domingo, janeiro 27, 2013

Madeira e cores quentes no lar de Nina Jacobson




A executiva e produtora de cinema Nina Jacobson é destas pessoas que, ao encontrar um bom profissional, não larga mais dele. Uma das poucas mulheres poderosas da indústria fílmica norte-americana, Nina está por trás de retumbantes sucessos de Hollywood, comoO Sexto Sentido, Os Excêntricos Tenembaums, Piratas do Caribe e, mais recentemente,Jogos Vorazes, série produzida pela companhia que ela mesma fundou, a Color Force.

Em matéria de decoração, há anos ela confia suas múltiplas residências e escritórios à criatividade de Jamie Bush.

Esta casa, conhecida como “o cubo de vidro”, fica em Brentwood, cidade californiana vizinha a San Francisco. Ali, Nina quis uma decoração alegre, que estimulasse a inventividade de seus filhos - Noah, 14, Josie, 12, William, 6 -, sem que para isso a casa assumisse um ar infantil ou lúdico demais. A saída encontrada pelo arquiteto foi salpicar cores fortes em pontos estratégicos da morada. Todo o esquema de cores e materiais surgiu a partir do mobiliário que Nina já possuía.

A paleta cromática pode ser resumida na mistura de dois grupos de cores: as quentes, como o amarelo, o laranja e o vermelho, e os neutros, derivados do branco, do preto e do marrom. Em linhas gerais, Bush descreve seu estilo como orgânico, pois busca inspiração na natureza para criar seus ambientes decorados. Na residência de Nina, além das referências abstratas, ele levou a flora para o projeto ao lançar mão em larga escala das fibras naturais e, levou a fauna também, através das inúmeras figuras animais espalhadas pela casa. Outro elemento em abundância é a madeira. Não só em móveis e armários que tomam toda a parede, Bush utilizou este material no balcão do bar, no teto da área externa e até em algumas paredes, revestidas de madeira. Sem dúvida, é o elemento que rege o clima da casa.

Na realização do projeto, Bush contou com o apoio do arquiteto Bruce Bolander e com as sugestões da parceira de Nina, Jen Bleakley. “Ela é fluente em design”, diz a produtora. Mesmo com tantas pessoas envolvidas, o arquiteto responsável diz ter se sentido livre para a experimentação. “Seja 60 anos atrás ou nos dias de hoje, as pessoas de Hollywood são dispostas a tentar novas maneiras de se habitar numa casa”, explica. Embora não se possa dizer que o resultado final é minimalista, tampouco se pode afirmar existir neste lar um décor extravagante. Com bom gosto e bom senso, Bush soube dar às suas clientes o que pediram: uma casa moderna, bonita e alegre.






































Fonte: Casa Vogue

quinta-feira, janeiro 24, 2013

Meia parede



Uma tendência para 2013: "meia parede" pintada. Sobre a parede pintada, o resultado fica magnífico e sofisticado!











A divisão entre as duas partes da parede pode ficar de 1,0m ou 1,10m de altura e você pode usar uma dessas molduras de poliestireno encontradas facilmente em lojas de departamento.























Outra forma de se trabalhar meia parede é aplicar painéis de madeira, madeira de demolição e mdf laqueado. O efeito fica como um lambri de madeira, que deixa o ambiente mais aconchegante e romântico. O rodapé também poderá ser trabalho com estes materiais, opte por deixar uns 20cm de altura sobre a parede pintada, o resultado fica magnífico e sofisticado.






quarta-feira, janeiro 23, 2013

Parede de ponto-cruz


Paineis costurados à mão decoram restaurante



Quem gosta de fazer crochê ou mesmo quem não entende nada de agulhas e linhas pode se encantar com o restaurante Patria, localizado em Toronto, no Canadá. Projetado pelo escritório local Commute Home, o lugar tem como chamariz as paredes revestidas de tecido todo feito em ponto-cruz. O diferencial da época da vovó, no entanto, contrasta de forma harmônica com os demais elementos decorativos, mais modernos, em meio a uma base neutra, com toques de madeira, preto e beges.

Grande vedete do espaço, a superfície bordada possui nada mais nada menos que 17 mil pontos distribuídos por 21 painéis, o que a torna praticamente uma instalação de arte. Criada por Laura Carwardine com a ajuda de mais colegas designers, a tela de ponto-cruz fica em uma parede dupla, que ocupa primeiramente dois andares do restaurante e se estende para o mezanino no andar de cima, projetada, por sua vez, por Marlo Onilla, daBiography Design.


