domingo, agosto 21, 2011

Resort no deserto é refúgio de milionários



Foi-se o tempo em que o deserto era território exclusivo de beduínos e seus camelos, domínio hostil e poético onde poucos se atreviam a viver. Hoje – por que não? – o deserto é também um exótico destino do turismo de luxo. Isso se estivermos falando do Anantara Resort & Spa Qasr Al Sarab, localizado no meio do deserto de Liwa, nos Emirados Árabes Unidos, onde a temperatura facilmente ultrapassa os 40 graus. 

Verdadeiro oásis dentro da maior extensão de areia virgem do mundo, ele está apenas uma hora e meia da capital do país, Abu Dhabi (clique em qualquer uma das fotos para vê-las em galeria).


Trata-se de um imenso palácio decorado de acordo com a tradição árabe, e que se estende por quase dois quilômetros. Freqüentado por sheiks e milionários provenientes de toda Ásia e Europa, o hotel conta com 205 quartos, suítes e villas de variados tamanhos. A aridez da paisagem não é um obstáculo para o conforto. Pelo contrário, o que não falta neste resort é luxo: todos os apartamentos, mesmo os mais básicos, contam com camas king size, banheiras imensas, e vista para as dunas.



As refeições podem ser feitas em um dos quatro restaurantes, que servem desde pratos do Oriente Médio até clássicos da alta gastronomia francesa ou pratos da cozinha contemporânea internacional. Além disso, academia de ginástica, quadra de tênis e biblioteca integram o complexo.


Mas a grande atração do resort é descobrir o deserto, seja circulando por ele ou apenas contemplando sua paz. Os hóspedes desfrutam de serviços de spa, como massagem e tratamentos de beleza, além, claro, da piscina, onde se passa a maior parte do tempo contemplando as dunas ou observando a chegada e saída de helicópteros e jipes, que levam e trazem os hóspedes desde Abu Dhabi – e são os únicos elementos a perturbar o clima de tranqüilidade que impera no Qasr Al Sarab.










 
 fonte: Casa Vogue





Várias são as questões a considerar antes de pensar em construir: a localização, o terreno, o arquiteto, o estilo da edificação e claro, o quanto se quer (e se pode!) gastar.

O arquiteto é o profissional capacitado para auxiliar em todas as etapas que envolvem a construção.


Com uma assessoria desde o princípio do processo, o arquiteto vai evitar gastos desnecessários como o quebra-quebra de uma obra mal projetada.


Portanto, se vai construir, CONSTRUA CERTO, CONTRATE UM ARQUITETO!

Nossa meta é trabalhar com agilidade e precisão.

Por isso utilizamos uma metodologia de trabalho totalmente tridimensional ou seja, os projetos são desenvolvidos em maquetes eletrônicas 3D humanizadas desde os primeiros estudos.

"A produção de uma maquete eletrônica evita erros de execução e gastos desnecessários. É um fator determinante na satisfação do cliente, ajuda na compreensão do projeto, facilita a venda e dá credibilidade ao autor, transmitindo ao cliente com fidelidade o que ele terá após a conclusão da obra."

Desta forma, cliente e arquiteto conseguem conversar “a mesma língua”. Ganha-se tempo e o projeto fica exatamente com a “cara” que o cliente deseja.

Experiência com autocad 2d e 3d, Corel draw, photoshop, maquete eletrônica em sketchup, promob e 3ds Max.

O escritório é especializado em :

Arquitetura residencial - Arquitetura de interiores - Arquitetura Corporativa -Arquitetura Comercial - Iluminação - Paisagismo - Acessibilidade- Urbanismo - Maquete Eletrônica - Planta Humanizada - Levantamentos - Retrofit - Automação Residencial e Comercial - Restauração e Intervenção.

Satisfazer as necessidades de seus clientes é um constante desafio para os arquitetos, exigindo qualificação especializada.

Acreditando que o cliente visa essencialmente soluções modernas e econômicas, o nosso escriório proporciona um atendimento personalizado, qualificado e constante,bem como acompanhando até o final da execução.

Atualmente, o brasileiro tem olhado a arquitetura com olhos e sentimentos diretamente ligados ao bem-estar, seja nas áreas residenciais, seja nas comerciais. 


