quarta-feira, dezembro 05, 2012

Obras de Niemeyer

 O arquiteto mais famoso do Brasil foi um mestre em desenhar curvas no concreto armado, e levou poesia à paisagem das grandes cidades a partir da década de 1930. Sua extensa carreira foi laureada em 1988 com um Pritzker, considerado o Nobel da arquitetura, na única vez em que o prêmio foi dividido (no caso, com o norte-americano Gordon Bunshaft). Conheça abaixo os projetos que mantêm e manterão vivo o legado de Niemeyer em todo o mundo.


1. Ministério da Educação e Saúde, 1936, Rio de Janeiro


Foi um detalhe apontado por um estagiário que garantiu a monumentalidade e a grandeza dos espaços que caracterizam a primeira construção moderna do Brasil, projetada pelo mestre Le Corbusier. O então jovem Oscar Niemeyer sugeriu centralizar o prédio no terreno e aumentar de 4 m para 10 m os pilotis de sustentação. Os diretores do escritório de arquitetura a cargo da obra, Carlos Leão e Lucio Costa, aprovaram a ideia e a incorporaram na planta definitiva.

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2. Conjunto da Pampulha, 1940, Belo Horizonte


Quando Juscelino Kubistchek foi eleito prefeito da capital mineira, convocou Niemeyer para projetar um bairro inteiro voltado ao lazer, com direito a cassino, clube, igreja e restaurantes. O projeto da Pampulha, inspirado nas curvas da arte barroca, foi concebido e desenhado em uma noite, já no quarto de um hotel, após a conversa com o político.

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3. Sede das Nações Unidas (ONU), 1947, Nova York


Uma comissão de dez arquitetos dirigida pelo norte-americano Wallace Harrison foi reunida para discutir e projetar a sede do mais importante órgão supranacional do planeta. Niemeyer hesitou em apresentar seu desenho, pois não queria contrariar um dos membros do conselho - ninguém menos que Le Corbusier. Só quando o franco-suíço cobrou que ele trouxesse suas ideias para a mesa, que Niemeyer se debruçou na proposta do colega, a quem admirava muito, e modificou os elementos principais do conjunto. O desenho foi aprovado com louvor por toda a equipe, inclusive por Le Corbusier.

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4. Ibirapuera, 1951, São Paulo


O parque público de São Paulo, construído para ser o marco principal das comemorações do quarto centenário da cidade – e, portanto, inaugurado em 1954 — , possui um volume singular. Sua marquise faz uma ode à liberdade da forma, conectando os pavilhões, os espaços culturais e os de lazer do complexo. O conjunto, no entanto, só foi completado mesmo em 2005, com a inauguração do Auditório Ibirapuera, que não saíra do papel nos anos 1950. A foto acima é do interior do pavilhão da Bienal de São Paulo

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5. Edifício Copan, 1951, São Paulo


A robustez do concreto armado é quebrada pela sinuosa leveza no projeto moderno, uma onda no centro da metrópole a homenagear São Paulo como nenhum outro marco fez até hoje. Numa cidade caótica esteticamente e carente de belezas naturais, o Copan é o mais próximo que os paulistanos já chegaram de ter um cartão postal para chamar de seu.

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6. Casa das Canoas, 1952, Rio de Janeiro


O arquiteto projetou sua própria residência com total liberdade, sem mexer nos desníveis do terreno, só adaptando o imóvel às curvas da planta. Ao prever uma área de sombra no entorno, Niemeyer conseguiu envidraçar toda a casa e deixá-la o mais transparente possível em meio à vegetação.

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7. Brasília, 1957


Enquanto o amigo e ex-patrão Lucio Costa desenvolvia o plano urbano da nova capital do país, Niemeyer foi escolhido por Juscelino Kubitschek para traçar e erguer os edifícios governamentais em Brasília. Começou em 1956 com o Catetinho, a residência provisória do presidente da república, e seguiu, já em 1957, com o Palácio da Alvorada, o Congresso Nacional, o Teatro Nacional, o Supremo Tribunal Federal, o Palácio do Planalto, a Praça dos Três Poderes e a Catedral de Brasília. O Ministério da Justiça, o Palácio do Itamaraty, ambos de 1962, o Aeroporto, de 1965, e o Memorial JK, em 1980 - todos saídos da prancheta do mestre - complementaram o conjunto após a inauguração oficial.

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8. Sede do Partido Comunista Francês, 1965, Paris


Comunista de carteirinha, Niemeyer teve carta branca para definir a como seria sede do Partidão francês. O design nada usual, com a fachada curvada e o hall semienterrado, deixou o terreno livre para a brincadeira de formas — e, também, para a descida suave do público até a cúpula.

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9. Universidade de Constantine, 1969, Argélia


Ao recusar uma dezena de prédios — Niemeyer condensou o projeto de 20 construções em 5 estruturas —, o brasileiro idealizou uma universidade mais humana, lógica e compacta, pronta para as modificações do futuro.