Como o que é bom dá trabalho (especialmente se feito à mão), o processo de instalação dos painéis demorou cerca de 485 horas para ser concluído, ou seja, mais de dois meses.








Fonte: Casa Vogue

domingo, janeiro 20, 2013

O que é a iluminação com fibra ótica e como funciona?




Fonte: Revista Casa & Construção.

Fibra Ótica é uma ótima opção para quem quer iluminar com segurança sua piscina. É um sistema que conduz apenas luz através de cabos, isolando o usuário de qualquer perigo de choque elétrico. E não transmite calor.

O produto funciona da seguinte maneira: do iluminador – caixa plásica que contém a lâmpada e instalada ao nível do solo – saem os cabos de fibra que desembocam nas paredes das piscinas em até quatro pontos. Em cada um, uma lente dispersa o raio luminoso pela água.


Também comandada por controle remoto, a Fibra Ótica conta com seis opções de cores (azul claro, verde, amarelo, laranja, rosa e branco), que podem ser projetadas seqüencialmente. Em piscinas onde são necessários mais de um iluminador, as emissões de luz contam com o recurso da sincronização.


Depois de instalado, a única exigência para se manter o bom funcionamento é trocar a lâmpada a cada seis mil horas.


As lentes utilizadas para iluminação são elaboradas em vidro nos formatos 'plana' para maior difusão e 'olho de boi' para maior alcance.


Os cabos de fibra ótica são de material polimérico, flexíveis, condutores de luz, que podem emitir luz em sua extremidade como uma fonte de luz pontual, ou por todo o seu perímetro, como um emissor de luz superficial. Os cabos poliméricos conduzem luz baseados no princípio da fibra ótica*. De alta performance, os cabos são flexíveis e proporcionam baixa atenuação de luz, ou seja, a luminosidade que percorre a água é praticamente a mesma emitida pela lâmpada.



Fonte: Revista Casa & Construção.
Fonte: Revista Casa & Construção.


terça-feira, janeiro 15, 2013

LED


01_como-usar-as-lampadas-led
fonte:http://casa.abril.com.br/materia/como-usar-as-lampadas-led
O que significa led?

Trata-se de um diodo semicondutor que, quando energizado, emite luz visível. A sigla vem do inglês, light emitting diode. O led foi criado em 1962, inicialmente na cor vermelha, e hoje o encontramos em TVs, computadores, relógios digitais, rádios, semáforos, lâmpadas, luminárias etc.

Por que ele pode ser considerado sustentável?

Estudiosos dizem que o led é a tecnologia do futuro pela sua variedade de aplicações e por ser sustentável. Uma lâmpada de led gera uma economia entre 75 e 95% no consumo energético em relação às halógenas. Também vale ressaltar sua durabilidade, que costuma atingir 10 anos de vida útil, dependendo de onde está aplicado. É uma opção excelente para o retrofit, pois tem menor consumo e não irá sobrecarregar a carga elétrica.

Como usá-lo?

Deve-se ter cuidado, pois a má utilização pode estragar o projeto. Não basta substituir uma lâmpada dicroica por uma de led, pois os fluxos luminosos são diferentes e você pode criar espaços claustrofóbicos com um grande desconforto visual. O led está evoluindo, mas ainda não é referência de luz como uma lâmpada dicroica, por exemplo, e é egoísta em sua aplicação. Isso porque não resiste a outra fonte luminosa que concorra diretamente com sua luminosidade – o led some se isso acontecer. Além disso, ainda não atinge o IRC [Índice de Reprodução de Cor] de 100%, como uma lâmpada halógena ou uma incandescente, o que pode ser um problema em cozinhas, que pedem maior fidelidade de cor no preparo dos alimentos.

Dentro de casa, onde usar luminárias de led?

Elas trabalham com perfeição na iluminação cênica. Podem ser aplicadas em jardins, lavabos, quartos, halls, área da banheira, enfim, em espaços especiais, para contemplar e descansar.



segunda-feira, janeiro 14, 2013

Incandescentes saem de cena


Conheça os prós e contras dos modelos que promete muito mais economia.