No nosso escritório nascem formas que buscam sempre traduzir as necessidades do cliente, com aquilo que existe de melhor em arquitetura, sempre dentro do orçamento estipulado pelo cliente.
 
Em nossos projetos, colocamos as idéias e debatemos a real necessidade das propostas. Não existem fórmulas prontas, a verdadeira arquitetura está em criar e orientar o cliente sobre tudo aquilo que se pode oferecer em arquitetura e resultando naquilo que se deseja para cada obra.
 
Dimensionar os espaços físicos, procurando a perfeita funcionalidade, sempre aliada à harmonia e à qualidade estética, são os principais objetivos no desenvolvimento dos projetos arquitetônicos e são fundamentais para o sucesso do emprendimento, seja na Construção Civil, seja na Arquitetura de Interiores.

Algum dia você pensou em contratar um arquiteto para a sua casa ou apartamento novo, mas se deparou com pensamentos como estes abaixo?

“Contratar um arquiteto é algo tão caro... é inviável para mim...

“Tenho que me mudar logo, não tenho tempo pra escolher um arquiteto e fazer um projeto demora...

Felizmente, todos estes paradigmas estão com os dias contados.

O cliente tem total liberdade pra escolher com quem fazer os móveis ou onde comprá-los.

Estamos vivendo um momento particular na construção civil. Impulsionado por incentivos fiscais promovidos pelo governo atual, o mercado de imóveis novos encontra-se bastante aquecido.

Junte a isto, a estabilização da economia brasileira, que tem provocado uma série de mudanças na sociedade. TVs de LCD, laptops, home-theater, móveis de design, até mesmo eletrodomésticos em aço inox não são mais uma exclusividade da classe A, por exemplo. A melhora do poder aquisitivo nas classes B,C e D traz consigo uma vontade de morar melhor, em ter conforto em viver ou receber em sua casa.

Outra realidade que inspirou diz respeito à competitividade do mundo globalizado e o ritmo acelerado das grandes cidades. Se pra você, tempo é dinheiro, o seu projeto tem que ser objetivo, inteligente, prático e rápido de executar. 

"Projetando Sonhos , Construindo a realidade..."

Jardins de Monet - Eles existem

Os jardins retratados nas obras do pintor Claude Monet são reais e, acredite, ficam no "quintal" da casa dele, em Giverny, França.


Apaixonado pela natureza, o pintor impressionista francês Claude Monet (1840-1926) iniciou o seu próprio jardim logo que se mudou de Paris para Giverny, em 1883. Ele alugou uma casa num grande terreno, de 8.100 m², em que poderia criar suas oito crianças, ficando perto de uma boa escola infantil e de Paris, onde eram negociadas as suas obras.

A pequena Giverny, um vilarejo bucólico, na época com 300 habitantes e a cerca de 70 km da capital francesa, impressionou e muito Monet. A natureza, as flores e a luz brincavam de revelar e esconder as cores e os aromas, fascinando o artista e criando o início de uma relação de cumplicidade, emoção e arte. Arte ao ar livre.
Com o sucesso de suas vendas, em 1890, Monet comprou o terreno e foi lentamente adquirindo algumas terras à volta de sua propriedade, criando um paraíso natural com a ajuda de uma equipe de dez jardineiros e três motoristas. O artista plantou inúmeras espécies de flores, plantas ornamentais e árvores frutíferas. Criou espontaneamente dois jardins – Jardim d'Água e Jardim da Normandia – e deixou que a natureza se encarregasse de ditar a beleza e a estética visual do lugar.

Fernando Grilli

Esta é a famosa ponte japonesa, retratada por Monet em 45 obras. Os barcos eram utilizados como apoio na manutenção e limpeza das águas. O artista sempre utilizou o lago como espelho e jogo de reflexões em suas criações e representações de cores, luzes e sombras.

Fernando Grilli
Claude Monet descansa em seu Jardim d'Água
No final de sua vida, o artista havia plantado mais de 1.800 espécies de flores e plantas, que conviviam em harmonia singular. Raros bambus japoneses, macieiras, azaleias, framboesas, íris, tulipas, rosas, limoeiros, rosas chinesas, miosótis, dálias, girassóis e hortênsias – para citar algumas – em suas cores variadas e cada qual com floração em data específica e planejada, faziam com que o jardim se mantivesse belo e colorido durante todos os dias do ano.

