sexta-feira, fevereiro 18, 2011

Sustentabilidade fica evidente no desenho de parque tecnológico


Como outras cidades do país, Brasília também pretende ter o seu polo de tecnologia. O empreendimento, denominado Parque Tecnológico Capital Digital, será implantado em área vizinha à da Granja do Torto, uma das residências oficiais da Presidência da República. 

O escritório Oliveira & Andrade, dos arquitetos Leonardo de Oliveira e Rogério Pontes de Andrade, é o autor da proposta do edifício-sede. “Atualmente, estão em andamento as obras de infraestrutura viária e trabalhamos na fase final do projeto executivo”, informa Oliveira. Além da governança do parque, o conjunto vai abrigar a Fundação de Amparo à Pesquisa do Distrito Federal e a Secretaria de Ciência e Tecnologia.

A proposta foi orientada por princípios associados às construções sustentáveis, que os autores consideram afinados com a ideia de um parque tecnológico. “Buscamos expressar de forma objetiva e subjetiva esses conceitos na linguagem do edifício e no portal de acesso do conjunto”, conta Oliveira. Ele acrescenta que, embora a sustentabilidade e a eficiência energética tenham entrado na agenda mundial no final do século 20, a arquitetura moderna brasileira já exercitava esses fundamentos 40 anos antes e produzia um farto repertório.






Esse repertório, aprofundado e incorporado a elementos típicos do novo século, foi um estímulo para os autores. A ideia da pérgola fotovoltaica, por exemplo, é oriunda da proposta de Martínez Lapeña y Torres para a Expo 2004, em Barcelona, revela Oliveira. Além de responder às premissas práticas de redução do consumo de energia e reúso dos recursos hídricos, entre outras, o projeto procura evidenciá-las no desenho, diz o arquiteto. Indícios dessa postura são o portal de acesso, que funciona como receptáculo de águas pluviais, e a sede sob a sombra da pérgola.

O edifício funcional tem a configuração de um pavilhão, com lajes ancoradas em apoios delgados e vedação permeável. No desenho, as lajes se evidenciam na fachada, tornando-se protagonistas da volumetria. O acesso em rampa sobre o teto-jardim do auditório volta-se para a área central do prédio e transpõe o vazio entre os dois blocos. “Nas faces expostas às cargas térmicas excessivas, aumentamos a densidade dos brises. Nas áreas de auditório e videoconferência, a vedação tem caráter hermético para assegurar o isolamento acústico e a inércia térmica propícios a essas atividades”, detalha Oliveira.

quinta-feira, fevereiro 17, 2011

Novo modelo de semáforo é desenvolvido



Em época de verão os semáforos localizados nas principais vias das cidades brasileiras costumam apresentar com maior frequência problemas que, além de causar transtornos aos motoristas, podem ocasionar graves acidentes de trânsito. 

Com a incidência frontal dos raios solares nos semáforos convencionais, os refletores posicionados atrás do conjunto óptico fazem com que os raios sejam refletidos na direção do motorista. Isso, em conjunto com as lentes coloridas, cria a sensação de falso aceso das cores sinalizadas – o chamado “efeito fantasma”. E em dias de fortes chuvas ou quando há queda de energia, os equipamentos costumam entrar em pane, podendo permanecer desligados por horas. 

Um novo modelo de semáforo, que começou a ser testado na cidade de São Carlos (SP) em janeiro, poderá solucionar esses problemas, além de possibilitar economia de energia e reduzir impactos provocados pelo descarte de lâmpadas incandescentes no meio ambiente. 

Desenvolvido pela empresa DirectLight, formada a partir de um grupo de pesquisa da Universidade de São Paulo (USP), campus de São Carlos, o equipamento utiliza um conjunto de diodos emissores de luz (LEDs) de alta potência e eficiência óptica, que pode resultar em uma economia de energia de até 90%. 

“Um semáforo convencional utiliza lâmpadas incandescentes de 100W, que consomem 400W em apenas um cruzamento de quatro vias, enquanto os LEDs do sinalizador de trânsito que projetamos consomem apenas 40W”, afirma o coordenador do projeto, Luís Fernando Bettio Galli.

De acordo com Galli, outra vantagem dos LEDs em relação às lâmpadas incandescentes é a vida útil. Os LEDs podem permanecer mais de 50 mil horas acesos, apresentando 75% da eficiência inicial, ao passo que as lâmpadas incandescentes duram apenas 4 mil horas. “O LED é um emissor que não apaga repentinamente. Ele vai degradando com o tempo e, depois de seis anos ligado, só perderá 25% da eficiência óptica inicial”, declarou. 

Uma das principais diferenças do semáforo brasileiro à base de LED para outros sinalizadores de trânsito baseados na mesma tecnologia em outros países está no sistema óptico. 

