segunda-feira, junho 06, 2011

O mundo no século XXI, imaginado pelos nossos avós

Inventores pensavam em tecnologias inusitadas para a solução de problemas da época. E não é que eles acertaram algumas?

Arquiteto


No início do século XX, mais precisamente em 1910, uma série de gravuras foram desenhadas para mostrar às pessoas como seria o mundo em 2000. Naquela década, Santos Dumont havia provado que o homem poderia voar a bordo de aviões impulsionados por motores a gasolina - esta era a tecnologia que mais impressionava as pessoas naquele momento.

A automação e o aproveitamento máximo da mão de obra, frutos da Revolução Industrial, também figuravam entre as principais preocupações dos inventores. É o que se pode comprovar nas imagens abaixo - um exercício de Futurologia feito pela geração dos nossos avós:


A videoconferência já era imaginada - e desejada - no início do século passado!


Será que os barbeiros perderiam seus empregos?


Nas salas de aula, lições seriam distribuídas por meio de um gramofone com vários fones


Carros voadores: eles também faziam parte do imaginário


fonte:  http://expositions.bnf.fr/utopie/feuill/index.htm e http://olhardigital.uol.com.br/cache_true/jovem/digital_news/noticias/o_mundo_no_seculo_xxi_imaginado_pelos_nossos_avos

domingo, junho 05, 2011

Dia Mundial do Meio Ambiente


Preservar é mais que estar na moda: é garantir um mundo melhor para você e sua família!


Ser verde está na moda. E é imprescindível. Atitudes relacionadas ao consumo, desperdício, poluição e formas sustentáveis de geração energia estão em voga, e nosso desenvolvimento e permanência aqui pela Terra depende delas e de novas ideias. 

Para promover atos em prol da natureza, a ONU criou, em 1972, o Dia Mundial do Meio Ambiente, que acontece todo 05 de junho. A data recorda o dia de abertura da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Humano (Estocolmo, 1972), que culminou com a criação do Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente).
Repense seus atos
 
A ocasião é excelente para repensarmos atitudes diárias e passar aos filhos, amigos e parentes, consciência ecológica. Atitudes simples, como fechar a torneira quando escovar os dentes ou chuveiro durante o banho ajudam a economizar muitos litros d'água. Em vez de 180, você passa a gastar 48 litros de água por ducha, por exemplo. A ONG Redes das Águas tem mais informações sobre como não disperdiçar o líquido mais precioso do planeta.

Cada gesto pode ser direcionado para ajudarmos na construção de uma sociedade ecologicamente mais organizada. Vai fazer compras? Não esqueça as ecobags, que agora trazem assinaturas de estilistas famosos e viraram artigos fashion. Em Belo Horizonte, já existe lei que proíbe o uso de sacolas plásticas pelo comércio e quem desobedece leva multa em dinheiro. No Rio de Janeiro, os estabelecimentros devem oferecer sacolas reutilizáveis e os consumidores que optarem por não levar os sacos plásticos para casa recebem um ressarcimento.

sexta-feira, junho 03, 2011

Telhado branco

Depois do teto verde, ou cobertura jardim, agora é a vez do telhado branco. Em ambos os casos, a ideia é melhorar o conforto térmico dentro das casas. A segunda opção parece mais fácil de implantar do que a primeira, mas essa é uma discussão que só está começando. Pelo menos no Brasil.

Apesar dos telhados cobertos por vegetação serem mais eficientes (por cobrirem uma área de exposição ao sol bem maior), para quem não pode ter um telhado assim, muros verdes também produzem um efeito parecido, se não conseguir colocar vegetação no telhado, tente colocar nos muros!

Neste caso, para o telhado, temos uma alternativa, ela não é tão eficiente como a outra, mas ajuda...