“Quando estava fora de casa, Monet sentia falta de sua companheira (Camille Doncieux), de suas crianças, de seus ateliês, de seus dois jardins e principalmente de suas flores. Ele tomava sempre um banho gelado matinal e um café reforçado na companhia de um de seus filhos, antes de começar o seu dia de trabalho. Em seguida, abria a porta da cozinha e saía para trabalhar em seus jardins, onde tudo respirava e tinha vida e onde o tempo parava”, diz Claire Joyes, esposa do bisneto de Claude Monet e escritora das principais biografias do artista.


Invadindo a casa de Monet com um festival de cores, logo na
entrada, vê-se o canteiro de miosótis. À frente, vasto canteiro
de tulipas nos tons pink e salmão. A trepadeira falsa-vinha
cobre as paredes dianteiras. Essa espécie produz flores
pequeninas na primavera e se torna bordô no outono. As
paredes de cor salmão, idêntica à das tulipas, acompanham a
sinfonia verde do local
Gilbert Vahé, chefe do jardim deMonet desde a sua restauração, em 1977, conta que o pintor “sempre se sentiu um paisagista e gostava de apresentar-se como tal”. Vahé explica melhor: “Ele aproveitava cada momento, cada diferença, cada contraste de luz, cores e florações para retratar perfeitamente os seus jardins em suas obras”.

Fernando GrilliSomente do Jardim d’Água, Monet pintou mais de 272 obras catalogadas, durante 20 anos de trabalho. A sua ponte japonesa foi retratada 45 vezes, com diversas luzes e cenários naturais. Amante das cores do mar e das águas, o artista dizia que cada momento correspondia a uma relação da natureza com a luz, com as sombras e com os reflexos das plantas nas águas. Naqueles jardins nunca houve espaço para monotonia.

"Mesmo sendo os jardins as principais áreas de sua moradia, Monet adorava a cozinha e a sala de jantar, onde recebia seus amigos, mantendo-os sempre por perto", explica Claire Joyes. Clemanceau, Mebeau, Cézane, Rodin, Truffaut e diversos outros nomes das artes e da política eram alguns dos frequentadores assíduos da residência, onde o artista preparava, em sua grande e moderna cozinha azul, pratos da culinária inglesa, que tanto amava. Após as refeições, faziam passeio pelos jardins, que davam aos visitantes a sensação de estarem penetrando dentro das obras de Monet e, mais ainda, dentro da intimidade do artista com a natureza. O pintor muito discutia com seu amigo Georges Truffaut, o famoso paisagista francês, a estrutura dos jardins. Apesar de sempre dizer que não tinha espécies de sua preferência, consideram-se os lírios-d’água, as íris e as herbácias as suas preferidas, por serem as mais vistas em suas obras.

Hoje em dia, o jardim-patrimônio deixado por Monet, preservado como na época do mestre, pode ser contemplado em Giverny, na França. Ele nos faz entender a relação do artista com as suas obras e pensar na emoção de nossa própria relação como verde, impondo-nos a necessidade de uma constante preservação da maior obra de arte doada à humanidade, a natureza.

Fernando Grilli
Acima, as ninfeias, ainda sem flor, espalham-se pelo lago. Ao fundo, a casa do pintor, cercada de um mundo de espécies catalogadas, mais de 1.800. As plantas enchem de cores e aromas o imenso jardim
Fernando Grilli
Fernando Grilli
Um dos caminhos externos junto ao lago, com uma árvore de magnólia-branca no início da floração da primavera europeia

Fernando Grilli
Na página à direita: esta é uma das principais paisagens do Jardim d'Água, do outro lado da estrada de ferro, no qual Monet aproveitava as mudanças de estação para retratar em suas telas os jogos de luz e sombra. Só nesse jardim foram pintadas 272 telas. O chorão tomba com tudo em seu verde-claro sobre o lago e as primeiras azaleias azuis surgem nos canteiros às bordas da água

Abaixo, a raiz do chorão fica à mostra junto ao lago, dando sustentação à planta. No chão, violetas multicoloridas formam um animado tapete
Fernando Grilli
Numa explosão de cores típica de uma pintura impressionista, hortênsias, sálvias, seringats e viburnos alegram o jardim às margens da água