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10. Passarela do Samba, 1983, Rio de Janeiro


Oficialmente chamada Passarela Professor Darcy Ribeiro e popularmente conhecido como Sambódromo, o centro do carnaval carioca localiza-se na avenida Marquês de Sapucaí, Rio de Janeiro, e nasceu com a missão de “dar ao povo o samba”. Na parte final da passarela, as arquibancadas se separam para abrir espaço à monumental Praça da Apoteose, assinalada por um grande arco. Ali está também o Museu do Samba. Fora dos dias carnavalescos, o local abriga escolas, creches, centros de saúde, ateliês de artesanato e outros serviços. A praça serve de palco para espetáculos diversos, como balé, teatro e shows de música popular.

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11. Memorial da América Latina, 1987, São Paulo


Concebido com a imponência em mente, o memorial foi projetado com grandes vãos (além dos tradicionais volumes curvos do arquiteto), para marcar o "espírito e a grandeza política que representa", como definiu o próprio Niemeyer.

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12. Museu de Arte Contemporânea, 1991, Niterói


O terreno livre de construções realça as formas quase abstratas do prédio que parece flutuar sobre a paisagem. O museu faz parte do Caminho Niemeyer, um percurso de 3,5 km finalziado em 1997, dotado de de espaços culturais cuja função foi revitalizar a parte central da cidade de Niterói, no Rio de Janeiro.

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13. Museu Oscar Niemeyer, 2001, Curitiba


O hoje mundialmente conhecido "museu do olho" não nasceu com esse formato e nem tinha essa função. Inaugurado em 1978, era apenas um grande edifício modernista que abrigava algumas secretarias de estado. O olho é na verdade um anexo desenhado mais tarde e inaugurado em 2002, quando todo o complexo foi transformado em museu de arte e design. Uma de suas alas guarda uma exposição permanente sobre o próprio Niemeyer, exibindo um belo acervo de projetos, fotos e maquetes.

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14. Centro Administrativo de Minas Gerais, 2003


A construção de apenas três prédios para a sede do governo mineiro — o palácio governamental e outros dois blocos curvos com 200 metros de comprimento e 20 pavimentos, onde estão as secretarias — centralizou a administração estadual, barateou a proposta inicial, limpou a paisagem e, de quebra, garantiu um projeto ousado a Niemeyer: o palácio é totalmente suspenso por cabos de aço, formando um vão livre de 147 m.

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15. Centro Cultural Principado de Astúrias, 2006, Avilés, Espanha


Quando recebeu a planta do centro cultural, Niemeyer imaginou de cara como tudo seria: o público assistindo a shows, enquanto outros percorrem as exposições no piso sobre o grande salão. O projeto da praça repleta de equipamentos culturais foi doado por Niemeyer, que ganhou o prêmio Princípe das Astúrias na década de 1980. Apesar de inaugurado em 2011, dDevido à atual crise econômica na Espanha, o complexo encontra-se desativado.

Niemeyer

O grande mestre se foi.

Descanse em paz Guerreiro Niemeyer!

A arquitetura se sente orfã.




Foi na década de 1950 que Oscar Niemeyer aceitou o convite e o desafio de Juscelino Kubitschek para criar os prédios públicos da futura capital do Brasil, em poucos anos.

Mesmo após a construção da cidade, o arquiteto continuou pensando na capital - no aniversário de 52 anos da capital, Niemeyer viu seu último projeto no DF ser inaugurado: a Torre Digital, apelidada por ele de "Flor do Cerrado".

A arquitetura arrojada e moderna de Niemeyer ajudou a fazer de Brasília um museu a céu aberto. A cidade é a única construção contemporânea a ter o título de Patrimônio Cultural da Humanidade.





‎"Sempre que viajava de carro para Brasília, minha distração era olhar para as nuvens do céu. Quantas coisas inesperadas elas sugerem! Às vezes são catedrais enormes e misteriosas - as catedrais de Exupéry com certeza. Outras, guerreiros terríveis, carros romanos a cavalgarem pelos ares. Outras, ainda, monstros desconhecidos a correrem pelos ventos em louca disparada e, mais freqüentemente, lindas e vaporosas mulheres recostadas nas nuvens, a sorrirem para mim dos espaços infinitos."
Oscar Niemeyer

domingo, novembro 18, 2012

A IMPORTÂNCIA DO PROJETO DE IMPERMEABILIZAÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL



Impermeabilizar é o ato de isolar e proteger os materiais de uma edificação da passagem indesejável de líquidos e vapores, mantendo assim as condições de habitabilidade da construção. É uma técnica que consiste na aplicação de produtos específicos com o objetivo de proteger as diversas áreas de um imóvel contra ação de águas que podem ser de chuva, de lavagem, de banhos ou de outras origens. 

A falta ou uso inadequado da impermeabilização compromete a durabilidade da edificação, causando prejuízos financeiros e danos à saúde. Água infiltrada nas superfícies e estruturas afeta o concreto, sua ferragem, as alvenarias. O ambiente fica insalubre (umidade, fungos e mofo), diminuindo a vida útil da edificação, sem falar no desgaste físico e emocional do proprietário ou usuário que sofre com a má qualidade de vida causada pelos problemas existentes no imóvel. 

Como em qualquer atividade humana que envolve canalização de recursos financeiros, temos que analisar a chamada “relação custo/benefício”. Em impermeabilização não é diferente. Se analisarmos o custo de uma boa impermeabilização, veremos que ele varia de 1% a 3% em média do custo total da obra. Se os serviços forem executados apenas depois de serem constatados problemas com infiltrações na edificação já pronta, o custo com a impermeabilização ultrapassa em muito este percentual. Refazer o processo de impermeabilização pode gerar um acréscimo de 10% a 15% em média do valor final.