Os semáforos antigos utilizam uma centena de LEDs de 5mm, que foram desenvolvidos na década de 1960. Já o novo modelo utiliza apenas sete diodos emissores de luz, mais modernos, confiáveis e de potência mais alta, que consomem menos energia. Para isso, os pesquisadores envolvidos no projeto desenvolveram nos últimos dois anos um conjunto composto por três tipos de lentes. 

Ao dispor os LEDs próximos ao conjunto de lentes, os pesquisadores conseguiram obter um melhor aproveitamento e distribuição da luz emitida pelos diodos e direcioná-la de forma correta. 

Com isso, reduziram a quantidade de LEDs, dispensando a necessidade de refletores e eliminando o “efeito fantasma” produzido pelos semáforos convencionais. “Não adianta simplesmente colocar os LEDs virados para frente, porque eles têm uma abertura de emissão de 120 graus. Desenvolvemos o conjunto de lentes para aproveitar ao máximo a luz emitida por eles e direcioná-la só para a parte que interessa, que é o trânsito”, explicou Galli. 

O projeto foi desenvolvido pela empresa em parceria com o Centro de Pesquisa em Óptica e Fotônica do Instituto de Física da USP de São Carlos e contou com financiamento da Fapesp por meio do Programa Fapesp Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (Pipe), no projeto Sinalizador de trânsito à base de LED com operação emergencial. 

Avaliação instantânea

Outra inovação apresentada pelo equipamento está no sistema eletrônico embarcado, o qual permite que seja alimentado tanto pela rede elétrica convencional como por energia solar ou por um banco de baterias em situações de emergência, como um blecaute. 

Um sistema de gerenciamento inteligente instalado no semáforo faz a cada milissegundos uma avaliação e decide qual a melhor forma de alimentação para o equipamento em um determinado momento. “A prioridade do equipamento é trabalhar com energia solar, por meio de placas fotovoltaicas, que é sua principal forma de alimentação. Mas, se mudar o tempo, ele utilizará energia elétrica. E, caso não tenha sol e falte energia elétrica, ele passará a utilizar um banco de baterias com duração de pelo menos 40 minutos, que é tempo suficiente para que os guardas de trânsito cheguem ao local e controlem a situação”, explicou Galli. 

Segundo ele, já existem semáforos a energia solar e blecaute em outros países, porém nenhum ainda conseguiu integrar as três formas de alimentação utilizadas pelo equipamento brasileiro. 

Os semáforos que estão sendo testados em três locais em São Carlos, por meio de um convênio firmado entre a DirectLight e a Secretaria de Transporte e Trânsito do município paulista, operam inicialmente apenas com energia elétrica. 

Antes mesmo de obter a certificação e começar a ser comercializados já estão despertando o interesse de prefeituras de outros municípios. “Pelos testes e simulações que fizemos em parceria com a USP por meio de um software específico de simulações, o equipamento está se comportando muito próximo do que esperávamos. Os resultados dos testes em campo também estão sendo muito positivos”, afirmou Galli.

quarta-feira, fevereiro 16, 2011

Empresa de andaimes lança máquina e processo para fazer tijolos de entulho .

A aposta na redução do impacto ambiental da construção civil foi o que levou a empresa gaúcha de fornecimento de andaimes e equipamentos para o setor, a Baram, a desenvolver uma máquina e um processo para fazer tijolos de entulho na canteiro da obra, explicou o principal executivo da empresa Josely Rosa. 

A empresa que não tem um projeto de sustentabilidade vai ser banida do mercado e quatro ou cinco anos,” explicou. 

A unidade de reciclagem do grupo Baram, Verbam, deve lançar o novo produto na Feira Internacional da Indústria da Construção (Feicon) que ocorrerá em São Paulo no mês de março. Este é o primeiro produto que visa redução do impacto ambiental na construção, mas logo deverão ser lançados mais três, revelou o empresário.

Na verdade, a Verbam vende uma máquina de triagem e processamento do entulho, mas para atendar à demanda das construtoras a empresa desenvolveu também o processo e treina os funcionários na elaboração do tijolo.

“Primeiro desenvolvemos a máquina, mas sem o produto final, que é o tijolo, houve aceitação baixa,” lembrou. “Voltamos a estudar o produto e percebemos que as construtoras precisam ver uma vantagem final”.

Pelo processo desenvolvido, é possível construir uma casa de 60m2 com 50 toneladas de entulho. Além de reduzir o custo do tijolo e reduzir a pegada ecológica da alvenaria na obra, pois o tijolo não necessita queima, o produto da Verbam permite cortar custos com contratação de caçambas, garantiu Rosa.

Foram investidos cerca de R$600 mil e o trabalho de sete engenheiros pesquisadores no desenvolvimento do produto que começou há cinco anos quando Rosa voltou de feiras europeias de construção.

“Quando visitei a Europa comecei a perceber para onde caminhávamos,” explicou. “A preocupação [com o meio ambiente] está crescendo e nós empresários não temos opção a implementar processos menos danosos ao meio ambiente”.