Se você viu o filme “Uma Verdade Inconveniente”, do Prêmio Nobel da Paz, Al Gore, sabe que a cor branca dos pólos reflete de 80 a 90% da luz solar. Quando derretem, acabam com o mesmo índice de reflexão do oceano: 8%, em média. Ou seja, quanto mais os pólos derretem, mais eles próprios contribuem para o aquecimento global. Aplicando essa teoria, podemos traçar um paralelo para a realidade de sua casa. Não dá para trazer a neve para sua casa, certo? Então, por que não trazer a cor branca? Pintar telhados e paredes de branco pode fazer com que até 90% da luz incidente seja refletida, já que a tinta dessa tonalidade rebate de 50 a 90% dos raios solares. O professor de Física das Construções da USP, Racine Prado, diz que: “O branco refletivo ou o aluminizado refletem 90% da radiação solar. Com as superfícies externas da casa pintadas de branco, menos calor penetra na casa e a temperatura interna pode variar até 5°C”. No mínimo, você ganha em conforto térmico e usa menos ar-condicionado.

OBS: A tinta vermelha ou marron só reflete de 20 a 35% e as cores laranja e cinza ficam na média dos 50 e 30% respectivamente.

Para quem achou colocar vegetação no telhado difícil ou trabalhoso, está alternativa é bem mais fácil de fazer. Vamos fazer a nossa parte!!!

Fonte: Revista Superinteressante.

terça-feira, maio 31, 2011

Sustentabilidade

Cuidados simples, alguns até já praticados, podem fazer diferença na natureza

Mais que uma realidade, cada vez mais a casa sustentável é uma necessidade. Para ficar no dado: a construção civil é o segmento que mais consome matérias-primas e recursos naturais no mundo, de acordo com o Instituto para o Desenvolvimento da Habitação Ecológica (Idhea). Para ficar no positivo: construções sustentáveis podem reverter o quadro de degradação ambiental e preservar os recursos naturais para gerações futuras.

Em tempos de mudanças climáticas, quanto mais opções que poupem o meio ambiente, melhor. E a maioria das inovações não é cara ou dá retorno financeiro a médio e longo prazo, o que pode sensibilizar bolsos mais resistentes.

Confira abaixo nove dicas para construir uma casa ambientalmente amigável. Na maioria, são cuidados simples, alguns que até já são praticados, que podem fazer diferença na natureza.
  1. Como se trata de um mercado em constante renovação, informe-se sempre pela internet e com quem trabalha com esse tipo de material quais são as novas tendências
  2. Troque os materiais de construção pelos produzidos com baixo custo ambiental. Por exemplo, tijolo de solo-cimento em lugar do tradicional. Pode custar mais, mas dispensa o acabamento com massa corrida, ou seja, o custo fica zero a zero
  3. Isole bem a casa, como forma de aproveitar ao máximo a refrigeração e o aquecimento, evitando desperdício
  4. Sistemas de captação de energia solar e de água da chuva são mais complexos de serem instalados, mas dão resultados e retorno do investimento a médio e longo prazo
  5. Medidores de consumo de água ajudam a controlar e reduzir o consumo
  6. Troque lâmpadas comuns pelas fluorescentes, que consomem menos
  7. Em vez de ar-condicionado, use ventiladores de teto. Também servem no frio, para movimentar o ar quente concentrado no alto
  8. Algo de baixo trabalho e alto rendimento: plantar árvores. Se forem frutíferas, melhor: você pode consumir a produção e até iniciar sua própria horta
  9. Dê preferência a utensílios do lar eletrodomésticos com certificados de que não agridem o meio ambiente, como vassouras feitas a partir de mata desmatada legalmente

segunda-feira, maio 30, 2011

O que fotografar na obra?


Fotos tiradas durante a obra ajudam a identificar serviços malfeitos e a divulgar soluções técnicas adotadas no canteiro



O registro fotográfico das atividades que se passam no canteiro pode ajudar a identificar serviços malfeitos, a melhorar os procedimentos da empresa e a divulgar boas práticas adotadas na obra. Mas, para não perder tempo tirando fotos que não terão utilidade no futuro, é preciso saber o que fotografar e como as imagens capturadas poderão ser usadas.