Devido aos altos índices de manifestações patológicas que vêm ocorrendo nas edificações, busca-se cada vez mais, a garantia e o controle da qualidade em todo o processo construtivo.

Desta forma, a qualidade final do produto depende da qualidade do processo, da interação entre as fases do processo produtivo e da intensa retro-alimentação de informações, que proporcionam a melhoria contínua. O projetista deve dispor dos projetos de arquitetura e demais projetos complementares que tenham interface com a Impermeabilização.

È importante termos um projeto em total conformidade com os aspectos Normativos (ABNT) e de qualidade, a exemplo dos projetos de instalações hidráulica e elétrica, um projeto de construção civil deve contemplar, também, um Projeto de Impermeabilização. 



Os tipos de Impermeabilização podem ser divididos em:
_ pré-fabricados (manta asfáltica) possuem espessuras definidas e controladas pelo processo industrial.
_ moldado no local que pode ser aplicado à quente (asfaltos em bloco), ou aplicados a frio (emulsões e soluções).
_rígido (argamassas poliméricas) conferem à superfície impermeabilização e proteção mecânica. Interferências no Projeto 



Em uma obra comercial, industrial ou residencial, a impermeabilização também deve ter um projeto específico, um projeto que detalhe os produtos e a forma de execução das técnicas de aplicação dos sistemas ideais de impermeabilização para cada caso.
A escolha do sistema indicado depende de cada tipo de estrutura sobre a qual se queira impermeabilizar. Sendo assim, a definição leva em consideração se a estrutura está sujeita ou não a movimentação. Por exemplo: as lajes de grande superfície expostas à luz solar e intenso resfriamento no período noturno apresentam grande movimentação, face aos movimentos de dilatação (dia) e retração (noite). Tais estruturas exigem, para efeito de impermeabilização, produtos com características Flexíveis.
Impermeabilizar não é só aplicar produtos químicos, visa obter 100% de estanqueidade.

sábado, novembro 17, 2012

Imóvel em mau estado perde 40% do valor



Desde o tamanho, passando pelo estado de conservação, localização e até mesmo a posição em que os raios do sol entram pela janela. Tudo é motivo para baratear ou encarecer o preço de um imóvel no mercado. Para se ter uma ideia, um apartamento mal conservado perde até 40% do seu valor. Já quando o condomínio oferece, por exemplo, uma vaga a mais na garagem, o preço sobe em até R$ 20 mil. Por isso, seja na compra ou na venda do imóvel, é bom ficar atento aos detalhes que podem pesar - e muito - no seu bolso. 

Assim como a conservação, a localização é um dos aspectos mais importantes na fixação do preço de um imóvel. Chega ao equivalente a 30% do valor. Quanto mais próximo do centro e com mais infraestrutura for o bairro, mais caro o espaço fica. Estar na região da orla também significa que os valores serão mais salgados, dizem os especialistas. Assim como os custos com a manutenção tendem a ser maiores, por causa da rápida deterioração dos revestimentos e equipamentos. 

Avaliação 

Em Salvador, algumas empresas se especializaram em avaliar esses bens. Nesses casos, um engenheiro ou arquiteto faz uma vistoria do local e emite um laudo de avaliação, que ajuda a fixar o preço do imóvel. O serviço é usado, principalmente, por bancos que financiam a compra da casa própria. Mas nada impede que seja contratado também por particulares, num custo que varia de R$ 2 mil a R$ 5 mil. 

Os profissionais inspecionam a parte elétrica, hidráulica, a pintura, além dos pisos e revestimentos. “A partir das informações recolhidas, elaboramos o laudo que serve como base para o valor que poderá ser cobrado”, explicou Neto. 

De acordo com ele, os problemas que mais depreciam o preço de um imóvel são as rachaduras, os pisos danificados e as paredes com infiltração. Além disso, a insegurança em sistemas elétricos ou emergenciais diminuem o preço. Para evitar esses transtornos, ele diz que o ideal é fazer uma manutenção a cada cinco anos. 

O engenheiro Arival Guimarães Cidade conta que, antes de comprar um imóvel, a pessoa deve levar em conta o tanto que gastaria para reformar o local. “Se você tem duas ofertas, no mesmo prédio, mas uma custa R$ 220 mil e outra R$ 250 mil, por exemplo, você precisa considerar o estado do local. Pode ser que o no mais barato você tenha que custear reformas de R$ 50 mil e que no fim não compensa”. 

A região do entorno do imóvel, segundo ele, também pode baratear ou encarecer o produto. “Casas perto de cemitério ou escola tendem a perder valor. Lugares de difícil acesso ou engarrafamento constante também não são atrativos”, observou. 

Valor agregado 


Mas alguns aspectos também ajudam a valorizar o produto. Se o imóvel pega as primeiras horas de sol, por exemplo, ele tende a ser 5% mais caro. No caso dos apartamentos, a cada andar mais alto, o preço aumenta de R$ 2 a R$ 3 mil. Isso significa que um imóvel de R$ 200 mil no primeiro andar poderá custar até R$ 230 mil se ele for no 10º andar. 