Fernando Grilli
A tulipa-papagaio é uma das variações mais escuras da espécie, com flores em formato exótico que lembra ave tropical. Ela complementa com personalidade forte o leve Jardim da Normandia
As Alliaceaes são herbáceas pertencentes à família de plantas Aspargales, composta de 795 espécies e distribuídas em 20 gêneros. Da mesma família vêm o alho e a cebola
Planta de pleno sol, a tulipa é uma espécie bulbífera que gosta de clima frio. Com suas cores variadas, ajuda a criar o espetáculo primaveril no Jardim de Monet

Fernando Grilli
A íris era uma das flores prediletas de Monet, vista no Jardim da Normandia. Seu florescimento é mais forte sob climas frios, embora se dê na primavera e no verão. Atinge até 60 cm de altura
Fernando Grilli
A Fritillaria imperial, de origem oriental, não tem floração constante e é de difícil manutenção. Atinge até 1 m de altura

Fernando Grilli
Amor-perfeito ou violeta-borboleta, espécie que faz parte do grupo de flores medicinais. Monet a plantava no Jardim da Normandia, em diversas cores. Aprecia o frio e floresce na primavera e no inverno

Fernando Grilli




Colmeias de plantas



Quer fazer um jardim vertical diferente? Aqui, inúmeros blocos de concreto forram o muro de 6 m x 2,70 m, neste projeto assinado pela arquiteta Regina Adorno. Para suavizar a grande extensão de parede com concreto, uma faixa de tijolo aparente delimita a área da piscina. Os vários nichos cinza acomodam espécies de fácil manejo e de pleno sol, entre elas ripsális (1) e trapoerabas roxas (2). No telhado da construção adicional, os mesmos blocos – agora inseridos na horizontal – são utilizados como jardineiras, com aspargos (3).

Foto: Edu Castello

sábado, agosto 20, 2011

Quarto - Navio

Depois do sucesso da série Piratas no Caribe, Qual menino não adoraria um quarto com um navio pirata dentro para viver as aventuras de Jack Sparrow a toda hora??


decoracao quarto menino pirata

decoracao quarto menino pirata
decoracao quarto menino pirata

decoracao quarto menino pirata
decoracao quarto menino pirata



decoracao quarto menino pirata

sexta-feira, agosto 19, 2011

Ushuaia, a “cidade do fim do mundo”, é o cenário de nova novela da Globo.

Não existe cidade mais próxima ao Pólo Sul do que Ushuaia, na Província da Terra do Fogo, Argentina. Sua população de quase 50 mil pessoas está na região mais austral do mundo – e que, por isso e pelas características geológicas extremas, com temperatura média anual de apenas 4ºC e ventos de até 120km/h, guarda o apelido de “cidade do fim do mundo”. Ushuaia é a capital da Terra do Fogo, conjunto de ilhas ao leste da costa do país, na Patagônia.



   Divulgação
VISTA DE USHUAIA, CAPITAL DA TERRA DO FOGO, NA ARGENTINA, ONDE FORAM GRAVADAS CENAS DA NOVA NOVELA DA GLOBO

Apesar de ter sido ocupada pela primeira vez há mais de dez mil anos, por caçadores nômades vindos do norte – de quem descenderam os aborígines que viveram ali por séculos –, Ushuaia só foi fundada mesmo no final do século 19. Durante a primeira metade do século 20, a província foi utilizada quase que exclusivamente como um presídio (no prédio onde ele ficava está, hoje, o Museu do Fim do Mundo). Nas últimas duas décadas, o turismo se intensificou na região, com incentivo do governo argentino. 

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AS BAIXAS TEMPERATURAS AJUDAM A CRIAR PAISAGENS INESQUECÍVEIS

Tanto que cenas iniciais da próxima novela das 18h da Rede Globo, “A Vida da Gente”, com a protagonista Fernanda Vasconcellos, acabam de ser gravadas por lá. A trama tem estreia prevista para setembro. Além de poder conhecer um dos lugares mais isolados do planeta, o turista que visita Ushuaia tem muitas atividades para praticar. Passeios de veleiro, trilhas no parque nacional Terra do Fogo, esqui e snowboard são as principais. 


