sexta-feira, maio 06, 2011

Keukenhof, o Maior Jardim do Mundo

A Holanda é mundialmente conhecida como o país das tulipas.

 


Muita gente pensa que as tulipas são originárias da Holanda, tamanha a associação existente entre elas e este país. Entretanto, segundo a maioria das referências, as tulipas, na verdade, são turcas e foram levadas para a Holanda por volta de 1560, depois que o botânico Conrad von Gesner as catalogou em 1559, usando bulbos originais coletados em Constantinopla, atual Istambul. 

O nome da flor foi inspirado na palavra "tulipan" que significa "turbante" (o formato da tulipa lembra mesmo um turbante). Outras referências defendem que as tulipas são originárias da China, de onde foram levadas para as montanhas do Cáucaso e Pérsia.

Chinesas ou turcas, o fato é que elas se tornaram uma paixão para os holandeses e essa paixão pelas tulipas foi tanta que gerou até uma especulação financeira envolvendo os bulbos desta planta.


O jardim permanece em Lisse desde 1949. Antes a principal ideia era montar uma exposição de flores onde os produtores holandeses e europeus pudessem mostrar suas criações hibridas e também ajudar a Holanda na exportação de flores, que é considerado o maior do mundo nesse ramo.

As tulipas são as flores símbolo da Holanda, mas não são nativas da região. Elas vieram da Turquia, e só chegaram aos Países Baixos pelas mãos dos botânicos holandeses em 1560. O nome vem do turco ‘turband’, que quer dizer turbante, por causa da forma do botão. 

 
Keukenhof abriu suas portas  e só é possível durante dois meses por ano.

O Keukenhof é o parque de flores mais visitado da Holanda, com cerca de 700.000 visitantes anualmente. O parque é grande e mesmo em dias de muito movimento dá para andar por lá e se impressionar com a quantidade e beleza das flores. Cerca de 7 milhões de bulbos são plantados anualmente. Além das tulipas (que são maravilhosas e algumas enormes) há também outras flores.

Os jardins são plantados por diferentes expositores e há alguns que mostram as “tendências” na jardinagem. Além disto, há alguns pavilhões com arranjos, restaurantes e lojas de souvenir.

Outra atração imperdível está fora do parque. Os campos de tulipa são de uma beleza e cor indescritíveis. As fotos acima mostram uma pequena parte. É literalmente um “mar de tulipas”.

Um bom jeito de localizar os campos mais próximos, é subindo no moinho que fica dentro do parque. É possível alugar bicicletas e seguir alguns roteiros (que variam de 5km a 25km) para visitar os campos.

Há várias maneiras de se chegar ao Keukenhof usando transporte público.









O responsável pelos desenhos dos quase cinco mil canteiros de Keukenhof é o holandês Jasper van der Zon. Durante um ano ele planeja no computador a renovação das formas e das cores. A partir dos projetos, encomenda as flores dos melhores produtores da Holanda, com mil variedades de tulipas diferentes.

Outra atração do parque é o charme de um moinho de 180 anos, de onde sai o barco para um passeio de uma hora. Com motor elétrico e silencioso preservam os canais, patrimônio histórico da Holanda. O barco desliza entre as lavouras amarelas de narcisos, e passa por homens colhendo tulipas que no dia seguinte estarão em toda Europa ou em dois dias, até no Brasil.

O parque têm uma exposição permanente de flores e a maior coleção de tulipas do mundo, em 600 variedades diferentes. Um dos tapetes têm preferencialmente tulipas crespas, que são muito raras, como uma chamada de ‘parrot’, com 20 centímetros de diâmetro, outras com bordas que parecem cristais de gelo, e outras tulipas que lembram plantas carnívoras ou com pontas exibidas - enfim, um paraíso aqui na terra. 


fonte: http://www.ajanelalaranja.com/2007/05/dica-da-holanda-keukenhof-o-parque-das.html
http://www.jardimdeflores.com.br/floresefolhas/A19tulipa.htm

Projeto - UP - Usina de projetos

Maquete Eletrônica da topografia do terreno do INSA - Projeto da UP - Usina de Projetos

quinta-feira, maio 05, 2011

Hospedagem nas pedras

Empresa norte-americana de arquitetura cria projeto para construir resort diferente nas rochas da Jordânia


Parece coisa de ficção mas, no que depender dos arquitetos da Oppenheim, em um futuro próximo, a paisagem de montanhas rochosas da Jordânia vão abrigar suítes de hotel. Assim, os turistas poderão ter uma experiência única até mesmo na hora de dormir. O projeto da empresa norte-americana é realizar uma integração intensa com a natureza local, fazendo cortes geométricos nas pedras, que servirão como acomodações. “A forma da construção emerge silenciosamente, explorando e reforçando a beleza natural do lugar”, dizem os responsáveis pelo projeto, no site da Oppenheim.