O diretor do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis da 9ª Região (Creci), Noel Silva, conta que as vagas de garagem costumam custar até R$ 20 mil e que quanto mais caro é o condomínio mais valor agregado tem o imóvel. Os equipamentos de lazer como piscina e quadras esportivas também influenciam, assim como número de apartamentos num edifício. Quanto menos unidades, mais caro fica. “Tudo isso ajuda a mensurar um valor no mercado”. 















Fonte: Correio 24horas

quinta-feira, novembro 15, 2012

A ciência a favor dos revestimentos

Usabilidade, design e tecnologia aliados compõem ambientes totalmente livres de ácaros, bactérias e outros micro-organismos indesejáveis

CARPETE URBAN RETREAT, da Interface, produzido com nylon, conta com material reciclado em 80% de sua composição, sendo 100% reciclável. Possui proteção antimanchas e antimicrobial e vem com 15 anos de garantia




LUKSCOLORAcrílico Premium Plus, linha Luksclean AntiBactéria


O avanço tecnológico trouxe ao mercado de decoração e construção algumas vantagens antes inimagináveis. Para o ramo de revestimentos, por exemplo, atributos como superfícies não inflamáveis, alta resistência, emendas imperceptíveis ao olhar rigoroso dos arquitetos, flexibilidade das formas e tratamento antibacteriano podem ser considerados verdadeiras revoluções quando comparados ao que se encontrava poucos anos atrás.





Algumas dessas revoluções são as superfícies sólidas minerais (SSM). Lançadas no Brasil no fim da década de 80, tendo como primeiro representante o Corian®, da Du Pont, desde então elas só ganharam espaço, podendo ser encontradas em mobiliários de cozinha, banheiro, espaços decorativos e até em paredes inteiras internas, graças à sua facilidade em assumir formas diversas. Como qualquer outro material, essas superfícies sólidas passaram por avanços em sua composição e, hoje, além de todas as vantagens acima listadas, é possível encontrá-las também com acabamento antibacteriano. Ideais principalmente para as bancadas de cozinha, pelo seu constante contato com os alimentos.



Modelos como o Surell®, da Serplac, e o próprio Corian® podem ser indicados para hospitais, clínicas e laboratórios, por sua porosidade nula, entre outras características, impedindo a proliferação de micro-organismos. Segundo a empresa fabricante, embora o produto seja resistente a impactos, queimaduras e riscos, no caso de dano, este pode ser facilmente reparado, por se tratarem de placas resinadas.


BANCADA COM CUBA de pia e tanque inteiriça, feita com superfície sólida mineral, modelo Surell Solid Surface, da Serplac








Bactericidas e antimicrobiais
Com os pisos não é diferente. Embora os carpetes em tecido dividam, cada vez mais, espaço no mercado com os novos modelos de revestimentos, eles sofreram avanços significativos. Entre eles, as características bactericidas e antimicrobiais, que, trocando em miúdos, diferem-se entre revestimentos com aditivos combativos e fibras sintéticas tratadas que impedem a proliferação de micro-organismos, respectivamente.



Tecidos como o Urban Retreat (foto), da Interface, para aplicação em carpetes, possuem uma solução livre de metais pesados, que é incorporada à base do produto, atuando tanto nas fibras como no próprio forro que se mantém em contato com o piso. Isso impede o crescimento de fungos, mofo e evita a reprodução de bactérias, agindo como um inibidor. Segundo Reinaldo Schwarz, coordenador da Interface na América Latina, “o produto agrega em sua composição a tecnologia Solution Dyed, que impede a descoloração quando exposto à luz natural ou artificial e ainda o protege contra manchas”.



Os pisos cerâmicos da Eucatex engrossam a lista de produtos do gênero e contam com a tecnologia Bacterban®, uma proteção desenvolvida pela empresa que, além de ser hipoalergênica, inibe o crescimento e a reprodução de fungos e bactérias na sua superfície.




BANCADA feita de laminado de alta pressão com tecnologia antibacteriana, modelo Protec, da Pertech





BANCADA LATERAL inteiriça com cuba, feita com superfície sólida mineral, modelo Surell Solid Surface, da Serplac






Tintas protetoras
No ramo de tintas, os lançamentos disponíveis no mercado variam, também, entre antimicrobiais e bactericidas, com modelos que combatem o mofo e a proliferação das principais bactérias responsáveis por infecções hospitalares, de pele e alimentares, além de alergias. Como é o caso das Pseudomonas aeruginosa, Staphylococcus aureus, Salmonella choleraesuis e Escherichia coli, por exemplo. Essas bactérias são comuns em ambientes úmidos e se proliferam muito rapidamente, atacando as vias respiratórias, urinárias e até o sistema sanguíneo.



Segundo a fabricante Iquine, as tintas da linha Diacryl podem ser aplicadas diretamente na superfície afetada, ou seja, já com focos de mofo e fungos. Aconselha-se apenas limpar a região a ser pintada para nivelar e dar uniformidade ao acabamento.