   Divulgação
AS ACOMODAÇÕES DE LUXO DO LAS HAYAS RESORT


A qualidade da hospedagem também não para de crescer. No Las Hayas Resort Hotel (www.lashayashotel.com), um dos únicos cinco-estrelas da cidade, o viajante consegue relaxar com estilo após um dia de exercício intenso. Localizado dentro de um enorme bosque – são 50 mil metros quadrados de área útil – tem 93 quartos (todos diferentes uns dos outros) com vista para a baía, bosque ou picos nevados. Há também um spa completo, com piscina aquecida, jacuzzis e serviço de massagens estéticas e relaxantes. 
 

Parque Olímpico do Rio será feito por arquitetos ingleses

Escritório que projetou as instalações olímpicas de Londres vence o concurso internacional organizado pelo IAB e pela prefeitura


Vista geral do projeto vencedor do concurso para o Parque Olímpico do Rio de Janeiro
Vista geral do Parque Olímpico do Rio de Janeiro: projeto vencedor valorizou as curvas da cidade (Reprodução)
 
Os mesmos arquitetos que fizeram o projeto do Parque Olímpico de Londres serão os responsáveis pelo plano geral urbanístico do Parque Olímpico Brasileiro, principal instalação dos Jogos de 2016. Os ingleses Adam William e Bill Hanway, do escritório Aecom, foram os vencedores do concurso público internacional realizado pela Empresa Olímpica Municipal em parceria com o Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB). Foram inscritos 59 trabalhos de 18 países dos cinco continentes, que precisavam contemplar dois momentos: o dos Jogos Olímpicos, quando toda a estrutura do parque servirá à realização das Olimpíadas; e o do legado, quando a maior parte do espaço se tornará uma área destinada a empreendimentos comerciais e residenciais.

“Nós queremos levar nossa experiência e expertise conquistadas com o projeto de Londres para o Rio. Nos dois casos, importa o que vai ser durante e o que vai ser depois. E, principalmente, como será feita a transição”, disse Adam William, 34 anos, que esteve no Rio pela primeira vez em novembro do ano passado: “Em Londres, nós tivemos muito mais tempo para planejar e desenhar. No Rio, o projeto foi feito em dois meses e tivemos que ser pragmáticos. Fazer um master plan é entender quais são as prioridades, e que não pode haver atrasos. Além disso, nos inspiramos no que há de melhor no Rio: suas praias e suas montanhas”.

Presidente do IAB e um dos sete jurados que escolheram o plano dos ingleses, Sérgio Magalhães reafirmou que foram dois os critérios de escolha: o tempo olímpico e o tempo da cidade depois. “Os vencedores conseguiram um desenho urbanístico de alta qualidade e até com uma certa deferência ao Rio de Janeiro, com um desenho que remete a lugares da cidade. Tem um elemento sinuoso preto e branco no desenho que remete a um dos ícones da paisagem e da cultura do Rio de Janeiro, que é o calçadão de Copacabana”, destacou.

Internacional - O primeiro concurso internacional realizado no Brasil teve 60 projetos inscritos, sendo 41 estrangeiros, vindos de 17 países - entre eles Áustria, Estados Unidos, Austrália, China, Venezuela, Colômbia, Reino Unido, Itália, Espanha, Arábia Saudita e Egito. O anúncio dos três projetos premiados e das três menções honrosas confirmou o caráter internacional do concurso: nas menções, um escritório brasileiro, um australiano e um português. Na premiação, o terceiro lugar ficou com o projeto assinado pelo arquiteto português Tomás Almeida Fernandes Salgado; o segundo, com um escritório americano, assinado por Ron Turner – associado aos escritórios brasileiro CDC (Coutinho, Diegues e Cordeiro) e MPG (Miguel Pinto Guimarães) –; e o vencedor foi o projeto inglês.
Sérgio Magalhães anunciou que novos concursos públicos acontecerão, entre eles um para o projeto do campo de golfe, que será construído na Barra da Tijuca. O prefeito Eduardo Paes explicou que cerca de 75% da área do Parque Olímpico serão vendidos para empreendimentos futuros. “Já estamos trabalhando em um modelo de venda ou concessão. Com o que arrecadarmos, vamos financiar a construção do Parque, para que o dinheiro público possa ir para as obras de infraestrutura da cidade. Até o fim do ano, queremos abrir a licitação dessa área para, a partir do ano que vem, ter as obras do parque a pleno vapor”, afirmou.