Além da pressão do público, por meio da mídia, os próprios clientes da empresa estão exigindo melhores padrões enquanto novas leis vão começar a exigir melhores padrões, disse Rosa que vislumbra um dia as construtoras recebendo entulho de outras obras para fabricar seus próprios tijolos.

Testes mostraram que o tijolo feito pelo processo da Verbam é mais resistente que os tijolos de cerâmica ou concreto. Hoje, a empresa já desenvolve três projetos com o conceito e já pesquisa um sistema adesivo para fixar os tijolos e eliminar a necessidade de cimento, explicou Rosa sem revelar quais serão as outras inovações que empresa está pesquisando.


fonte: http://www.revistasustentabilidade.com.br/construcao-verde/empresa-de-andaimes-lanca-maquina-e-processo-para-fazer-tijolos-de-entulho

terça-feira, fevereiro 15, 2011

Arquiteto australiano cria peça de iluminação em homenagem à união familiar

Sua casa pode ficar ainda mais aconchegante com luminárias em forma de casinha. Apresentadas recentemente em uma exposição no Museu de Arte Contemporânea de Sydney, na Austrália, essas peças foram criadas pelo arquiteto australiano Kristian Aus e fazem uma homenagem à família, ao conforto do lar e à união entre as pessoas. As luminárias são feitas de plástico e peças de borracha e certamente cairiam bem no quarto do bebê ou em uma sala de leitura.


   Divulgação
  
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segunda-feira, fevereiro 14, 2011

Portfólio



Portfólio - Lorena Cavalcanti - http://lorenaarquiteta.blogspot.com

Em breve
Em Breve o site do Escritório - 3D ARQUI-DESIGN  http://3darquidesign.blogspot.com/

EQUIPE: ALEX BARROS, LAURA BRAGA E LORENA CAVALCANTI.

domingo, fevereiro 13, 2011

Criando um clima

Com um projeto luminotécnico bem executado o home theater fica ainda mais acolhedor e sofisticado, tornando-se o espaço perfeito para relaxar e assistir a um bom filme
O sofá é confortável, a tela e o som têm qualidade de cinema, mas para que o ambiente fique perfeito, a iluminação é fundamental. Para criar um clima aconchegante, a luz indireta e periférica é a mais indicada e, de preferência, com lâmpadas quentes, amareladas e âmbar, que são mais confortáveis e não distorcem as cores. A aposta nos circuitos independentes e no dimmer pode gerar a intensidade luminosa desejada, combinações interessantes e novos cenários.

A lâmpada ideal
As mais indicadas são as halógenas, grupo que inclui dicroicas, minidicroicas, PAR e AR, que possibilitam uma iluminação pontual e permitem o uso de dimmer. A dicroica é uma boa opção para a luz pontual e a AR funciona muito bem para destacar objetos de decoração, pois é uma luz de foco fechado, que não ofusca. A arquiteta Roseana Monteiro também indica o uso da fluorescente T5.
O requinte da luz
Os 30 m² do home theater criado pelos arquitetos Adriano Stancati e Daniele Guardini, da A+D Arquitetura + Design (Campinas Decor 2009), possuem um sistema de automação que cria cenas por luz indireta. Atrás da parede de gesso há lâmpadas fluorescentes T5 (36W - cor 830) dimerizadas. Os nichos e degraus possuem fitas de LED (2W) na cor âmbar e a luz geral fica por conta dos spots embutidos no teto equipados com minidicroicas (25W) com ângulo de 32 graus. O rebaixo chanfrado no teto de gesso acartonado, bem como os rasgos e nichos, recebem lã de rocha de 96 kg/m³ para garantir uma perfeita eficiência acústica. Dispersas pelo ambiente, velas de LED, da Philips, complementam o projeto luminotécnico.
Foto: Leandro Farchi

Fotos: Marcelo Dantas
Indireta e embutida
Os arquitetos Gustavo e Claudia Pimenta e a designer de interiores Patrícia Franco projetaram um home theater (28 m²) com um sistema de automação que permitiu a criação de circuitos independentes e dimerizados. "Optamos por um trabalho de gesso para embutir a iluminação indireta, com mangueira luminosa para trazer o clima de cinema ao ambiente", explicam. O rebaixo abriga ainda minidicroicas (35W) voltadas para a parede e para os nichos, além de lâmpadas AR 70 (50W) com luz focada no móvel da tevê.
Fotos: Marcelo Dantas

Simplicidade que valoriza

O desafio da arquiteta Glaucya Taraskevicius foi criar uma iluminação adequada ao espaço do home theater e que ainda pudesse destacar a decoração. Para tanto, o teto foi rebaixado, possibilitando a iluminação embutida. Para destacar os objetos de decoração e a poltrona, Glaucya apostou em spots equipados com AR 70 (50W) - de foco mais definido e que não ofusca. O circuito de iluminação se completa com as lâmpadas AR 111 (50W) e um círculo de minidicroicas que proporcionam mais aconchego.

