de 26 w e uma halógena AR70 de 50 w.
2 - Cromoterapia
Forro luminoso Sky (Lumini) com 32 lâmpadas fluorescentes T5 de 28 w (oito de cada cor: branco, azul, vermelho e verde). A regulagem por dimmergera diferentes cenários.
3 - Espelho iluminado
Ideal para a maquiagem e o barbear, a luz branca, indireta e difusa das quatro lâmpadas fluorescentes T5 de 28 w era pouca sombra.
4 - Forro luminoso
Fechado com vidro jateado, tem quatro lâmpadas fluorescentes T5 de 28 w para uma luz difusa e geral, e quatro spots halógenos PAR 30 de 35 w que auxiliam na maquiagem por reproduzir bem as cores. São ligados em circuitos independentes.



O jeito de usar a casa mudou muito nos últimos dez anos. Entraram em cena espaços integrados e com múltiplos papéis, que exigem uma luz mais dinâmica e flexível. Tudo isso aliado às inúmeras possibilidades proporcionadas pela automação. Por isso os profissionais relutam em formular uma regra para cada ambiente. Mas, em linhas gerais, há basicamente três tipos de iluminação (e cada uma pode servir a diferentes funções: leitura, trabalho...).
A difusa, que ilumina todo o espaço, é indicada para escritórios, cozinhas e banheiros - locais que também podem beneficiar-se de pontosde luz direta, mais estimulante, para clarear só o plano de trabalho. E, por fim, a indireta com foco rebatido, que, dependendo do caso, gera luz difusa e traz aconchego e intimidade (recomendada para home theaters e quartos). "Além dessas, há ainda a luz de efeito, de caráter mais cênico, que trabalha com fachos e cores, e a de destaque, que focaliza objetos ou elementos arquitetônicos", explica a luminotécnica Vanessa Masson.

Como escolher entre tantos recursos? "Tudo depende da necessidade e do perfil dos moradores, dos acabamentos utilizados, das funções que serão cumpridas no ambiente e, claro, de quanto se pretende gastar", alerta Guinter Parschal

Na pós-graduação de Iluminação e design de interiores que estou cursando tive a oportunidade de ter aula com  o professor Guinter Parshalk.

Comerciante demora 20 anos para construir castelo em Pernambuco

O comerciante Edvonaldo Torres, 47 anos, construiu um castelo ao longo de 20 anos, na cidade de Pesqueira (PE). A construção passa dos dois mil metros quadrados e tem cerca de 40 metros de altura. São duas grandes salas, que se dividem em dois andares da casa e cerca de seis quartos para abigar apenas um casal.

A mulher de Torres, Kaline Cavalcanti, de 39 anos, ainda não sabe descrever com precisão os cômodos da casa. "Acho que são seis quartos, eu acredito, mas não pergunte o número de banheiros", disse ela, enquanto analisava a planta do castelo. Só ao redor da piscina são mais de 40 leões de concreto e outras estátuas de diversos animais no jardim.

O enderço do castelo é a cidade de Pesqueira, que tem pouco mais de 66 mil habitantes e se orgulha de ser considerada pacata, com os tradicionais pontos turísticos de um município do interior como a praça, o coreto, mas também por abrigar o "Castelo do Torres".

Castelo construído na cidade de Pesqueira demorou cerca de 20 anos para ficar como está Foto: Divulgação/Prefeitura Municipal de Pesqueira) 

A obra foi construída ao redor de uma antiga casa do comerciante. Não há um projeto preliminar, apenas reconstruções feitas para ampliar a residência anterior. "Comecei a construção há 20 anos. Fui parando e recomeçando conforme minhas condições financeiras e psicológicas. Talvez ainda demore uns dez anos para concluir o trabalho. Não sei ao certo se chegarei a terminá-la, pois cansa, desanima e até dá vontade de desistir, mas eu gosto desta casa."

Torres disse que gosta mais dos minaretes ao estilo de Gaudi. "Os vizinhos são todos meus amigos, talvez por isso não reclamem. Mas tenho consciência que minha construção incomoda muita gente, afinal de contas, são 20 anos de poeira e barulho, além do constante fluxo de curiosos atraídos pelo estilo diferente da arquitetura."


Apesar dos 20 anos de construção, castelo ainda está inacabado (Foto: Divulgação/Prefeitura Municipal de Pesqueira) 

O comerciante disse que a rua onde está o castelo, que é residencial, perdeu um pouco em privacidade depois que começou a erguer a obra. "O principal motivo do meu arrependimento é o terreno que escolhi para fazer o castelo. Infelizmente não dá mais para recomeçar em outro lugar. Eu quis esse estilo para chamar a atenção, provocar impacto visual, criar um ponto turístico para a cidade de Pesqueira."

Torres afirmou que chega a se arrepender do castelo que construiu. "Apesar de não ter sido uma idéia bem pensada, o objetivo era atrair pelas formas exóticas e talvez criar um cartão postal. Não sei o que ainda falta para terminar, nem quando vou terminar."