Adriano Bastos, coordenador de obras da REM Construtora, sempre carrega uma câmera digital na mala. "Eu fotografo as obras que visito não só para acompanhar sua evolução, mas para usar as imagens em reuniões da construtora e relatórios internos", revela o engenheiro, que destaca também a importância das fotos para identificar pontos a serem aprimorados nos serviços executados nas obras.

Nas construtoras que promovem treinamentos internos, o uso das imagens é fundamental para facilitar a visualização do conteúdo transmitido nas salas de aula. "Tenho um registro histórico das etapas de obras, principalmente dos sistemas construtivos, das dificuldades encontradas e do que dá certo e do que dá errado na execução. Isso serve como material didático para cursos e treinamentos internos da empresa", afirma Fabio Luis Garbossa, diretor de operações da construtora BKO.

Bastos lembra que as fotos também revelam detalhes que muitas vezes passam despercebidos na hora das visitas técnicas. "É comum, por exemplo, perceber depois que os operários não estavam usando equipamentos de proteção individual", relata. "Quando isso acontece, já encaminho a imagem para o técnico de segurança da obra e ela toma as medidas necessárias", salienta.

Carla Andrade da Silva, técnica em edificações e arquiteta, explica que, além de ajudar a solucionar problemas, a fotografia ajuda a envolver na obra profissionais que normalmente ficam mais distantes do canteiro. "Na obra, muitas vezes o arquiteto e o engenheiro estrutural não estão presentes, por exemplo. As fotos aproximam estes profissionais da obra e os incluem no processo de melhorias continuas", destaca.


Fotos: divulgação BKO e REM Construtora

DICA S DE FOTOGRAFIA
» No momento de tirar a foto, segure a câmera com firmeza para que a imagem não saia tremida;
» Planos abertos servem para mostrar a disposição geral dos elementos no ambiente;
» Para detalhes técnicos, como o registro do posicionamento das armaduras, prefira as fotos mais fechadas. Se necessário, chegue bem perto do objeto para obter melhores imagens;
» Logo após tirar a foto, veja na tela se a imagem está nítida; repita o procedimento se a foto estiver ruim.

O QUE FOTOGRAFAR?
Para que a câmera fotográfica se torne uma ferramenta de trabalho útil, não basta sair clicando pelo canteiro. É preciso escolher o que será registrado e saber como as imagens podem ser usadas. Veja abaixo quais os locais e atividades mais importantes a fotografar enquanto a obra acontece.

Fotos: Marcelo Scandaroli
Estoque
Muitas vezes materiais de construção são perdidos devido ao armazenamento inadequado. Fotografar o estoque pode ajudá-lo a identificar problemas dessa natureza.
Contenções
O trabalho de contenção do terreno é complexo e delicado. As fotos da sequência construtiva ajudam no acompanhamento dos serviços.

Estrutura
Capture imagens dos procedimentos de montagem das fôrmas e do posicionamento das armaduras e dos eletrodutos antes da concretagem.
Transporte de materiais
A falta de cuidados no transporte pode ocasionar danos em materiais delicados como blocos e peças de vidro. Registre a atividade e descubra se é preciso corrigir ou melhorar os procedimentos.
Divulgação: REM Construtora Fundações
Registre a imagem dos equipamentos e da sequência construtiva. Compartilhe- as com o projetista de fundações, que poderá ajudar na fiscalização dos trabalhos.
Concretagem
As imagens de como o concreto penetra e se acomoda na fôrma podem ser relevantes em concretagens complexas, como a de peças com armaduras mais densas.
Fotos: Marcelo Scandaroli Cura do concreto
A cura inadequada do concreto pode resultar em fissuras em sua superfície. Fique atento a esses detalhes e fotografe-as, caso sejam identificadas.
Esquadrias
O chumbamento correto do contramarco depende do conhecimento prévio do tipo de revestimento da parede. Registre exemplos certos e errados e aproveite- os depois nos treinamentos.
Grauteamento
Sempre que for feito o grauteamento de fissuras e nichos de concretagem, registre a sequência executada. É uma comprovação de que as medidas corretivas adequadas foram tomadas.
Instalações elétricas e hidráulicas
Registre onde estão as passagens de instalações elétricas e hidráulicas. As imagens servirão para produzir o manual do proprietário, que o orientará em futuras reformas.
Alvenaria
Fotos dos procedimentos de execução, como da primeira fiada, dos demais blocos, da verificação do prumo e do nivelamento das paredes do assentamento servem de apoio para treinamento de operários.
Revestimentos de fachada
Mostre como foram feitas as juntas de dilatação, que ajudam a evitar que o revestimento fissure. Caso apareçam fissuras, fotografe-as, registrando também as ações corretivas adotadas.
 FONTE: http://www.equipedeobra.com.br//construcao-reforma/36/camera-na-mao-fotos-tiradas-durante-a-obra-ajudam-216081-1.asp?