Foto: J. Vilhora


Teto trabalhado
Diferenciado, o home theater projetado pelo arquiteto Luiz Maganhoto e pelo designer de interiores Daniel Casagrande tem o teto trabalhado em prismas de gesso com a função de rebater o som e melhorar a acústica. Neles, foram embutidos spots equipados com lâmpadas AR 111 (50W), instaladas acima de cada poltrona. Para cuidar da luz periférica, os profissionais trabalharam com minidicroicas de foco fechado que destacam os quadros nas laterais da sala. De cada lado da tela de projeção, dois pontos, também de minidicroicas, iluminam as caixas de som. Para complementar o projeto, AR 70 (50W) com foco dirigido foram posicionadas sobre a mesa, além de um pendente e abajures.
Fotos: Roger Dipold
Fotos: Roger Dipold

Muitas cenas
Para esconder a fiação do projetor e abrigar as peças de iluminação embutida, o teto do nível inferior do home theater foi rebaixado. Nas laterais, a arquiteta Roseana Monteiro acomodou painéis de madeira retroiluminados com lâmpadas fluorescentes T5 amareladas e dimerizadas, que proporcionam maior conforto visual e mais eficiência com menos calor. Os painéis ainda ganharam arandelas com lâmpadas bipino. Com circuitos independentes, a variedade de lâmpadas e o controle da intensidade da luz permitem a criação de diversos cenários. Os pontos de minidicroicas acomodados próximo ao rack auxiliam no manuseio dos equipamentos.
Foto: Leandro Farchi

Projeto adaptado
Transformar a sala de tevê em home theater exigiu da arquiteta Roseana Monteiro criatividade para adequar o espaço de 14 m² à nova confi guração. "Tivemos alguma difi culdade para passar mais fi os para alimentar as luminárias, pois os conduítes não comportavam a nova fi ação", comenta. O painel que abriga a tevê foi retroiluminado com duas lâmpadas fl uorescentes T5, proporcionando uma luz mais difusa. A iluminação geral fi ca por conta de dois rasgos paralelos no gesso equipados com uma sequência de três minidicroicas. Para garantir a criação de diferentes cenários, o acendimento alternado das lâmpadas e a dimerização são controlados no próprio interruptor.
Foto: Divulgação

Estrelas de fibra
O trabalho da arquiteta Sueli Adorni, desenvolvido em parceria com a PuntoLuce, criou uma iluminação indireta através da fibra ótica que adorna o teto. "O céu estrelado, além de fornecer este tipo de iluminação, trouxe charme extra ao ambiente", comenta a profissional. A iluminação direta fica a cargo de dicroicas (50W) embutidas no forro de gesso. O abajur (Grifes e Design) complementa a ambientação.
Foto: Martin Smick

fonte: http://revistacasaeconstrucao.uol.com.br/ESCC/Edicoes/47/artigo143478-2.asp

sábado, fevereiro 12, 2011

Condomínios Horizontais



Não há uma definição legal do chamado “condomínio horizontal”. Tal expressão é utilizada, no entanto, para designar o empreendimento imobiliário que, sem promover um parcelamento formal, divide uma gleba em vários terrenos, que passam a ser alienados como unidades autônomas. O regime jurídico adotado pode ser o do condomínio em edificações ou o do condomínio ordinário. Fenômeno semelhante ao dos condomínios horizontais é o dos loteamentos fechados, em que há um parcelamento formal do solo, mas uma associação de moradores assume a administração das vias internas ao loteamento.

O vocábulo "condomínio" significa o domínio de vários, por isto muitas são as situações em que pode existir um condomínio, ou seja, um bem cujo domínio pertença a várias pessoas (físicas ou jurídicas). 

Condomínio Civil - também chamado de condomínio geral - se desdobra em vários tipos de condomínio, por exemplo o condomínio que se estabelece em razão de herança de bem indivisível deixado em favor de várias pessoas; o condomínio entre sócios de fato em relação ao patrimônio adquirido em face da sociedade; o condomínio em face de separação judicial ou divórcio em relação ao patrimônio indivisível do casal, etc.
Embora em todos estes casos, e outros, exista uma relação jurídica condominial, os direitos e obrigações destes condôminos são regidos pelo Código Civil, que dispõe sobre o direito de condomínio de uma forma geral. 

O Condomínio Especial - também chamado de "condomínio horizontal", é regido pela Lei 4.591/64 que regula, especificamente, o condomínio de edificações e incorporações imobiliárias, portanto, de forma especial.

Esta norma especial confere uma grande margem de variação nos direitos dos condôminos ao permitir que a Convenção de Condomínio possa reger a relação jurídica condominial e, o mais grave, quase sempre superando os próprios princípios que a lei estabelece no seu bojo. 

Assim, quando se pretende definir um direito derivado da relação condominial, além de observar os requisitos e as tipicidades elencadas na lei, é fundamental que o exame também se estenda até a Convenção de Condomínio. 