MODELOS DE REVESTIMENTOS cerâmicos que simulam madeira, Evolution, Family e Decore, respectivamente, produzidos pela Eucatex




TINTA ANTIBACTERIANAutilizada no quarto infantil, linha Acrilico Fosco AntiBactéria, da Suvinil. Cor Lilás
IQUINE ACRÍLICA STANDARD, linha Diacryl Antimofo




TINTAS ANTIBACTERIANAS Diacryl, da Iquine, nas cores Stella Maris e Areia, aplicadas na sala e no quarto, respectivamente

fonte: http://revistacasaeconstrucao.uol.com.br

terça-feira, novembro 13, 2012

Profissionais famosos assinam 'móveis caninos'



Os cachorros não ligam a mínima para bens materiais e não gostam de seus donos por nenhum motivo que não seja quem eles são por dentro, certo?

Mesmo assim, os donos se derretem por eles, e fazem de tudo para alegrá-los. Arquitetos, aparentemente, também. É o que se deduz diante do projeto Architecture for Dogs ("Arquitetura para Cães", em português), concebido por Kenya Hara, diretor criativo da Muji, loja que traduz a essência do design japonês para o mundo. Ele chamou 13 renomados profissionais e estúdios de arquitetura e design para criarem peças especialmente pensadas para o melhor amigo do homem. O resultado você confere abaixo!


Poltrona para cães e donos, do Atelier Bow-Wow

Perfeita para ler num cantinho sossegado, mas sem deixar seu cachorro com ciúmes, a poltrona de madeira criada pelo escritório japonês Atelier Bow-Wow tem dois lugares, um em frente ao outro.

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Camarim para cães, de Konstantin Grcic

Seu cachorro é uma estrela? Para tratá-los como celebridade, o alemão Konstantin Grcic criou um divertido mini camarim para cães, com direito a espelho redondo e lâmpadas em toda a borda. A peça já vem com o próprio palco, onde o cachorro pode brilhar à vontade.

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Labirinto para cachorro, de Shigeru Ban

Ótimo para distrair pequenos pets, o pequeno labirinto de papelão criado pelo arquiteto japonês Shigeru Ban promete divertir os cães. De quebra, a peça ainda decora, de forma bem-humorada, o lar.

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Casinha diferente para cachorro, de Sou Fujimoto

Que tal uma casa para o cãozinho feita só de arame, capaz de abrigar pequenos objetos pessoais do dono – como plantinhas e outros adereços – e do cachorro – como bolinhas, brinquedos e até livros? Foi isso o que fez o arquiteto Sou Fujimoto ao construir essa pequena e diferente casinha para pets.

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Almofada para pets, de Kayuzo Sejima

Inspirada nos cães peludos e brancos da raça bichon frisé, a premiadíssima arquiteta Kayuzo Sejima, do escritório Sanaa, criou esta almofada, na deliberada intenção de confundir os limites entre animal e objeto. Onde termina um e começa o outro?

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Escultura de madeira, de Kengo Kuma

Metade enfeite, metade abrigo pensado para cães pequeninos, como os da raça pug. Foi este o emprego que o arquiteto Kengo Kuma deu a algumas ripas de madeira cuidadosamente cortadas. Ótimo para os momentos em que os cãezinhos cansam do dono, e precisam de um canto para ficarem quietos.

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Casinha de balanço para cachorros, de MVRDV

Criatividade não falta para o pessoal do escritório holandês MVRDV. Prova disso é a casinha de balanço para cachorros que os arquitetos criaram. Além de bela, conta com uma corda, pela qual a casa pode ser balançada.

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Chaise longe para cães, de Hiroshi Naito

Chaises, espreguiçadeiras e cadeiras de praia não são mais exclusividade dos seres humanos. Afinal, qual cachorro não merece uma peça semelhante para descansar? Essa da foto é uma criação do japonês Hiroshi Naito.

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Carrinho para cães, de Toyo Ito

Um luxo para os cachorros que, na hora do passeio, preferem não colocar as patas na rua. Assim é o carrinho desenhado pelo renomado Toyo Ito. O "veículo" vem equipado com uma almofada para garantir o conforto dos pets, e também uma aba com vários níveis, para protegê-los do sol.

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Escultura de cachorro, de Reiser + Umemoto

Ótima opção de presente para os apaixonados por cães, a pequena escultura em forma de cachorro, inspirada na raça chihuahua, é a criação dos designer Reiser + Umemoto.

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Cadeira para cães, de Torafu

Uma cadeira para cachorros com direito a quatro pés de madeira e assento em tecido, o que permite que o animal descanse no “alto”, foi o projeto dos designers do Torafu. Uma graça!

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Escada para cachorros, de Kenya Hara

Perfeita para cães ativos e brincalhões, que amam correr para lá e para cá, a escadinha criada especialmente para pets, de Kenya Hara, é ótima para os cãezinhos se exercitarem. E ainda decora a casa!

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Capa para cães, de Hara Design Institute

É uma mini casa nas costas? Um super-herói? Não, é uma "capa" para cachorros, no mínimo, inusitada. Criada pelo coletivo Hara Design Institute, a peça em forma de cone protege o animal e, convenhamos, não vai deixá-lo passar despercebido de jeito nenhum.

sábado, novembro 10, 2012

Aura concreta - Tecnocimento® Classic

Tom acinzentando predomina em living





O piso acinzentado reflete a luz natural, que entra abundante pelo terraço deste apartamento em Taipei decorado pelos arquitetos do estúdio Fertility Design. O efeito visual deste reflexo dialoga diretamente com as paredes de tecnocimento, revestimento que se assemelha ao concreto aparente. Este cenário, onde predomina uma atmosfera gris, complementa-se com um conjunto de móveis funcionais e contemporâneos, que respeita a linguagem monocromática.