Divulgação
A fachada do resort, com janelas inseridas em recortes da montanha
Divulgação
Vista para as águas
Divulgação
À noite, com as janelas iluminadas, a paisagem se transforma

quarta-feira, maio 04, 2011

Tokyo: Restaurante Alice no País das Maravilhas


Restaurante em Tóquio com a decoração do mundo mágico de “Alice no País das Maravilhas”.

As mesas ganharam disfarce de cartas de baralhos, as divisórias são o labirinto da Rainha de Copas e mais fofuras sem fim. Não é demais?


O estúdio de design japonês Fantastic Design Works mostra o 4o. restaurante aberto em homenagem a Alice no País das Maravilhas pelo Diamond Dinning.

Situado em uma cidade que é fascinada por restaurantes conceituais, este último estabelecimento de Tóquio apresenta uma combinação criativa de decoração psicodélica com  design dramático e garçonetes vestidas em trajes de Alice. Localizado na zona comercial de Tóquio, o distrito de Ginza, o restaurante tem um espaço de 2.254 metros quadrados, que é dividido em várias cenas do filme de 1951.











 

Laje nervurada

Uma das novas opções, laje nervurada pode reduzir gastos com materiais de construção e mão de obra


André Arquitetura Integrada/Divulgação
Lage nervurada
Laje nervurada permite alterar a disposição dos ambientes, mobiliários e equipamentos
A evolução da arquitetura, que leva à aplicação de vãos cada vez maiores nos projetos residenciais e comerciais, e o alto custo das formas de madeira e metálicas, tornaram as lajes maciças desfavoráveis economicamente, na maioria das construções. Nesse cenário, surgem como uma das opções a laje nervurada. De acordo com o engenheiro civil da Oliveira Silva Consultoria e Projetos, Pedro de Oliveira Silva, ela é basicamente composta por vigotas ou nervuras, de altura e espessura relativamente baixas quando comparadas com as seções de vigas tradicionais, espaçadas simetricamente entre si de maneira a formar estrutura similar a uma grelha.

A utilização das lajes nervuradas, afirma ele, resulta na versatilidade de poder alterar as disposições dos ambientes, mobiliários e equipamentos. Na opinião do engenheiro, a laje nervurada é ideal para empreendimentos que necessitam de vãos entre vigas ou pilares maiores, como edifícios comerciais e institucionais e projetos residências ousados. "Não vale a pena utilizar essa tecnologia em casas com ambientes pequenos".

A definição pela estrutura nervurada ou maciça, diz ele, deve partir do engenheiro, levando em consideração a qualidade do produto, quando o cliente pretende investir, e o tamanho dos vão livres em cada ambiente. Para o especialista, optar por um ou outro tipo de metodologia na construção de residências, por exemplo, dependerá do projeto. Ele lembra que para obter bom nivelamento da laje maciça é preciso muita madeira, atenção com o escoramento, com o tamanho dos vãos e capricho ao espalhar o concreto, seja pronto ou virado na obra. Além disso, o uso de madeira com falhas, alerta ele, pode fazer o escoramento romper e provocar queda das peças durante a concretagem, colocando em risco a vida dos empregados.

As lajes nervuradas, por possuírem menos vigas, podem proporcionar ainda economia nas formas e na redução da mão de obra com amarração das armaduras. Outras vantagens: elas são duas vezes mais resistentes ao fogo, facilitam a execução da armação e instalações elétricas e hidráulicas. "Dependendo da obra, a aplicação dessa tecnologia pode representar economia em torno de 10% em comparação com a laje de concreto armado", contabiliza o engenheiro.

Arquiteta da Archè Arquitetura Integrada, Denise Neves diz que a estrutura convencional contém muitos pilares de sustentação, reduzidos para um ou poucos com o uso da laje nervurada, tornando o ambiente com vão enorme. Permite, também, projetar pé-direito e elimina problemas como furação de vigas. "Além do ganho técnico construtivo, o modelo oferece um ganho estético muito interessante", ressalta ela.

À medida que os vãos cresceram e as alvenarias foram apoiadas sobre a laje, explica Denise Neves, o emprego de laje maciça leva à espessuras antieconômicas. Ela ressalta que a utilização da laje nervurada é opção competitiva quando se trata de grandes vãos livres, da ordem de sete a 15 metros entre apoios. No sistema nervurado, afirma a arquiteta, tem-se alívio do peso próprio da estrutura e aproveitamento mais eficiente dos materiais, aço e concreto, já que a mesa de concreto resiste aos esforços de compressão e a armadura os de tração.