Isto porque, naqueles pontos em que a lei for omissa, e naqueles outros em que a própria lei faculta o pacto condominial, prevalecerão as diretrizes traçadas pela Convenção de Condomínio 

Existe uma diferença fundamental entre o condomínio civil (ou geral) e o condomínio especial (ou horizontal). No condomínio geral os direitos dos condôminos incidem sobre a integral extensão do bem, e não apenas sobre uma ou mais partes dele. Já no condomínio especial os condôminos têm propriedade exclusiva sobre as partes denominadas de "unidades autônomas" e têm propriedade partilhada nas partes comuns que lhes pertencem na proporção de suas respectivas frações ideais. 

 Condomínos horizontais são condomínios formados por uma ou mais construções com vários planos horizontais. É o mais comum nas grandes cidades. Uma nomenclatura mais clara poderia ser "condomínio de planos horizontais", pois efetivamente as unidades normalmente estão dispostas verticalmente, uma sobre as outras, mas em planos horizontais. 

O atual Código Civil Brasileiro refere-se a eles como Condomínios Edilícios (arts. 1.331 a 1.358). Outra forma de condomínio são os de casas ou unidades isoladas, como se fossem um loteamento fechado, onde há vias de circulação interna para se chegar às unidades (às quais são reservadas geralmente uma área de quintal, como se fosse parte do seu "lote").

Esses são chamados de condomínios deitados ou de casas assobradadas. Ambas as formas de condomínio são reguladas pela Lei Federal nº 4.591, de 1964. Tanto os codomínios horizontais (edilícios) como os deitados diferem substancialmente do condomínio comum (Código Civil, arts. 1.314 a 1.330), pois enquanto naqueles há partes comuns e unidades autônomas (exclusiva de seu proprietário), o condomínio comum se caracteriza por uma pluralidade de proprietários onde todos detêm a propriedade em comum, sem individualizações. 

Os primeiros têm lei especial que os regule (além das disposições do Código Civil), existindo a figura do síndico, eleito em assembléia para a sua administração, tudo conforme a obrigatória Convenção de Condomínio, que é a norma que o regerá. Devem, ainda, ser registrados junto ao Cartório de Registro de Imóveis para regular constituição e oponibilidade perante terceiros.

O conceito de Condomínios Horizontais Fechados (residenciais Intra-muros), ganhou forma em São Paulo, nos anos 50 e nos anos 90 a Alphaville Urbanismo SA, vem aperfeiçoando o modelo e levando as diversas regiões do País. Na Região da Serra do Rio Grande do Sul, mais especificamente nos municípios de Canela, Gramado e Nova Petrópolis, está se caracterizando por este conceito. A região do Vale do Vinhedo está com vários lançamentos.

            Autogestão e Normas:

            Oficialmente constituído o Condomínio, antes de inicio das vendas, se promove a manutenção e administração por meio de autogestão, que assegura a participação da Comunidade nas decisões que tangem a ocupação ordenada, o convívio social e o desenvolvimento do empreendimento.     
            É elucidado aos adquirentes de terrenos sobre as Normas Construtivas. Realiza-se encontro entre os futuros moradores, nos quais é esclarecido a vantagens de seguir os padrões estabelecidos. Nestes encontros surgirão lideranças dispostas a participar ativamente da autogestão. São constituídos Conselhos, com diretorias específicas para cuidar de cada uma das áreas do Empreendimento.  
            Passa-se a ser mantido estes conselhos e diretorias com recursos das taxas de manutenção pagas pelos proprietários. Representados pelo Grupo de Conselheiros e Diretorias, os proprietários decidem onde aplicar os recursos.

            Lazer e Conveniência:
            As estruturas para Lazer são características marcantes destes empreendimentos. O formato destas áreas de lazer são formadas conforme as peculiaridades locais. Planejados e Construídos conforme as preferências esportivas, apresentam muita qualidade de vida e constitui-se de Sede Social, Piscinas, quadras de esportes e de extensas áreas verdes. Criam-se Clubes com modernos equipamentos para Lazer e prática de Esportes.
            Alguns Condomínios prevêem um setor específico para Edificação Empresarial, para agregar praticidade no dia a dia dos moradores, no geral, contam com Lojas de Conveniências e Serviços.

            Normas de Construções:
            Ao adquirir um lote, o comprador recebe junto ao Contrato de compra e venda, completa documentação que detalha os cuidados empregados na Construção de sua futura residência. A documentação inclui o conjunto de Normas pertinentes ao uso e ocupação do solo, que funciona como Lei de zoneamento particular.
            As Normas aplicam-se às Edificações, estabelecendo parâmetros e limites, tais como número de pavimentos, metragem mínima de recuos, limite de impermeabilização do Solo, área mínima e máxima de construção, entre outras que tem por finalidade garantir a ocupação ordenada e a qualidade urbanística ao longo dos anos.