Com 1.180.000 metros quadrados, o Parque Olímpico será construído em Jacarepaguá, zona Oeste do Rio. Vai abrigar disputas de 15 modalidades olímpicas (basquete, judô, taekwondo, lutas, handebol, hóquei sobre a grama, tênis, ciclismo, saltos ornamentais, polo, natação, nado sincronizado, ginástica artística, ginástica rítmica e ginástica de trampolim) e 11 paraolímpicas.

Paredes ‘bordadas’ com ponto cruz

E se você achava que aquele ponto-cruz que a sua mãe lhe ensinou não levaria a lugar algum, veja o que a designer Eline Pellinkhof fez com ele. O tradicional ponto de crochê serviu de partida para as criativas “paredes bordadas à mão” que a artista desenvolveu.
Designer de tecidos, a holandesa Eline já decorava almofadas, luminárias e o que mais aparecesse pela frente, quando resolveu aplicar a técnica em paredes, de forma inusitada e muito divertida.
Mas como nem todo mundo tem essa paciência toda, a artista desenvolveu um estêncil que pode ser utilizado para reproduzir o mesmo padrão decorativo, tornando mais fácil o trabalho para os não iniciados na arte do ponto-cruz. O estêncil estará disponível a partir de outubro, no site de Eline Pellinkhof
Agora, se você aprendeu direitinho a arte do ponto cruz ou de outros trabalhos manuais, porque esperar? Arregace as mangas e faça a sua própria parede bordada!
(Via Freshome) e Casa Vogue

Lustres com lâmpadas de LED

Além do advento tecnológico, as peças garantem um visual moderno em ambientes como salas e halls


Lustre com lâmpadas de LED

A tendência LED ganha cada vez mais espaço no universo na decoração. Depois de complementar sofáscortinas, paredes e tantos outros artigos, agora é a vez dos lustres.

As lâmpadas modernas dão uma pitada de estilo a ambientes como salas e halls e são uma ótima pedida para os fãs de tecnologia. Veja alguns modelos abaixo:




O clima futurista fica por conta dos LEDs


As luzes modernas dão um toque especial nas peças

O lustre confere um visual diferenciado

Paixão por design tatuada na pele

Você teria coragem de desenhar no próprio corpo o seu móvel de desejo?


Ter tatuagem virou lugar-comum. Para fugir do trio borboleta, tribal e letras chinesas, muitos optam por desenhar na pele seus objetos de desejo – neste caso, móveis de design assinado. Cadeiras, lustres e poltronas tatuadas expressam o amor que essas pessoas têm por decoração. Selecionamos três exemplos que ilustram bem essa moda. E você, escolheria qual objeto? 

Eames Lounge Chair and Ottoman, de Charles e Ray Eames
Barcelona Chair, de Mies van der Rohe
Eames Wire Chair, também de Charles e Ray Eames
 

quinta-feira, agosto 18, 2011

Arquitetura preserva história de CG

Prédios localizados no centro da cidade e outros bairros são considerados patrimônios

Quem passa todos os dias pelo Centro de Campina Grande, muitas vezes não presta atenção na arquitetura da cidade e não imagina que parte do lugar é considerado um patrimônio histórico da Paraíba. O Centro Histórico, que compreende um "cinturão" englobando ruas e praças centrais, contendo edificações em estilo art-dèco, inglês, neoclássico, além de vários monumentos, foi tombado em 2004 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (Iphaep). 

Alguns destes tombamentos são bastante conhecidos, como o Museu Histórico e a Catedral de Nossa Senhora da Conceição, na avenida Floriano Peixoto; outros, como a casa onde morou o cantor e compositor Rosil Cavalcanti, na rua Afonso Campos, passam muitas vezes despercebidos.


Foto: Nelsina Vitorino/DB/D.A Press
De acordo com o historiador Thomas Bruno Oliveira, as primeiras construções edificadas em Campina Grande foram na esquina da Rua Vila Nova da Rainha, antigo sítio Barrocas. 

Ano após ano, várias outras construções seriam levantadas,contando a história da cidade. "Porém, seu tombamento não tem impedido que seus prédios e monumentos sejam destruídos pela voracidade do 'progresso', desfigurando o patrimônio histórico da cidade", informou. Fato constatado quando da reforma da casa Rosil Cavalcanti, que teve parte de sua estrutura original modificada.