É bem provável que em sua casa exista mais de um tipo de lâmpada. Desde o apagão, em 2001, fontes de luz mais econômicas como as halógenas, as fluorescentes e, recentemente, as de LED viraram visitantes permanentes de espaços íntimos da morada, das áreas externas e dos escritórios. Se num primeiro momento a busca por novas formas de iluminar a casa foi uma alternativa para diminuir a conta no fim do mês ou reduzir a onda de desperdícios, em 2016, isso se tornará lei.Nova lei para as incandescentes


A partir deste ano, a comercialização e a fabricação das lâmpadas incandescentes comuns, que não atingirem o mínimo de eficiência exigida pelo governo, serão proibidas no Brasil. A ideia é reduzir a zero a utilização das “amarelinhas”, ao menos no uso doméstico, uma vez que elas ainda são maioria nas residências do país. “Mesmo com uma maior conscientização por parte do consumidor desde a crise energética, cerca de 300 milhões de lâmpadas comuns ainda são comercializadas no país”, diz Isac Roizenblatt, diretor técnico da Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux). Ou seja: o baixo custo e a boa luminosidade desse tipo de lâmpada ainda pesam na decisão de compra. Porém, como veremos adiante, sua durabilidade é baixíssima e a energia gasta é elevada – mau para o bolso e para o planeta que precisa produzir mais energia para suprir a demanda. Mas, a ideia não é somente adotar as versões econômicas que, nem sempre, trazem o conforto e o aconchego emitidos pela luminosidade das amarelas. É preciso conhecer as características de cada modelo, para então decidir pela melhor opção. “É importante fazer um planejamento e avaliar o local que será iluminado”, explica Adriana Fernandes, coordenadora do departamento de designer da loja La Lampe, em São Paulo. O ideal é mesclar luzes e tipos diferentes, tendo a consciência de que não há uma única melhor em todos os sentidos, pois cada espaço tem uma demanda diferente de iluminação.
Alternativas de reciclagem para lâmpadas


Além da economia, é claro, um importante aspecto que deve ser levado em conta na hora de comprar uma lâmpada são as alternativas de reciclagem disponíveis no mercado. “Por serem compostas basicamente de alumínio e vidro, as incandescentes devem ser descartadas preferencialmente como material reciclável”, orienta Eduardo Sebben, diretor superintendente da Apliquim Recicle Brasil, empresa especializada em descontaminação e reciclagem de lâmpadas. Como ainda não existem procedimentos e tecnologia específicos para o descarte das lâmpadas de LED, elas devem ser descartadas como lixo eletrônico, pois contêm diversos componentes eletrônicos.

O maior problema reside nas lâmpadas fluorescentes, cujo uso tem crescido ano a ano e que podem oferecer danos à nossa saúde e ao meio ambiente. “O mercúrio inorgânico presente nessas lâmpadas não está em sua forma mais tóxica, mas em contato com o meio ambiente (aterros e lixões) pode se transformar na forma orgânica contaminando o solo e os lençóis freáticos”, explica Bruno Carneiro, engenheiro químico do Departamento de Meio Ambiente do Instituto de Pesquisa Evandro Chagas, no Pará. Segundo ele, esse mercúrio orgânico chega a nós por meio dos alimentos (em especial os peixes) podendo, em excesso, causar doenças relacionadas ao sistema nervoso central.

Não é à toa que o descarte correto é um dos itens importantes da chamada logística reversa obrigatória, que faz parte da Política Nacional de Resíduos Sólidos, aprovada em 2010. Nela, o fabricante, o distribuidor e o importador do produto são responsáveis por recolher e destinar o material usado para as empresas de reciclagem.

A forma como será feito todo esse trabalho ainda está em estudo. “A previsão é de que no futuro haja pontos de coleta para facilitar o descarte das lâmpadas, e esse custo extra da coleta esteja embutido no preço final do produto, o que hoje ainda não ocorre”, informa Isac Roizenblatt, diretor técnico da Abilux. Mas, se quiser ajudar, você pode separar essas lâmpadas e procurar os pontos que recebem esse material voluntariamente. “Supermercados, shoppings, lojas de construção e empresas de reciclagem e descontaminação oferecem esse serviço, mas é preciso se informar e ver se há essa possibilidade”, sugere Zilda Maria Faria Veloso, gerente do Departamento de Resíduos Perigosos do Ministério do Meio Ambiente (MMA).
Uma lâmpada para cada nescessidade