            Infra-Estrutura (áreas de uso comum):
            A qualidade Infra-estrutura oferecida pelos Condomínios é o grande diferencial.
            Cada detalhe é estudado de modo a proporcionar uma estrutura urbana que possa se manter ao longo dos anos seja pela durabilidade dos materiais, pela tecnologia empregada e pelo planejamento que prevê necessidades futuras.
            As redes de água e esgoto são instaladas sob os passeios para evitar que sejam abertas as ruas para efetuar ligações ou reparos; as bocas de lobo têm dimensões maiores que as convencionais, permitindo uma maior vazão de águas pluviais e os meio fio é padronizado o que permite manter um Layout contínuo, moldando os lotes.
           
            Segurança:
            A possibilidade de desfrutar de um ambiente seguro e tranqüilo é uma das razões que motiva os futuros adquirentes destes empreendimentos.
            Além de equipamentos como Muros e Portarias de Acesso pode-se implantar sistemas de vigilância.

            Preservação Ambiental:
            A preservação de áreas verdes nativas e reflorestamentos de espécies nativas, bem como de nascentes e córregos, são características marcantes destes empreendimentos.
            Quando o empreendimento é constituído onde não existem reservas nativas ou córregos e feito um projeto de manejo para reflorestamento e construído espaços com lagos.
            Programas de conservação e preservação ambiental é assumida pelos moradores em normais contratuais de uso e conservação de solo e áreas verdes. 


quinta-feira, fevereiro 10, 2011

Tonéis de vinho para dormir

Hotel exótico na Holanda é feito com antigos tonéis de vinho



Alguns estudos médicos já indicaram que beber uma taça de vinho à noite é bom para a saúde. Imagine, então, dormir dentro de um tonel. Brincadeiras à parte, até quem não gosta da bebida vai se impressionar com este hotel nada comum, localizado na Holanda. No De Vrouwe van Stavoren, os hóspedes dormem dentro de quatro grandes barris, que um dia foram usados para armazenar 14,5 mil litros de vinho francês. As peças foram recicladas e adaptadas e, atualmente, funcionam como quartos para duas pessoas, com um banheiro cada. 


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fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI208752-16938,00-TONEIS+DE+VINHO+PARA+DORMIR.html

{ Inspiração do Dia }
























Adorei estes ambientes  



Abajur gigante

Clube de futebol sueco constrói abajur com 5,8 metros de altura pensando no conforto de seus visitantes


Foi pensando na segurança e no bem-estar dos frequentadores que o clube de futebol Lilla Torg FF, da cidade de Malmö, na Suécia, construiu em frente à sua sede uma área de lazer bem iluminada. Medindo 5,8 metros de altura, o abajur gigante costuma atrair a atenção não só dos amantes do esporte, mas também de turistas, moradores locais e todos aqueles que queiram relaxar em um lugar diferente.

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fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI207254-16937,00-ABAJUR+GIGANTE.html

quarta-feira, fevereiro 09, 2011

Poltronas feitas com cortiça

Artista alemão constrói móveis com rolhas recicladas; técnica foi aprendida em curso de marcenaria


Gabriel Wiese jamais imaginou construir móvel e objetos revestidos com cortiça. O artista alemão descobriu o potencial da matéria-prima depois que começou a estudar para ser marceneiro. Animado, Wiese experimentou o material rústico em poltronas, cadeiras e banquetas. Para fazer a estrutura das suas peças, em geral utilizou o aço.

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 fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI208266-16937,00-POLTRONAS+FEITAS+COM+CORTICA.html

segunda-feira, fevereiro 07, 2011

M / Y Biscuit 95 'Yacht



Se você é do tipo que tem pernas bom mar (como eu)  e é  fã de design italiano contemporâneo, você vai adorar este luxuoso iate over-the-top.

O 30 metros-M / Y Biscuit 95 "é uma colaboração com o construtor de iates Filippetti Yacht e Hot Lab , uma empresa italiana iate interiores.
  
  O iate tem dois pavimentos, bem como uma área de solário, duas cabines e uma área de tripulação. O quarto principal inclui um piso de couro, não foi poupado! 
Na área da vida, você vai encontrar um sofá e poltronas Moroso oversized, e uma mesa de café Poltrona Frau. 
A sala de estar dispõe de uma pintura pelo artista Di Paola Iusto.

  Na área de jantar, há uma mesa de 10 lugares com poltronas Moroso Saarinen e até uma adega.
 
Mesmo a área da cozinha é abastecido com componentes de alta qualidade a partir de Gaggenau incluindo dois refrigeradores e freezers, microondas, máquina de lavar roupa e máquina de café. 

  Existe uma grelha, há dois sofás, para refeições ou relaxar e até pode ser convertida em uma área de banhos de sol.