domingo, maio 29, 2011

"Box House" mostra que habitação popular pode, sim, ter alta qualidade, estética inovadora e um belo design

O premiado projeto "Box House" mostra que habitação popular pode, sim, ter alta qualidade, estética inovadora e um belo design.

 

 

Situado no bairro periférico da Brasilândia, na zona norte de São Paulo, o conjunto reúne 17 residências, em um terreno de 1.011 m². A demanda foi da própria incorporadora: um projeto diferenciado, destinado às classes C e D, com extrema qualidade e sem custos extras. Ao receber a proposta, em 2007, o arquiteto Yuri Vital enxergou o ineditismo da iniciativa no mercado brasileiro, que, nas últimas décadas, vem assistindo a um boom na construção de habitação popular de baixa qualidade. “São paradigmas ingênuos e preconceituosos”, critica o arquiteto.
Vista para a comunidade: o projeto tira partido do próprio terreno, alto e com grande declive, cujo entorno pode ser visto das varandas de todas as casas
Sem monotonia
As casas são geminadas, porém construídas a partir de volumes, desníveis e recuos. A proposta fugiu dos padrões usuais aplicados aos conjuntos habitacionais brasileiros criados ultimamente
Versão ousada
Inspirado em conjuntos habitacionais brasileiros dos anos 1960, Vital apostou na simplicidade. As casas de 46 m² são como “caixas”, e a solução para não ultrapassar a altura de seis metros definida pelo gabarito municipal foi construir a garagem em declive, abaixo do nível do terreno. No primeiro pavimento estão sala, lavabo, cozinha e área de serviço. No segundo andar, dois quartos e um banheiro.
Na entrada da vila, fechada com portão e cancela, foi reservado um pequeno espaço para o playground.




Como alternativa ao asfalto, os bloquetes de concreto da rua interna ajudam a minimizar o calor e ainda facilitam a absorção de água
Democracia
As casas foram vendidas em leilão público por R$ 90 mil. Hoje, os moradores convivem com
interessados pelo projeto, que ganhou prêmios, como o do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB)
Novas tecnologias e baixo custo
A ideia inicial do arquiteto era utilizar a tecnologia de bloco estrutural. Porém, em função de demandas construtivas, optou por misturar essa técnica à alvenaria tradicional.
Ainda assim, foi obtida economia de 30% em relação ao método convencional. Explica-se: a alvenaria estrutural necessita de quantidade menor de concreto, pois canos e fios passam por dentro dos blocos durante o levantamento das paredes – no método tradicional, as superfícies são “rasgadas” depois de prontas.
Estrutura eficiente e detalhes discretos
Amplas esquadrias de alumínio colaboram para a ventilação e iluminação das residências. Outra solução: a laje de concreto é coberta com telhas comuns, que evitam o calor, mais uma vantagem das habitações populares brasileiras da década de 1960, que aqui foram adotadas. Detalhes, como os avanços nas portas de entrada, trazem mais riqueza estética ao projeto. Nichos, como os que existem abaixo da escada e ao fundo da garagem, aproveitam ao máximo a estrutura compacta.
As cores da fachada foram padronizadas: cinza e vermelho criam identidade contemporânea. Mas os interiores ganharam a personalização de cada morador
Na parede lateral, o cobogó, outro nome para definir o elemento vazado, ajuda na iluminação e ventilação.
fonte: http://portalcasaecia.uol.com.br/ESCM/economia-obra/7/artigo215670-2.asp