Comum

Como ela é: possui um filamento de tungstênio que, ao ser aquecido pela corrente elétrica, transforma energia em luz e calor. O problema é que apenas cerca de 6% a 8% são transformados em luminosidade – o restante é dissipado na forma de calor. Isso faz com que haja um gasto energético desnecessário, encarecendo a conta no fim do mês. Entre todos os tipos é o que dura menos, cerca de nove meses (ou 750 horas). Seu Índice de Reprodução de Cor (IRC) é 100%, ou seja, os objetos iluminados por ela se aproximam bastante de sua cor natural, e o tom da luz é amarelado. É a mais barata à venda no mercado.





Halógenas

Como ela é: tem o mesmo princípio de funcionamento da incandescente comum. Ela também possui filamento e ainda gás halógeno – composto de iodo e bromo – que faz com que sua vida útil gire em torno de dois anos (ou 2.000 horas), bem mais do que a da incandescente comum. A conversão da energia em luz varia de 10% a 12%. A qualidade da iluminação é similar à da comum tanto no que diz respeito ao IRC quanto ao tom da luz, chamada pelos especialistas de temperatura da cor.

Na decoração: por emitir uma intensidade de luz bastante agradável tanto a incandescente comum quanto a halógena são indicadas para locais como salas de estar, quartos, home theaters. Além disso, como tem bom IRC, deve ser usada em locais onde precisamos enxergar as coisas nas cores originais, tais como espelho de banheiro (para maquiagem), salas (especialmente os locais de refeições), quartos, closets (para escolher a roupa certa) e assim por diante. A lâmpada halógena está disponível com diferentes refletores acoplados que proporcionam iluminação com foco dirigido ideal para destacar quadros, objetos e coleções.




Fluorescente

Como ela é: a maior parte da luminosidade dessa lâmpada vem de uma reação química dos gases mercúrio e argônio, contidos em seu interior, e não da corrente elétrica. Resultado: menos gasto de energia e conta mais barata. Nessa categoria existem dois tipos: a compacta que, em uma residência, dura em média de seis a 12 anos, e a tubular que dura de sete a 15 anos. O IRC varia de 65% a 90% e pode ser encontrado com temperaturas de cor amarelo suave e azul. Hoje em dia, a oferta de lâmpadas de qualidade aumentou muito, se comparada ao início de sua inserção no país.

Na decoração: por ser uma lâmpada econômica e eficiente, é perfeita para locais em que seja necessária muita luz geral e para espaços que demandem iluminação constante, como cozinhas, banheiros, áreas de serviço, garagens e corredores. Como não possuem um bom IRC, os objetos iluminados tendem a ficar com uma aparência mais “artificial”. Na cozinha, lâmpadas desse tipo podem ser usadas desde que não sejam colocadas sobre locais como pia e fogão, em que os alimentos são manipulados. Nesses casos, fique com a incandescente comum ou a halógena, que realçam a cor natural do objeto iluminado.




Lâmpada LED - (Diodo Emissor de Luz)

Como ela é: dentre todas é a que possui tecnologia mais eficiente. Isso se traduz numa maior durabilidade (algumas podem chegar a até 50 anos ou 50.000 horas), economia e luminosidade. Em contrapartida, é uma das mais caras do mercado, seu IRC não é bom (comparado ao das outras) e, no Brasil, está disponível apenas na temperatura de cor azulada, ou seja, mais fria. O funcionamento dessa lâmpada é complexo e totalmente diferente do dos outros tipos: a luz é resultante de uma reação energética desencadeada por elétrons (cargas negativas).

Na decoração: é perfeita para locais em que é necessária uma grande economia de energia, para áreas que precisam de um “ponto” de luz, como corredores, escadas, prateleiras pequenas, jardins ou pontos de destaque que ficam acesos a noite inteira. Outra vantagem é a possibilidade da troca dinâmica de cores, usada com frequência na cromoterapia e em salões de festa. Além do uso doméstico, são ideais para iluminação de ruas e avenidas.