M/Y Biscuit 95’ Yacht 







M/Y Biscuit 95’ Yacht
M/Y Biscuit 95’ Yacht
M/Y Biscuit 95’ Yacht
M/Y Biscuit 95’ Yacht
M/Y Biscuit 95’ Yacht
M/Y Biscuit 95’ Yacht

M/Y Biscuit 95’ Yacht



fonte: http://design-milk.com/my-biscuit-95%E2%80%99-yacht/

Iluminação de lojas com soluções de LED

O projeto






 
Greggs Plc, a padaria líder no Reino Unido, é provavelmente a primeira loja na Europa a iluminar
a área de venda de sua loja inteiramente com LED, desenhadas e fornecidas pela Philips, na sua
 nova loja de conceito em Bromley, Kent. Em comparação com lojas que utilizam iluminação
convencional, prevê-se que a nova instalação proporcione uma economia de 50% no consumo
de energia com iluminação, com uma redução das emissões de carbono de 2 toneladas por ano.
A baixa emissão de calor destas luminárias LED permitirá também reduzir as necessidades em
termos de ar condicionado, permitindo uma economia de energia adicional nos meses de verão.

Este projeto inovador é uma entre uma série de medidas de economia de energia no portfólio da Greggs,
que inclui mais de 1.400 lojas a nível nacional. “Estávamos há algum tempo acompanhando o progresso
da iluminação de LED, a espera que oferecesse tanto os níveis de desempenho como a eficiência de
custos de que necessitávamos”, explicou Garry Graham, Greggs’ Shop Premises Manager.
“Estamos muito satisfeitos com os resultados em Bromley e iremos avaliar o desempenho da
iluminação com o objetivo de expandir o conceito futuramente para outras lojas lojas”, acrescentou.

Além da economia de energia, a Greggs também terá uma redução nos custos de manutenção,
já que durabilidade dos LEDs é alta, significando que não será necessária substituição durante
a vida útil da loja. Outra vantagem é que não haverá lâmpadas para descartar, em linha com a
Directiva WEEE (Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrônicos).


A solução

A loja utiliza uma combinação de iluminação embutida no teto de foco e ambiente, complementada
com iluminação sob as prateleiras. Todas os produtos são alternativas de LED às lâmpadas
fluorescentes e CDM que seriam normalmente utilizadas numa loja Greggs, proporcionando
comparativamente uma redução da carga eléctrica instalada superior a 1,5kW.
LuxSpace
LuxSpace

Luz branca

Combatendo a escuridão com novas tecnologias


A luz natural é fundamental para nossas vidas, mas à noite dependemos da iluminação artificial para iluminar nosso mundo. A luz branca de alta qualidade oferece uma série de benefícios quando comparados com a luz amarela tradicional. Além de economizar energia, os ambiente ficam melhor iluminados.

 Muitas pessoas ficam apreensivas de andar por determinadas ruas à noite. Isso geralmente tem a ver com a desconfiança do desconhecido; em áreas mal iluminadas, os rostos são mais difíceis de se reconhecer e alguém pode se esconder nas sombras. Em uma pesquisa recente na Polônia, quase ¾ dos participantes afirmaram que temiam por sua segurança ao caminhar em uma área mal iluminada.

Tranquilidade com a luz branca

A luz branca ajuda as pessoas a se sentirem mais seguras e protegidas. Com a alta reprodução de cor e o maior brilho, facilita a distinção de objetos, cores, formas e outros detalhes. Em particular, o reconhecimento facial é mais fácil, mesmo de uma distância, o que ajuda bastante a eliminar a ansiedade. A luz branca também oferece a iluminação mais uniforme que há, sem as temidas áreas de sombra.

Segurança e Bem-estar

A luz branca cria um efeito segurança e bem-estar. Se os moradores da cidade se sentirem mais seguros em suas ruas, eles as usarão com mais frequência. Com um maior número de pessoas caminhando, pedalando e brincando, as ruas se tornam convidativas e menos abandonadas. Isso também desestimula atos de vandalismo e crimes, tornando a cidade ainda mais atraente para os moradores e os visitantes.

Reduzindo o crime e o medo

Estudos recentes sugerem que áreas com mais iluminação e uniformidade reduz o medo do crime. Segundo um porta-voz do Neath Port Talbot Council, no País de Gales, “a luz branca ajuda a reduzir o crime ao aumentar os níveis de iluminação e o reconhecimento facial e de cores. Isso intimida os criminosos e ajuda a polícia.” A luz branca também melhora a qualidade da imagem de circuitos fechados de TV, proporcionando mais nitidez.

A melhor iluminação das ruas na redução do crime

Em 2000, dois projetos de pesquisa, realizados pelo Instituto de Criminologia da Universidade de Cambridge, investigaram os efeitos da melhor iluminação de rua no crime em duas áreas urbanas no Reino Unido. Em Dudley, os crimes diminuíram em 41% na área experimental em relação a uma redução de 15% em uma área de controle. Em Stoke, os crimes diminuíram em 43% na área experimental e em 45% em duas áreas adjacentes, em relação a uma redução de apenas 2% em duas área de controle. A conclusão foi que a economia resultante da redução dos crimes excedeu de 2,4 a 10 vezes os custos da melhoria na iluminação de rua depois de um ano. Portanto, a relação custo-benefício foi excelente.