Denise Neves diz que o conhecimento de tecnologias e materiais é indispensável para o sucesso do projeto e que também o arquiteto tenha domínio sobre essas questões técnicas. Ela sugere que, diante da variedade de opções, oriente o cliente qual é a melhor para o projeto. "A função do arquiteto não se limita apenas a conceber uma bela arquitetura, mas deve-se estender ao gerenciamento dos diversos projetos envolvidos no empreendimento, bem como a interface com o construtor", completa.

Por definição normativa, (ABNT NBR 6118:2003) lajes nervuradas são lajes moldadas no local ou com nervuras pré-moldadas, cuja zona de tração é constituída por nervuras entre as quais pode ser colocado material inerte. Esses materiais de enchimento entre as nervuras visam diminuir o peso próprio da estrutura e melhorar o acabamento do elemento, quando comparado com a laje maciça tradicional.

Ousadia surpreende


Ao conceber o projeto da residência da dentista Andréia Malta Carrara, no Vale dos Cristais, em Nova Lima, Região Metropolitana, Denise explorou a solução estrutural, que surpreende pelos balanços ousados. Apesar da importância que as lajes nervuradas de concreto assumem como geradoras do espaço - é a partir delas que se desenvolve o raciocínio arquitetônico -, outros elementos sobressaem: casa afastada do solo, pé-direito alto, sala com 9,70m por 7,70m de vão livre e garagem com 8m por 6,50m.

De acordo com Andréia, a decisão pela laje nervurada só foi autorizada após ouvir a opinião de um engenheiro amigo da família. "Não sabia que existia esse tipo de laje. Quando me sugeriram, eu me informei sobre segurança e viabilidade". Segundo o engenheiro Pedro de Oliveira, outras vantagens são reflexo direto no custo ou facilidade de execução com o uso da laje nervurada.

"Como as lajes trabalham com tensões relativamente baixas, é possível retirar antecipadamente o escoramento e as fôrmas e aumentar a velocidade da obra. A ausência de vigas leva à economia de material, redução do peso próprio da estrutura e da mão de obra e melhor aproveitamento dos espaços", comenta. Ele diz que estão sendo feitas pesquisas para o emprego de garrafas PET como elemento inerte entre as nervuras na Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), em Sobral, Ceará. O uso da PET possibilitaria economia superior a 40% sobre o custo de lajes de materiais convencionais, além de ser ecológico.

terça-feira, maio 03, 2011

Norman Foster projeta edifício multifacetado

Divulgação: Foster + Partners
Edifício do CITIC Bank, em Hangzhou, na China, se destaca pela estrutura aparente e diferentes formas geométricas


Divulgação: Foster + Partners

Foi iniciada a construção do projeto do escritório Foster + Partners para a sede do CITIC Bank, na cidade de Hangzhou, na China. O edifício é construído ao lado do Rio Qian Jiang, local que está se tornando um novo centro empresarial na cidade.


O projeto se destaca pela sua forma multifacetada: na face sul, a fachada próxima à base do edifício toma a forma de "V" simétrica. Acima desse ponto, os pavimentos se alongam para permitir vistas panorâmicas. A estrutura aparente da face norte foi desenhada também em formas geométricas, sempre na cor bronze.

As fachadas, em vidro, permitem a iluminação natural. Além disso, o escritório afirma que o edifício maximiza a área permitida para sua construção e não atrapalha a visão de outros edifícios ao redor.

Na base da torre, o saguão com pé-direito de 30 m em forma de "A" se estende por 72 m, para proporcionar uma "experiência dramática" de entrada. Através do saguão é possível chegar ao átrio central em forma de diamante, que acompanha os 20 pavimentos do edifício, promovendo a ventilação natural. Nos últimos andares, há jardins, além de um mezanino, que conta também com uma área VIP e salas de reuniões.
Segundo David Nelson, do escritório Foster + Partners, "o desafio (do projeto) foi criar um novo edifício, que se harmoniza com o seu entorno e ainda tem a sua própria integridade e presença".




Divulgação: Foster + Partners fonte: piniweb.com.br


O Blub Club Loung

 


O Blub Club Loung é um restaurante desenhado por Elia Felices Interiorismo, localizada em Barcelona na Espanha. A inspiração é como se você estivesse no interior de um submarino, e  de que forma isso foi resolvido isso na decoração? Basicamente muitas plantas e jogo de luzes é claro, junto ao sistema de RGB que trouxe a sensação do frescor e o colorido no ambiente. Em cima das mesas  iluminação pontual com um foco bem definido, valorizando a madeira da mesa e criando um ambiente mais intimista.








Fonte : Design Milk.

segunda-feira, maio 02, 2011

Acompanhamento de Obra

Projeto 3d ARQUI-DESIGN 


ARQUITETOS: ALEX BARROS E LORENA CAVALCANTI
Residência no Bairro do Catolé - Campina Grande - PB