Designer reinventa lustre de cristal com objeto inusitado

Conheça o guarda-chuva de luz do designer Philippe Starck


A combinação entre um elemento clássico de decoração, como um lustre de cristal, e um objeto banal e cotidiano, como um simples guarda-chuva, é improvável. No entanto, não é impossível. Que o diga o designer Philippe Starck, que uniu as duas coisas para criar o Marie Coquine Chandelier para a marca francesa Baccarat. Além de ter um visual diferente, tornando-se quase uma escultura na sala, a peça tem utilidade, já que a parte de cima do guarda-chuva ajuda a difundir a luz de forma suave no ambiente. O inusitado lustre faz parte da linha Highlights Collection.

Divulgação
Divulgação


fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI220379-16802,00-DESIGNER+REINVENTA+LUSTRE+DE+CRISTAL+COM+OBJETO+INUSITADO.html

quinta-feira, maio 26, 2011

A mesa de trabalho revela quem é seu dono

 Local organizado pelo profissional pode revelar aspectos interessantes sobre seu perfil e detalhes indesejáveis.

 

Ter em cima da mesa somente as ferramentas essenciais para a rotina diária é o importante, segundo especialistas.

 Para quem passa muito tempo no trabalho, a mesa pode se tornar uma segunda sala de estar: fotos, objetos decorativos, plantas, livros e até bonbonnières com guloseimas. Com uma rápida olhada ao canto do colega ao lado, fica fácil saber mais sobre ele. A mesa de trabalho pode revelar muito do dono - inclusive o que ele não deseja.
A consultora de imagem corporativa Renata Mello diz que é natural o desejo de criar uma atmosfera de conforto no ambiente profissional, sobretudo quando se passa muito tempo nele. Num local competitivo, no entanto, o excesso de personalização pode imprimir uma imagem distorcida.

Na medida certa, brinquedinhos e objetos com referências ao universo infantil podem passar a ideia de criatividade; em exagero, acusam infantilidade. "Trabalho não é lugar de expor intimidade", explica Renata. "A etiqueta da mesa de trabalho vale muito em profissões formais, e salas e baias que são compartilhadas", completa.

Bagunça organizada? - Uma mesa cheia de papeis e livros não é, necessariamente, desorganizada. "Tudo depende do perfil de trabalho", diz a home organizer Ingrid Lisboa. "Mas volume de trabalho também não é sinônimo de bagunça", pondera.

Ingrid recomenda ter em cima da mesa somente as ferramentas essenciais para a rotina diária. "O que não é de uso imediato, descarte ou arquive em pastas", aconselha.

Cíntia Covre, especialista em organização da Otimiza Design, acrescenta que não adianta retirar tudo de cima da mesa e entulhar em gavetas. "O importante é saber onde estão as coisas", diz. Para quem não consegue evitar excesso de material sobre a mesa, a especialista sugere o uso de acessórios funcionais. "Um porta-canetas, um porta-trecos e uma pasta de arquivos, por exemplo, são essenciais e decoram."

Cuidado com o que sua mesa diz de você

- Pilhas de papeis e livros espalhados: demonstra desleixo e falta de habilidade com organização. DICA: Evite empilhar coisas. Organize seus papeis em pastas;

- Bichinhos, elementos infantis e muitas plantas: personalidade sensível, que pode ser confundida com imaturidade; alguém que não está preparado para uma promoção, por exemplo. DICA: escolha apenas um objeto;

- Porta-retratos com fotos pessoais, inclusive de turmas em baladas. Demonstra exibicionismo, alguém que só pensa em diversão. DICA: Seja discreto. Prefira fotos da família e dos colegas;

- Mesa vazia: O pessoal da limpeza agradece, mas demonstra que você não tem vínculos profundos, não vai permanecer muito no emprego ou está sempre em férias;

 

quarta-feira, maio 25, 2011

Luminárias de latinhas retrôs


Esta cozinha cinza aberta para a sala é parte do projeto de um apartamento em São Paulo, reformado pelo designer de interiores Gustavo Jansen. O ar retrô do ambiente fica por conta das luminárias de Ingo Maurer, feitas com latinhas da famosa sopa Campbell's. Para se inspirar e pensar em novas possibilidades de reuso de materiais que iriam para o lixo.