Fontes: Adriana Fernandes, coordenadora do Departamento de Designer de La Lampe, de São Paulo; César Pagan, chefe do Departamento de Máquinas, Componentes e Sistemas Inteligentes, da Faculdade de Engenharia Elétrica e da Computação, da Unicamp; e Isac Roizenblatt, diretor técnico da Abilux.
Conheça o selo de eficiência energética





Para saber a eficiência energética de cada modelo (boa luminosidade, qualidade do produto e baixo gasto energético), o Inmetro criou a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (Ence) para lâmpadas incandescentes comuns e halógenas, e para fluorescentes compactas. A etiqueta possui sete classes de eficiência, que vai de “A” (a mais eficiente) a “G” (a menos eficiente). Por exemplo, as fluorescentes compactas geralmente são “A” e “B”, as incandescentes são classificadas de “D” a “G” e as “C” são as halógenas. Já as fluorescentes tubulares e as LED devem estar regularizadas e etiquetadas a partir de 2013.

Fonte: Marcos Borges, responsável pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem, do Inmetro.

domingo, janeiro 13, 2013

Peixes de Gehry



Luminárias revelam lado designer do arquiteto







“O peixe é uma forma perfeita.” A frase é de Frank Gehry, e sintetiza a exposição Fish Lamps, que acontece simultaneamente nas unidades da Gagosian Gallery de Los Angeles e de Paris. Conhecido pela criatividade capaz de mudar paisagens urbanas com dinâmica e fluidez únicas - vide o Guggenheim de Bilbao -, o arquiteto canadense tem uma outra faceta explorada pela famosa galeria americana: a de designer.


Em cartaz desde esta sexta em Los Angeles, e a partir do dia 24 em Paris, a mostra exibe peças que revisitam um momento vivido por Gehry na década de 1980, quando foi comissionado pela Formica para produzir objetos a partir do recém-criado laminado plástico ColorCore. Na época, o arquiteto já era renomado pelo uso inventivo de materiais, explorando formas inusitadas por meio de esculturas e mobiliário. Ao quebrar, por acidente, um pedaço do ColorCore, Gehry notou que os cacos lembravam escamas de peixe. A partir dessa realização, iniciou a criação das chamadas Fish Lamps.

Quase 30 anos mais tarde, o arquiteto volta a produzir as lâmpadas, agora apresentadas nas duas mostras. Dispostos individualmente ou em trios, alguns peixes se encontram na forma de arandelas, outros afixados a estacas, enquanto diversos descansam em superfícies horizontais. Com formatos que sugerem movimento, as luminárias, de textura orgânica e luz branda, representam a harmonia entre material, forma e função.














Fonte: Casa Vogue

quinta-feira, janeiro 10, 2013

Escadas, varandas e janelas no teto






Se o holandês M.C. Escher estivesse vivo, e alguém o convidasse para largar por um instante as gravuras para desenhar um restaurante, o resultado provavelmente seria algo muito semelhante ao The Room, casa aberta em Hong Kong no ano passado. 

Projetado pelo designer Joey Ho, o estabelecimento possui escadas, varandas e janelas no teto, com paredes que parecem estar de cabeça para baixo. O divertido jogo de ilusão de óptica confunde os visitantes, que só não ficam mais perdidos graças aos assentos vermelhos, pontos focais que ajudam a organizar a visão.

O universo das perspectivas impossíveis de Escher é a óbvia inspiração de Ho, que soube transpor o apelo dramático das imagens do artista para um espaço tridimensional. “O projeto do The Room foi criado de forma contemporânea sobre uma estrutura espacial, de modo a aumentar as emoções do consumidor e estabelecer uma relação nova entre pessoas e o espaço onde se alimentam", explica Ho.

Com o intuito declarado de criar um lugar "sofisticado, mas acessível”, o designer acabou por projetar um restaurante que vai além da mera experiência gastronômica.












fonte:http://casavogue.globo.com/LazerCultura/noticia/2013/01/escadas-varandas-e-janelas-no-teto.html

segunda-feira, janeiro 07, 2013

Integrar a piscina à varanda





A casa está voltada para o pátio central, que conta com piscina, prainha, pérgola com espaço de relaxamento e a estrela do local: uma grande varanda onde os proprietários recebem os amigos e se divertem. Com 35 m², a piscina planejada pela paisagista Paula Bergamin e pelo arquiteto Mario Natal tem refletores subaquáticos equipados com cabos de fibra ótica e iluminadores com lâmpadas de vapor metálico. A parte interna foi revestida com cerâmica Brennand azul, enquanto a borda recebeu seixos brancos.