Tecnocimento® Classic

O cimento queimado evoluiu, e o Tecnocimento® Classic é mais do que a simples evolução tecnológica do cimento queimado, é um novo conceito em revestimento.

Um sucesso consagrado na Europa e nos Estados Unidos há seis anos, o Tecnocimento® Classic foi desenvolvido no Brasil com exclusividade pela NS Brazil e apresentado ao mercado em maio de 2006, em sete ambientes da Casa Cor de São Paulo.


O Tecnocimento® Classic é um revestimento cimentício de alta aderência, aplicado com uma desempenadeira de aço como uma massa corrida, que pode ser utilizado em pisos, paredes, nichos, bancadas e até mesmo no teto.

Além da alta aderência o produto caracteriza-se uma espessura mínima – é aplicado com apenas 2 mm – equivalente à espessura de um cartão de crédito.

O sistema Tecnocimento® Classic básico é composto por:

• Uma camada de Tecnobase – argamassa para regularização da superfície
• Duas camadas de Tecnocimento® Classic - o produto já com o pigmento de cor
• Uma demão de Proseal® - um selador acrílico
• Uma à duas demãos do Verniz de Acabamento escolhido

* Em bases com baixa resistência a abrasão recomendamos a aplicação de uma demão de selador acrílico (CM-Forte) antes da aplicação do Tecnobase.


Diferenciais

• Agiliza a obra

O Tecnocimento® Classic pode ser aplicado sobre a maioria dos revestimentos pré existentes, sem necessidade de remoção dos mesmos, evitando quebradeira e agilizando significativamente a obra. Isso é possível porque o produto é aplicado com apenas 2 mm de espessura.

• Não necessita de juntas

O Tecnocimento® Classic é aplicado como um revestimento monolítico, isto é, sem juntas de dilatação. O produto não contrai e não dilata por si só, e é rico em fibras, o que o torna mais flexível que o cimento queimado tradicional e dispensa o uso das juntas.

• Não trinca, se a base for bem firme

O Tecnocimento® Classic não trinca, desde que aplicado sobre uma superfície bastante firme, resistente e bem aderida.

É importante ressaltar: se a superfície onde foi aplicado o Tecnocimento® Classic trincar posteriormente, por problemas estruturais do prédio, essas trincas também aparecerão no Tecnocimento® Classic apesar da sua flexibilidade - isso é inevitável.


Mudança de paradigma de aplicação

O conceito de aplicação do Tecnocimento® Classic é bastante distinto do cimento polimérico, pois é aplicado como uma massa corrida, em camada única, monolítica, sem emendas e sem juntas, sendo aplicado por profissionais de acabamento que dominam o manuseio da desempenadeira de aço, como pintores, aplicadores de massa ou textura, gesseiros e também por pedreiros. A característica principal do profissional de aplicação é o capricho e estar atento a detalhes de acabamento.



Caracteristicas
O Tecnocimento® Classic pode ser aplicado em composição de duas ou mais cores, de acordo com o projeto arquitetônico.
O Tecnocimento® Classic pode ser aplicado em composição com outros materiais, como madeira, pastilhas, granitos, mármores etc.
O Tecnocimento® Classic possui resistências mecânicas ideais para usos residências e comerciais, oferece resistência e compressão similar aos piso de madeira.
É aplicado com uma espessura de 2 mm, a espessura de um cartão de crédito.
É simples de aplicar, não necessita de juntas de dilatação, tem aspecto de um revestimento contínuo ou monolítico.
Tem a aparência de um cimento queimado sofisticado, com superfície lisa e apresenta nuances de cor e manchamento natural como características estéticas do produto.
Oferece a opção de ser colocado também em paredes, escadas, bancadas, degraus e tetos, compondo uma linguagem única com o piso.
Não há necessidade de remoção dos pisos pré-existentes, como cerâmicas, placas de cimento, mármores, pastilhas e etc. Pode ser aplicado sobre dos mesmos, evitando os transtornos habituais de reformas.
Disponível em várias cores, tem opções de impermeabilização com resina semi-fosca, acetinada ou brilhante.
A sua cura é rápida, podendo ser lixado e aplicado nova camada em menos de 4 horas. Após a camada final o ambiente fica liberado para uso em apenas 24 horas. Para uma área de 100 m² de piso a aplicação dura de 2 a 3 dias.
Pode ser colocado em ambientes residenciais ou comerciais, em áreas internas com manutenção simples e prática.
Leve em peso, menos de 3 kg/m².
Consulte também outras 2 (duas) versões do Tecnocimento® Classic.
Tecnocimento® Wall - ideal para aplicação em paredes, tetos e fachadas.
Tecnocimento® Street - ideal para aplicação em áreas externas descobertas. A aplicação deste produto deve ser com juntas de dilatação em módulos de até 4m².



Caracteristicas de Acabamento e Utilização

1. Nuances de cor são características do produto, podendo ocorrer pequenas alterações em sua tonalidade quando comparado com a amostra padrão e o produto aplicado no local.