Foto: Marcelo Magnani

terça-feira, maio 24, 2011

Painel inspirado no cordel unifica blocos desiguais

O painel tem 80 desenhos inspirados em xilogravuras de livretes de cordel

O painel tem 80 desenhos inspirados em xilogravuras de livretes de cordel

Inaugurado no reinado de d. Pedro 2°, o prédio onde funciona a Assembleia Legislativa de Alagoas ganhou com o tempo anexos que contribuíram para sua desvalorização no contexto urbano. O projeto do arquiteto Mário Aloísio Melo usa um painel vazado de alumínio, com desenhos inspirados na cultura popular alagoana, para unificar os blocos secundários e criar uma composição que devolve ao prédio sua importância na paisagem.
A Assembleia Legislativa de Alagoas ocupa o Palácio Tavares Bastos, construção de 1851 localizada no centro de Maceió. Com o passar dos anos, o prédio foi se tornando pequeno para as atividades parlamentares e ganhando anexos nas faixas laterais e do fundo do lote, onde passaram a funcionar os gabinetes dos deputados. Com exceção do primeiro bloco, projetado por Zélia Maia Nobre e implantado no flanco direito, os demais não tinham valor estético nem estabeleciam relação com o palácio, o que diminuiu sua importância no contexto urbano.

Além da ausência de identidade arquitetônica, os acréscimos não ofereciam condições adequadas para acomodar deputados, assessores e demais funcionários, o que levou à abertura de uma licitação para adaptar a edificação às necessidades diárias. A solução vencedora, apresentada por Mário Aloísio Melo, do escritório Traço Planejamento e Arquitetura, partiu da ampliação dos anexos e da unificação das fachadas.
Os anexos contornam o Palácio Tavares Bastos, inaugurado em 1851
Os anexos contornam o Palácio Tavares Bastos, inaugurado em 1851
Os painéis de alumínio unificam os blocos anexos construídos em torno da Assembleia Legislativa
Os painéis de alumínio unificam os blocos anexos construídos em torno da Assembleia Legislativa
O acesso principal está no centro do prédio original
O acesso principal está no centro do prédio original
“O grande problema era a falta de espaço. Havia departamentos que a Assembleia queria levar para o prédio principal, mas não tinha lugar. Também não havia como adquirir terrenos adjacentes, pois o edifício está em uma área com cerca de dez metros de desnível em relação às ruas de fundo e laterais. A saída foi ocupar todo o limite do perímetro e criar o pavimento superior dos anexos. Com isso conseguimos atender os atuais 28 deputados, mas se o número aumentar não haverá lugar para todos”, resume Melo.

O aumento na área construída é de pouco mais de 1,3 mil metros quadrados.
Todas as construções existentes foram mantidas e reestruturadas em acordo com as novas cargas previstas; apenas um dos volumes necessitou de estrutura completamente nova.

Além de diversos modelos de esquadrias e acessos autônomos, os anexos tinham diferentes níveis de piso, problema que foi resolvido com a criação de rampas que permitiram integrá-los como se fossem uma edificação única.

Detalhe da face leste
Detalhe da face leste
O detalhe da face oeste mostra o contraste entre o novo e o antigo
O detalhe da face oeste mostra o contraste entre o novo e o antigo
A passarela preexistente ganhou novas esquadrias de fechamento e manteve sua função original, de interligar os anexos ao plenário, localizado no primeiro andar do palácio. As antigas entradas independentes foram substituídas por uma nova, sob a passarela.