Poucos passos a separam da piscina. Basta levantar e dar aquele mergulho em questão de segundos. Se bater vontade de descansar, no entanto, é só sair da água e escolher uma poltrona confortável. Essas são apenas algumas das vantagens de integrar a piscina à varanda. Tudo fica mais fácil, rápido e prático. "É uma ótima solução para quem deseja estender a área de lazer", comenta a paisagista Paula Bergamin. Sem dúvida, o ganho de espaço é o principal benefício. Porém, a vista privilegiada é outro quesito que aparece na lista de motivos para se investir nessa ideia.


O posicionamento dos dois componentes deve ser estratégico: é importante planejar áreas de circulação e deixar o projeto harmônico. Os traços da piscina devem seguir o partido arquitetônico da casa, pois não podem destoar. As cores também têm de estar em harmonia, bem como o paisagismo.
A piscina se destaca na casa planejada pela arquiteta Gilda Meirelles, que apostou em grandes panos de vidro. Dessa forma, a vista para a área de lazer ficou garantida. O modelo contorna o projeto e, ao passar pelo salão de jogos e pelo living, se transforma em espelho-d'água. O truque foi uma maneira de integrar os dois ambientes, conectados por uma ponte de madeira itaúba. A piscina conta ainda com uma raia de 25 m, ideal para a prática de natação e biribol (um dos esportes preferidos dos proprietários).



A piscina foi disposta na fachada norte, integrada ao deque de madeira - uma varanda mais do que especial. O projeto, de autoria de André Luque, tem formato de raia e é ideal para praticar natação. O brise metálico, mesmo material usado para compor a estrutura da morada, dá um toque contemporâneo e ainda ajuda a controlar a incidência de luz solar. Para contrastar com os tons neutros, o profissional optou por pastilhas azuis (Jatobá) no interior da piscina.


As possibilidades para quem decidir apostar nessa integração de ambientes são inúmeras - há opções para todos os gostos. Uma delas é deixar a piscina invadir um pouco a varanda, para garantir uma sombrinha nos dias mais quentes. Outra dica é prestar atenção durante o desenvolvimento do projeto e planejar a varanda totalmente voltada para a área de lazer, mesmo que haja um espaço entre as duas. Esse local é perfeito para organizar refeições ao ar livre a aproveitar os dias quentes, pois o verão vem aí!


A decoração é mais um ponto importante: vale combinar os móveis usados à beira da água com os da varanda. Como sempre, espreguiçadeiras são bem-vindas e fazem a alegria de quem está de férias ou quer apenas descansar em grande estilo.



Localizada em Ibiúna (SP), esta morada é um excelente destino para quem deseja repor as energias. Vale começar os dias de folga com um bom mergulho na piscina integrada à varanda. O modelo tem borda e prainha de concreto atérmico (Castelatto) e deque de madeira cumaru. A parte interna recebeu pastilhas cerâmicas de 5 x 5 cm (Jatobá) na cor Verde Antilhas. Carina Mattievich, arquiteta responsável pelo projeto, reformou a casa e criou esta área de lazer. "Mantive a antiga construção, mas busquei uma nova área para a piscina", comenta.


Inicialmente, a casa, planejada pelo arquiteto André Luque, foi construída para fins de semana. Porém, os moradores gostaram tanto que acabaram fazendo dela o seu lar permanente. A piscina em L é um dos destaques e ficou totalmente integrada à varanda. Seu banco submerso é ideal para relaxar ou bater papo entre amigos. Portas de correr de vidro separam o espaço da sala de estar. O interior da piscina foi revestido com pastilhas (Jatobá). O deque de madeira ao lado abriga churrasqueira, forno de pizza e bancada de apoio.


 
Com 105 m², a piscina é a grande estrela da casa projetada pela arquiteta Myrna Porcaro. O deque posicionado em frente à morada oferece uma vista de tirar o fôlego para a paisagem mineira. As águas acompanham os traços da fachada e ainda parecem abraçar o pilar de concreto que faz parte da sustentação da residência. Os materiais usados para revestir o espaço são resistentes e sofisticados: granito foi colocado na borda, enquanto pastilhas de vidro (Glass Mosaic) cobrem o interior. A fonte luminosa, a spa acoplada e passarelas de granito (MG Mármores), que permitem a passagem do deque para a varanda.

fonte: http://revistacasaeconstrucao.uol.com.br/ESCC/Edicoes/89/artigo275215-2.asp