Ele disse que o castelo chega a ter vida própria. "Virou uma mania e uma obsessão. Acho que vou morrer sem concluir a obra. Eu não me contento apenas em olhar a construção. Preciso participar como pedreiro, ajudante e até jardineiro. Este é o prazer maior. Funciona como terapia, lazer."


fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1226616-5598,00-COMERCIANTE+DEMORA+ANOS+PARA+CONSTRUIR+CASTELO+EM+PERNAMBUCO.html

quarta-feira, agosto 18, 2010

10 dicas para cuidar melhor das suas orquídeas

A sua orquídea pode manter-se vistosa e saudável com poucos produtos químicos, é só lançar mão de alguns ingredientes caseiros, como a canela em pó e o sabão de coco, e ficar atento aos sinais que a planta dá. Abaixo, alguns ensinamentos:





1. Prefira os vasos de barro aos de plástico. Apesar de serem mais caros, os primeiros têm mais porosidade e drenam melhor a água. Se optar pelos plásticos, fique de olho nas regas para não encharcar demais a planta.

2. Se a base da orquídea estiver a menos de um dedo da boca do vaso, é preciso trocá-la de moradia. Procure deixá-la dois dedos de altura abaixo da boca do vaso.

3. Para acomodá-la no novo vaso, repare de qual lado surgem os novos brotos – esta é a frente da orquídea. A parte posterior deve ser encostada em um dos lados do vaso para firmar o desenvolvimento do exemplar.

4. Para a troca de vaso, acrescente chips de fibra de coco ou musgo à planta. Este último precisa ser lavado com água para tirar o excesso de areia.

5. Antes de cortar a orquídea, esterilize a tesoura (com um maçarico portátil ou no fogão). Deixe esfriar para depois usá-la. Importante: repita a operação antes de mexer com outra orquídea para evitar a transmissão de doenças.

6. Quando descartar uma folha, passe canela em pó no local do corte. O ingrediente é um cicatrizante natural.

7. Manchas na folhagem podem ser amenizadas com fumo de corda. Ferva o fumo em água por uma hora até que vire uma solução concentrada, que deve ser diluída em água. Borrife sobre as folhas repetidas vezes, até que dê resultado.

8. Cochonilhas e pulgões podem ser eliminados das folhas com sabão de coco. Use uma escova para esfregar as folhas.

9. Repare na coloração da folhagem. Se estiver escura, mude a orquídea de local. Quanto mais contato com a luz, mais ela irá florir.

10. Instale plaquinhas plásticas de identificação em suas orquídeas. Além do nome da espécie, anote o período de sua última floração. A próxima florada pode ser estimulada com NPK 10 30 20, que tem mais concentração de fósforo.



Fonte de pesquisa: Revista Casa e Jardim

Os hotéis mais originais do mundo

Lugares que buscam atrair hóspedes com mais do que apenas bons serviços

Com turistas cada vez mais exigentes, há mais hotéis que não se conformam em oferecer uma simples cama. Seja uma torre no meio da floresta, um avião aposentado, uma caverna ou até um submarino, o setor de hotelaria investe na originalidade para atrair esse público. Confira alguns dos hotéis mais originais em termos de estrutura ao redor do mundo!

O Ariaú Amazon Towers, a 50 quilômetros de Manaus, tem 250 suítes e duas piscinas em sete torres ao nível do topo das árvores e são interligadas por seis quilômetros de passarelas de madeira, o que garante um belo passeio em meio à floresta amazônica.
 
Hotel Yunak Evleri, composto por 30 suítes-caverna dos séculos V e VI.

Escavado em uma montanha da Capadócia turca, o hotel Yunak Evleri é composto por 30 suítes-caverna, que remontam aos séculos V e VI, e por uma casa do século XIX.

A forma original de cada caverna foi respeitada. Por isso, cada quarto tem estrutura diferente, com atmosfera única e todas as comodidades, tentando manter, segundo seus proprietários, uma ponte entre o passado longínquo e a modernidade.


As Free Spirit Spheres permitem ao viajante dormir suspenso entre árvores em Vancouver (Canadá).

Em Vancouver, no Canadá encontram-se as as Free Spirit Spheres, ptrês esferas feitas de madeira e fibra de vidro, suspensas entre as árvores por um entrecruzado de cordas. A diária nas esferas (Eve, Eryn e Melody) - equipadas com uma, duas ou três camas, uma mesa e uma pequena cozinha - custam entre US$ 125 e US$ 190.


Arena de touradas de San Pedro em Zacatecas (México), do século XIX, transformada em um luxuoso hotel
A arena de touradas de San Pedro, no México, também foi transformada em um luxuoso hotel.


Suíte cockpit do Jumbo 474, transformado em hotel no aeroporto sueco de Arlanda
Avião também virou hotel: em Estocolmo, na Suécia, um Jumbo 474 foi reformado, adquiriu ares aconchegantes e ofereces suítes luxuosas 'estacionado' no aeroporto de Arlanda.

fonte : http://viagem.br.msn.com/galeriadefotos.aspx?cp-documentid=25261957&page=5