Outro fato que modificou, pelo menos um pouco do cenário histórico da cidade, foi a destruição da chaminé da antiga empresa Caranguejo, no Açude Velho.

Os novos proprietários do local foram advertidos pelo Ministério Público e terão que construir uma réplica da chaminé. Mas eles fizeram porque não tinham conheci-mento do tombamento. Em várias ruas do centro, casas e prédios são transformados sem que seus donos tenham consciência da importância histórica de sua arquitetura. 
Na outra ponta, um dos colégios mais conhecidos e antigos da cidade, o Imaculada Conceição (Damas), está passando por uma restauração, com o aval do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). De acordo com a chefe de Divisão de Fiscalização, Infração e Multas do Iphaep, Darlene Karla, depois de protegido, o patrimônio, seja ele privado ou público, não pode sofrer nenhuma intervenção sem autorização, sob pena de notificação, multa e até um processo judicial.

Cine São José

Vários prédios e imóveis fixados não apenas no Centro, como também em bairros, como o São José, a exemplo do Cine São José; e Prata, no caso o Palácio do Bispo, onde está instalado o gabinete do prefeito, também fazem parte do processo histórico da cidade. Conforme Darlene, atualmente técnicos do Instituto e da Secretaria de Cultura do Estado estão trabalhando no sentido de concluir um projeto que vai restaurar e revitalizar o Cine São José, tombado desde o ano de 2001, mas que está esquecido. 
Restauração pode ir parar na Justiça


Caso alguma intervenção seja realizada sem autorização prévia do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (Iphaep), o proprietário (seja ele público ou privado) sofrerá as mesmas punições: será notificado e terá a obra embargada, estando sujeito ao pagamento de multa, caso permaneça executando a obra de maneira irregular, sem o aval do Instituto. 
E, em casos específicos, como o desabamento de um imóvel que cause prejuízos a outros ou mesmo a morte de uma pessoa, o proprietário do imóvel poderá, inclusive, responder na Justiça. "Na cidade de Campina Grande, o Iphaep já teve, sim, problemas com alguns proprietários dessas contruções, mas eles foram resolvidos e o Instituto não divulga os nomes nem os imóveis", contou Darlene Karla Araújo.

Para saber quais intervenções podem ser realizadas no imóvel, basta o proprietário apresentar uma lista de documentos junto ao Iphaep. Entre eles, uma solicitação ao diretor do instituto questionando qual o grau de proteçãodo imóvel, anexando fotos e um anteprojeto, caso já tenha em mente que alteração pretende fazer no imóvel. Dentro de alguns dias, que dependem da demanda dos técnicos e da complexidade da orientação, o interessado receberá as orientações.

A única exigência do patrimônio estadual é no sentido de que qualquer intervenção no imóvel (de uma pintura a uma restauração do bem) seja solicitada ao Instituto e aprovada pelo seu Conselho Deliberativo (Conpec).

Esta regra determinada pelo Iphaep vale igualmente para o proprietário público (Governo Federal, Estadual ou Municipal) ou proprietário particular. No caso da Catedral de Nossa Senhora da Conceição (Damas), no Centro de Campina Grande, ela é tombada desde 2001 e é um imóvel particular, que pertence à Diocese de Campina Grande. A recuperação do bem foi aprovada pelo Conselho. Conforme a chefe de Fiscalização, todas as intervenções realizadas na obra, para a total recuperação, vêm sendo acompanhadas pelos técnicos do Instituto do Patrimônio.  

 fonte:  Diário da Borborema

quarta-feira, agosto 17, 2011

Ponte chinesa tem forma de dragão


No meio de uma paisagem predominantemente verde, o escritório Taranta Creations, fundado pelo arquiteto Enrico Taranta, está erguendo a ponte Eco-Bridge, na área montanhosa de Chongqing, na China.

O formato curvilíneo da estrutura lembra o corpo de um dragão e o teto em forma de grade, instalada para refletir a luz do sol, remete às escamas desse animal típico da cultura chinesa.

A construção começou a ser feita em 2009 e tem a previsão de ficar pronta em 2012.