Externamente, a unificação dos blocos já previa o uso de uma pele metálica vazada de grande apelo estético, que ajudasse a resgatar a importância do prédio original.

“Ao pesquisar as opções, encontrei o artista plástico J. Maciel, que criou o painel compositivo com cerca de 80 imagens representativas da cultura popular alagoana, inspiradas nos livretes de cordel”, detalha Melo.
Com seis metros de altura e 200 de extensão, essa pele é formada por aproximadamente 2,4 mil módulos de 80 x 80 centímetros, feitos com alumínio reciclado fundido. Em acordo com o projeto, ela deveria estar a 60 centímetros das paredes, a fim de possibilitar a realização de serviços de pintura e manutenção.
Porém, como o alinhamento externo varia, em alguns pontos essa distância é bem menor. “Só percebemos o problema na hora de instalar o painel. Se tivéssemos visto antes, teríamos encontrado um jeito de resolver”, lamenta o arquiteto.

O projeto abrangeu ainda algumas intervenções no palácio, a maioria a título de manutenção, como troca de reboco e pintura. A exceção ficou por conta da abertura de uma sala para a imprensa na parte de trás do plenário e da instalação do estúdio da TV Assembleia na porção frontal.
Também foram reformulados os setores de atendimento ao público e aqueles que funcionam diretamente ligados ao plenário, tais como taquigrafia, atas e protocolos. Como o plenário havia sido reformado há pouco tempo, não demandou intervenção.
No total são 2,4 mil módulos de 80 x 80 centímetros, feitos com alumínio reciclado fundido
No total são 2,4 mil módulos de 80 x 80 centímetros, feitos com alumínio reciclado fundido
O prédio onde funciona o Legislativo foi originalmente construído para ser a sede do Tesouro estadual
O prédio onde funciona o Legislativo foi originalmente construído para ser a sede do Tesouro estadual
Desenhos
O bloco dos anexos ganhou um pavimento, o que permitiu acomodar os 28 deputados
O bloco dos anexos ganhou um pavimento, o que permitiu acomodar os 28 deputados
Passarela interliga os anexos ao plenário, no primeiro andar do prédio antigo
Passarela interliga os anexos ao plenário, no primeiro andar do prédio antigo
Vista posterior do prédio. O desnível entre as ruas chega a dez metros
Vista posterior do prédio. O desnível entre as ruas chega a dez metros
Passarela ganhou novas esquadrias de fechamento
Passarela ganhou novas esquadrias de fechamento
Texto de Adilson Melendez
Publicada originalmente em PROJETODESIGN
Edição 366 Agosto de 2010

Cabides feitos de cadeiras recicladas

Faça como o designer italiano Antonello Fusè: crie suportes de roupas personalizados para seu armário.

   Divulgação


Que tal dar uma nova vida àquela cadeira sem uso, esquecida num canto qualquer de sua casa? O designer italiano Antonello Fusè dá a dica: transformar o encosto do móvel em um divertido cabide de roupas. Para fazê-lo não é preciso muita técnica. Basta cortar a parte a ser utilizada e inserir um gancho de metal. O acabamento fica a critério de cada um. Os cabides feitos pelo artista estão à venda na Europa pelo site Resing e os preços variam entre 10 e 15 euros.

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segunda-feira, maio 23, 2011

Já viu uma cadeira com pernas invisíveis?

Designer americano cria móvel com inspiração ilusionista



Você arriscaria se sentar em uma cadeira em que três, das quatro pernas, estivessem quebradas? Provavelmente não. No entanto, se o móvel for assinado pelo designer americano Peter Bristol, você pode perder o receio. É que o artista criou a Presidente Cut a partir de uma ilusão de ótica. O segredo da peça está na placa de metal escondida sob um espesso tapete que dá a sustentação perfeita ao objeto



  Divulgação

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fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI233641-16802,00-JA+VIU+UMA+CADEIRA+COM+PERNAS+INVISIVEIS+ACREDITE+SE+QUISER.html