2. Marcas de execução são características do revestimento Tecnocimento, haja vista que o processo de aplicação é totalmente artesanal, sendo que pequenas diferenças de acabamento são classificadas como padrão normal de acabamento

3. Ondulações podem ocorrer em maior ou menor intensidade dependendo da qualidade do substrato, normalmente em substratos totalmente planos o nível de ondulação é bem discreto.

4. Manchamentos aleatórios podem aparecer com maior ou menor intensidade no mesmo ambiente, aparecendo em um local e outro não.

5. Trincas e fissuras só acontecerão caso o substrato trincar, fraturar, fissurar ou se deslocar.

6. Arrastes de móveis devem ser evitados para não riscar o verniz de proteção, bem como o próprio revestimento.

7. Apoios de pés de cadeiras, móveis, bases pontiagudas em contato com o revestimento devem ser protegidos com feltro para evitar decalques ou marcas no piso.

8. O Tecnocimento tem resistências mecânicas ideais para uso residencial e comercial, possuindo resistência a compressão comparada às madeiras naturais que podem sofrer marcas de uso provocadas por objetos pesados e/ou pontiagudos.

9. Pontos próximos a ralos, grelhas, soleiras, jardins ou qualquer outra localização que sofrer infiltração de umidade irão escurecer o Tecnocimento próximo as áreas de infiltração.

10. Sendo o Tecnocimento um produto de base cimentícia onde a alvura do cimento se altera entre lotes, as cores do revestimento poderão sofrer alterações em sua padronagem.

11. Recomendamos a conservação do Tecnocimento com ceras protetivas, preferencialmente as ceras acrílicas. A NS Brazil oferece a cera Rocket 21 especialmente desenvolvida para proteção de pisos.

12. Após a finalização da aplicação, cura e liberação para uso do Tecnocimento, caso houver trabalhos ainda a serem realizados na obra, o piso deverá ser protegido primeiramente com papelão ondulado (onda para o lado de cima) e coberto com plástico bolha ou lona preta. Ambas as proteções devem cobrir 100% da área, bem como estarem devidamente fixadas entre si. Utilizar fita adesiva (fita crepe).

13. Eventuais derramamentos de álcool, thinner e produtos químicos de limpeza agressivos ao Tecnocimento devem ser imediatamente recolhidos evitando o contato prolongado com o verniz de proteção, impedindo possíveis manchamentos e/ou degradação do verniz de proteção.

14. A visita técnica nas obras, quando ocorrer, tem a finalidade de aferição de metragem e avaliação da qualidade da superfície onde será aplicado o Tecnocimento. Verificando-se a planicidade, a resistência superficial do substrato, a existência de partes ocas, os pontos visíveis de umidade, as trincas e fissuras superficiais, aspectos que são facilmente identificados a "olho nú". Não é da responsabilidade do fabricante do produto, bem como de seus representantes, a avaliação estrutural dos substratos, emitir laudos técnicos ou garantir de forma verbal ou escrita sua qualidade construtiva ou possíveis patologias futuras que poderão se refletir no revestimento Tecnocimento.

Caracteristícas

ü Possui Excelente Trabalhabilidade
ü Não necessita de cura úmida
ü Isento de juntas de dilatação
ü Retração reduzida (não trinca por si só)
ü Não apresentam fissuras e descamação
ü Maior flexibilidade da argamassa
ü Resistente a mudança de temperatura (não trinca por si só)
ü Excelente adesão a diversos substratos (concreto, cerâmica, granito,etc...)
ü Boa resistência mecânica
ü Produto seguro, não inflamável
ü Pronto para uso
ü Fácil de usar e versátil
 
 Fonte: Casa Vogue

quinta-feira, novembro 08, 2012

Os 10 mais luxuosos hotéis de James Bond



Quem pensa que cinema e arquitetura não podem se unir, engana-se. A seguir os dez hotéis dignos da sétima arte – mais especificamente de James Bond, o icônico agente secreto britânico 007, que adora se hospedar em luxuosos hotéis cinco estrelas.