Caminho que brilha

Designer cria piso para área externa inspirado no astro da música pop Michael Jackson


Editora Globo
A peça é formada por cinco partes
De uma maneira muito simples e requintada, você pode transformar o seu jardim em uma pista de dança - ou melhor, no clipe Billy Jean, de Michael Jackson. Inspirado no piso que se ilumina conforme o astro dança, o arquiteto italiano Roberto Paoli criou a série Walkover. 

A peça é formada por cinco partes que lembram pedras brancas e podem ser dispostas no chão de maneiras diferentes. 

A luminária de jardim, se é que podemos chamá-la assim, foi lançada em abril, na Semana de Design de Milão.




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De dia, a peça é um caminho comum, no jardim
Divulgação
De noite, o jardim se transforma

Casa dobrável pode ser levada para qualquer lugar



Bem parecida com um contêiner, a XBO é o protótipo de uma casa dobrável que pode ser levada para onde o dono quiser, sem exigir estrutura externa permanente. A construção tem 12 metros de comprimento, 3,2 metros de largura e 3,5 de altura. A estrutura, feita pelo escritório “70 N arkitektur as”, possui duas partes que podem ser separadas, fazendo aparecer um jardim interno de 7 metros de comprimento.

A quitinete foi criada para uma exposição na Europa que visava sustentabilidade e, por isso, foi concebida com uma proposta minimalista, com o uso controlado dos recursos, mas sendo confortável, ao mesmo tempo. Seu design possui grandes vidros nas janelas e estrutura de linóleo e bétula.

Se alguém fosse morar lá, teria à sua disposição uma varanda com um banco, uma pequena cozinha com armário, sala de estar e um jardim com paredes ajustáveis com uma escada para o telhado. No outro cômodo, haveria outro quarto com prateleiras e um banheiro.

Novo prédio mais alto do mundo terá quase 1 Km de altura

 Com 999 metros de altura e 530.000 metros quadrados, o Kingdom Tower foi desenhado para ser o mais recente prédio mais alto do mundo. Seu projeto supera em 173 metros o Burj Khalifa, o maior arranha-céu atualmente, e é fruto do trabalho do escritório Adrian Smith + Gordon Gill Architecture.

O prédio será a peça central da Kingdom City, uma cidade de 23 milhões de metros quadrados que abrigará casas, hotéis e centros comerciais, em Jeddah, na Arábia Saudita. Com um design assimétrico, a torre remete a uma folha brotando da terra. Com isso, os criadores quiseram passar a ideia de que tudo cresce ao redor desse lugar.

Para a locomoção interna dos visitantes, o Kingdom Tower terá 59 elevadores, que servirão de observatório e vão se mover a uma velocidade de 10 metros por segundo. Além deles, o projeto prevê 12 escadas rolantes. Dentro desse gigante, irão funcionar um luxuoso hotel, escritórios, condomínios de luxo e flats. No 157º andar, será construído um terraço aberto de 30 metros de diâmetro para os visitantes desfrutarem da vista ao ar livre.

A construção está prevista para terminar em 2016 e deverá custar 1,2 bilhão de dólares. Já o orçamento para toda a Kingdom City está estimado em 20 bilhões de dólares.

luminárias artísticas

Marca italiana cria luminárias artísticas, inspiradas em acessórios e roupas femininas


Divulgação


Chapéus e roupas saem do guarda-roupa feminino para entrar direto no universo do design e da decoração. É que a empresa italiana Italamp lançou uma delicada coleção de luminárias de mesa inspiradas em acessórios de moda. São peças românticas, em formato de chapéus de diversas cores e estilos. Outro modelo imita uma blusa com o zíper semiaberto. Por enquanto, os produtos não estão disponíveis para venda no Brasil. Confira as fotos:

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Divulgação
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fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI217889-16937,00-ILUMINACAO+DELICADA.html

terça-feira, agosto 16, 2011

Sala para crianças



Felizes as crianças que podem ganhar dos pais um luxo como este: uma saleta só delas, onde brincar é a única atividade obrigatória. O ambiente é lúdico até não poder mais – nos quadrados coloridos que enfeitam a estante; na porta magnética feita sob medida para pendurar as obras de arte dos pequenos; nas cortinas com motivos infantis; no tapete para lá de convidativo, desses onde se passa horas na companhia dos filhos. Até os sofás parecem pensados para a merecida soneca das crianças, depois de tanta bagunça.

fonte: Casa Vogue