Aprimoramento estético

A luz branca realça o que há de melhor na paisagem noturna urbana

A iluminação arquitetônica desempenha um papel fundamental no modo como as pessoas sentem o ambiente em que vivem. Ao cair da noite, a arquitetura de uma cidade expressa-se através das luzes e não mais pelas estruturas isoladamente. Com a A luz branca utilizada de forma criativa, é possível criar harmonia com as luzes deixando habitantes e visitantes encantados e seguros.

Um ambiente natural

A luz branca também é perfeita para áreas públicas e iluminação de rua funcional, resultando em um ambiente natural, preferida por muitas pessoas quando comparada a iluminação amarela tradicional, quase 90% dos entrevistados em uma pesquisa recente a acharam mais autêntica. Além de proporcionar maior sensação de segurança, a luz branca é a escolha natural para tornar as ruas mais habitáveis e agradáveis

Embelezamento da cidade

A luz branca realça os espaços e as ostraços arquitetônicos, destacando detalhes decorativos que normalmente não seriam visíveis à noite. Ela pode ser uma contribuição positiva à forma como as pessoas se sentem em relação às suas cidades, instigando-as a sair mais à noite e gerando uma sensação real de orgulho.

Esteticamente agradável

As administrações municipais levam muito a sério o impacto que a luz tem em suas cidades. Nesse aspecto, a luz branca também é a melhor opção. O presidente da Associação de Moradores de Somosaguas em Madri, Espanha, afirmou: “A iluminação cumpre nossos rigorosos requisitos estéticos. A luz branca é muito próxima à visão natural, o que aumenta a qualidade de vida dos habitantes locais - além de valorizar os imóveis.”

Medindo a percepção das pessoas em relação à cor da luz

Um teste de campo EVALUM* foi executado em 2005 na cidade de Lyon, na França. Os estudantes que moravam no campus INSA e os moradores do 6º distrito da cidade foram solicitados para avaliar diversos tipos de iluminação. Houve uma clara preferência pela luz branca quente produzido por lâmpadas como a MASTERColour 3000K e a MASTER CosmoWhite. Os níveis de satisfação com essas lâmpadas foram maiores do que o registrado para as lâmpadas de sódio de alta pressão e a luz branca fria (4000-4200K).

* EVALUM: Evaluation de lumieres urbaines pour un eclairage durable (avaliação de fontes de luz para iluminação sustentável).

Tornando as ruas mais seguras para motoristas e pedestres

A maior visibilidade representa uma importante contribuição para a segurança na estrada. A luz branca ajuda os motoristas a detectarem o movimento da estrada mais rapidamente e de uma distância maior. Além disso, o motorista tem um tempo extra para parar caso uma criança, um ciclista, um pedestre ou um animal cruze seu caminho inesperadamente, evitando lesões graves ou até mortes.

Protegendo pedestres

A recíproca também é verdadeira; a probabilidade de os pedestres verem o tráfego próximo e reagirem da maneira adequada também é maior. Existe ainda uma nova pesquisa que prova que a melhor visibilidade também reduz os índices de acidentes entre pedestres, pois diminui as chances de eles tropeçarem em obstáculos ou superfícies irregulares em caminhos ou calçadas.

Reduzindo o tempo de resposta

Driving down response timesEstudos realizados no Lighting Research Center em Troy, Nova York, testaram se a luz branca melhora a visão (periférica) dos motoristas. Foi colocado ao lado de um trecho da estrada um painel especial que simulava o movimento de aproximação e afastamento da estrada. Treze itens passaram por uma série de testes durante o dia, e depois à noite com a iluminação amarela de sódio de alta pressão e a CosmoWhite.

Os resultados são claros

The results are clearUm total de 686 testes distintos foram realizados com o painel movendo-se em padrões aleatórios. Ao ser movido para fora da estrada, a resposta correta era acelerar; ao ser movido em direção a ela, a resposta esperada era o motorista frear. Os resultados mostraram uma diferença significativa, do ponto de vista estatístico, nos tempos de resposta entre a luz branca e a amarela para frear e acelerar. Em ambos os casos, o tempo de resposta com a luz branca foi menor.

A ciência por trás da história

Para que um objeto seja visto, é preciso haver uma certa diferença de luminância (ou seja, contraste) entre o objeto e seu plano de fundo. O limite de detecção de contraste é a diferença mínima exigida para que você possa perceber o objeto (sem necessariamente ser capaz de perceber a cor ou os detalhes). Um limite de contraste menor significa que é mais fácil detectar um objeto. Os testes mostram que a luz branca oferece um limite de luminância menor do que a luz amarela, principalmente em grandes ângulos de dispersão e níveis baixos de luminância. Isso significa que é mais fácil ver pessoas ou outros objetos com a luz branca, o que contribui para a maior segurança do motorista e de outros usuários da estrada.