Ciragan Palace Kempinski, Istambul, Turquia – Skyfall (2012)
O cinco estrelas tem piscina aquecida com borda infinita e oferece serviços como spa, salão de cabeleireiro e galeria de boutiques. Oferece também traslado digno de 007: de barco, limusine e até helicóptero. As suítes Palace contam com serviço de mordomo personalizado 24 horas e seis tipos diferentes de travesseiro, para garantir bons sonhos aos clientes.
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Hotel Cipriani, Veneza, Itália – Casino Royale (2006)
Foi no Cipriani que Daniel Craig, na pele do agente 007, ancorou seu iate de luxo no longaCasino Royale. No filme da saga com maior bilheteria, Bond visita a romântica cidade, mas sua estadia termina em decepção. O hotel tem 79 quartos luxuosos, e seu acesso se dá apenas por barco, por isso, as vistas são de deixar qualquer um de boca aberta. Quem gosta de unir boa comida às viagens também têm vez - sua cozinha conta com chefs estrelados pelo guia Michelin.
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Grand Hotel Pupp, Karlovy Vary, República Tcheca – Casino Royale (2006)
O local é famoso entre as celebridades internacionais do cinema por seus luxuosos tratamentos de spa. Já na ficção, o Pupp foi cenário do lendário torneio de pôquer do filmeCasino Royale. Elegante, o hotel de 1701 combina tradições histórias com quartos confortáveis. Já a luxuosa cozinha internacional abrigou a cena em que Bond e Vesper tomaram um drinque após o jogo de cartas.
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Atlantic Kempinski, Hamburgo, Alemanha – O Amanhã Nunca Morre (1997)
Lembra da famosa cena em que James Bond sobe no último andar de um hotel depois de assassinar Dr. Kaufman em seu quarto de hotel? Se quiser conhecer o lugar onde a cena foi gravada, basta se hospedar no Atlantic Kempinski. O mais bacana é que o hotel permite que os hóspedes sigam os passos de Bond. Para tanto, basta reservar a suíte “Atlântico”, que conta com cozinha própria, salas de estar e de jantar com vistas para o mar. Acha pouco? Então que tal assistir a um bom filme (007, talvez) no cinema do hotel e desfrutar de serviços de lazer e spa?
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The Langham, Londres – Golden Eye (1995)
No filme de estreia do ator Pierce Brosnan na pele do agente 007, o The Langham, inaugurado em 1865, serviu de cenário. Considerado um dos hotéis mais antigos de Londres, o cinco estrelas tem 380 quartos e suítes de luxo, serve sofisticados coquetéis no bar, e é famoso por oferecer serviços de impecável qualidade.
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Gran Hotel, Cidade do México – Licença para Matar (1989)
Construído no século 19, o hotel reúne a típica arquitetura colonial mexicana e, por conta disso, seus interiores foram cenários de cenas de James Bond no filme Licença para Matar. Além da arquitetura, os hóspedes podem desfrutar da bela vista para o centro histórico da Cidade do México.
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British Colonial Hilton Nassau, Bahamas – Nunca Mais Outra Vez (1983)
Seguindo o rastro de uma misteriosa organização, Bond se hospedou neste luxuoso hotel no filme Nunca Mais Outra Vez. Com praia privativa e clima tropical, o hotel conta com belas piscinas e vistas estonteantes do mar. Uma boa pedida é experimentar um bom Martini no elegante bar.
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Taj Lake Palace, Udaipur, Índia – Octopussy (1983)
No longa Octopussy, Bond viaja para a exótica Índia e se hospeda no hotel flutuante e luxuoso Taj Lake Palace. Localizado em uma ilha de quatro hectares no lago Pichola, em Udaipur, o local é perfeito para quem quer ficar longe de tudo e relaxar. A hospedaria oferece também spa indiano e práticas como meditação e ioga.
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Hotel Cala Di Volpe, Sardenha, Itália – O Espião Que Me Amava (1977)
Não basta uma ilha paradisíaca inteira à disposição. É preciso também ter conforto e mimos, como o hotel Cala Di Volpe, que foi cenário de mais um filme da saga de 007: O Espião Que Me Amava. Queridinho de celebridades como Heidi Klum e Denzel Washington, o hotel conta com belas piscinas, de onde se pode desfrutar de bons drinques preparados.
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Hotel The Peninsula, Hong Kong – O Homem Com A Pistola De Ouro (1974)
No filme O Homem Com A Pistola De Ouro, Bond vai parar no The Peninsula, em Hong Kong, depois de seguir o vilão Scaramanga. Na vida real, a hospedaria tem frota de 14 carros Rolls Royce para levar e buscar os hóspedes no aeroporto. Os quartos têm vista para o porto, de onde é possível apreciar as belas luzes que iluminam a cidade.

Fonte: Casa Vogue

terça-feira, novembro 06, 2012

Oscar Niemeyer


<p> Marquesa ou cadeira de balanço? O público da fanpage de CASA CLAUDIA LUXO prefere a marquesa.</p>
Oscar Niemeyer já era um arquiteto consagrado quando, em meados de 1970, começou a desenhar móveis – que hoje figuram na história do design brasileiro. .

As curvas sinuosas da marquesa

Desenhada em 1974, a marquesa é feita de madeira prensada ebanizada com assento de palhinha natural. No livro Móvel Moderno no Brasil, Niemeyer comenta: “É interessante assinalar como a técnica da madeira prensada nos aproxima da arquitetura: a mesma possibilidade de novas formas, o mesmo empenho em reduzir a seção e simplificar o sistema construtivo”. O mesmo material foi utilizado em outras peças, como a própria cadeira de balanço, em 1977. Elas fazem parte da linha de mobiliário, que teve cerca de dez peças, desenhadas pelo arquiteto e produzidas em parceria com a filha, Anna Maria Niemeyer.


Fundação Oscar Niemeyer



Oscar Niemeyer e a filha, Anna Maria Niemeyer.



Divulgação



Assim como os outros móveis, a marquesa possui linhas curvas, eternizadas no Poema da Curva e nos projetos arquitetônicos de Niemeyer.



Ricardo Chaves



O arquiteto soma projetos memoráveis no Brasil e fora dele, como os prédios públicos de Brasília e a coautoria na sede da ONU, nos Estados Unidos.



Nana Moraes



Niemeyer se formou em arquitetura e engenharia pela Escola Nacional de Belas Artes, em 1934.