quinta-feira, janeiro 31, 2013

O MARAVILHOSO MUNDO DOS PALLETS!

Palete (do francês palette) é um estrado de madeira, metal ou plástico que é utilizado para movimentação de cargas.




Função


A função do palete é a otimização do transporte de cargas, que é conseguido através da empilhadeira e a paleteira, obtendo com isso vantagens como:

  • Redução do custo homem/hora;
  • Menores custos de manutenção do inventário bem como melhor controle do mesmo;
  • Rapidez na estocagem e movimentação das cargas.
  • Racionalização do espaço de armazenagem, com melhor aproveitamento vertical da área de estocagem;
  • Diminuição das operações de movimentação;
  • Redução de acidentes pessoais;
  • Diminuição de danos aos produtos;
  • Melhor aproveitamento dos equipamentos de movimentação;
  • Uniformização do local de estocagem.
Reaproveitando na arquitetura e decoração:


 Olha que lindo!!



ACHADOS DE DECORAÇÃO: DECORAÇÃO COM RECICLAGEM





























Piscinas

















Alto verão, calor tórrido, temperaturas abusivas: quem é que não se imagina driblando tudo isso e dando um mergulho dos melhores numa bela piscina?


Do sonho à realidade passam-se alguns meses, por isso é indicado que se inicie os trabalhos de projeto e execução no máximo no mês de outubro do ano anterior ao verão que você quer estar dentro de seu próprio parque aquático . Mas a verdade é que a gente só se lembra disso agora, em pleno verão mesmo…



Portanto, procure se programar para o próximo ano. Do projeto arquitetônico – que envolve desde a escolha do formato, dimensões, instalações elétricas e hidráulicas até a iluminação do novo elemento do jardim – a sondagem do terreno, passando pela decisão da estrutura a ser adotada ao início da movimentação de terra, a impermeabilização, definição de equipamentos para mantê-la sempre limpa e, finalmente, o(s) revestimento(s), muita coisa deve ser avaliada e discutida para que você tenha realmente o prazer de desfrutar de sua própria piscina.


As piscinas estão cada vez mais populares. É claro que, diversos fatores como tipo de solo, posição do sol, tamanho do terreno poderão interferir, mas o fundamental é a sua vontade de investir.







Não pense que para isso você precisa ter muito dinheiro. Hoje em dia, as diversas opções permitem que você pague bem menos que algum tempo atrás. O preço vai depender do tipo e do tamanho da piscina que escolher.

Apesar dos materiais, técnicas de construção, equipamentos e acessórios estarem tornando-se mais acessíveis, antes de pensar em construir a sua piscina, você não pode esquecer que esse tipo de lazer exige cuidados e tratamentos. Porém, nada disso é complicado se todas as precauções forem tomadas com antecedência. Para isso, é importante escolher profissionais que possam orientá-lo. 




Ruy Ohtake






Por onde começar:


  • Contrate um arquiteto para elaborar o projeto
  • Pesquise o preço das piscinas. 
  • Acompanhe a construção.
O que se deve levar em conta:

  • Espaço disponível para a instalação
  • Profundidade
  • Onde está o sol
  • Características do solo
  • Paisagismo






terça-feira, janeiro 29, 2013

Estudo comprova que gesso pode ser reciclado inúmeras vezes


Em pesquisa realizada na Unicamp, material chegou ao quinto ciclo de reciclagem mantendo as mesmas propriedades físicas e mecânicas.




O gesso descartado nas obras de construção civil pode ser recuperado, mantendo as mesmas propriedades físicas e mecânicas de seu formato comercial. Essa é a conclusão de um estudo realizado na Universidade de Campinas (Unicamp) pela pesquisadora Sayonara Maria de Moraes Pinheiro, engenheira civil e professora da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf).


O processo consistiu na execução de duas fases para o retorno do gesso ao seu formato comercial: moagem e calcinação. Segundo a pesquisadora, a moagem pode ser considerada um processo de reciclagem por si só, pois o material processado pode ser utilizado como adição nas pastas de gesso de construção. 

Quando a etapa de moagem é associada à calcinação, segundo a pesquisadora, o resíduo volta a ser um aglomerante. "Assim, o resíduo de gesso retorna ao seu formato comercial", completa.



Cerca de 400 kg de resíduos de gesso foram submetidos a ciclos de reciclagem consecutivos em uma unidade de reciclagem experimental, criada apenas para a pesquisa. As propriedades físicas e mecânicas do gesso recuperado foram avaliadas em laboratório. Segundo o estudo, o material apresentou características químicas e microestruturais similares ao longo de todo o processo, mesmo após o quinto ciclo. 

De acordo com Sayonara, os ciclos provam que o gesso da construção civil pode ser sustentável. "Se não houver contaminação, o gesso pode ser 100% reciclado", diz. Segundo ela, para destinar o resíduo de gesso à reciclagem, seria necessário estabelecer um programa de gestão nos canteiros de obra com regras como, por exemplo, condicioná-lo em recipientes específicos. "Dessa forma, você contribui diretamente com a sustentabilidade do setor da construção civil como um todo, seria uma logística reversa", diz.


Utilizar o resíduo em diversos ciclos de reciclagem, além de reduzir a extração do minério gipsita, ainda contribui para a diminuição do descarte inadequado do material, bem como da contaminação do solo e lençol freático. "Por ser constituído de sulfato de cálcio di-hidratado, o resíduo de gesso pode se tornar tóxico em contato com o meio ambiente, já que a facilidade de solubilização do material promove a sulfurização do solo e a contaminação do lençol freático", explica a pesquisadora. "Portanto, não é recomendada sua deposição inadequada ou em aterros sanitários comuns, onde a dissolução dos componentes pode torná-lo inflamável", afirma.


Apesar de comprovada a viabilidade da reciclagem do gesso, ainda não foi desenvolvido um protótipo de usina de reciclagem para o material. A pesquisadora acredita, no entanto, que há possibilidade de tornar o processo rentável. Segundo ela, o volume de resíduos gerado pelo polo gesseiro de Araripe, no sertão pernambucano, por exemplo, representa massa significativa para proporcionar reciclagem em escala industrial. Sozinho, o polo é responsável pela extração de 95% da gipsita no país, sendo os principais consumidores os estados da região Sudeste. No total, o polo compreende 37 minas de exploração, aproximadamente 100 calcinadoras e 300 pequenas unidades produtoras de componentes, com processos artesanais.

A tese de doutorado da pesquisadora, defendida em 2011 junto ao programa de pós-graduação da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC) da Unicamp, corrobora a mudança da classificação do resíduo de gesso da Classe "C" para classe "B" pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), por meio da resolução nº 431 que destina o resíduo de gesso à reciclagem específica. "A redução da geração do resíduo, sua reutilização e reciclagem são as únicas possibilidades de minimizar o impacto ambiental causado pelo material", finaliza a pesquisadora.


segunda-feira, janeiro 28, 2013

Casa de 240 m² feita com contêineres é inaugurada no Paraná



Projeto assinado por Danilo Corbas é formado por seis compartimentos


Foi inaugurada, na quarta-feira (16/01/2013), a primeira casa feita com contêineres no Paraná, no bairro de Orleans, em Curitiba. Assinado pelo arquiteto Danilo Corbas, o projeto batizado de Casa Container do Paraná foi executado pela empresa Delta Containers com contêineres marítimos com mais de dez anos de uso. 







Com 240 m² de área, a casa é formada por seis contêineres do tipo High Cube de 40 pés (12 m de comprimento x 2,9 m de altura). As estruturas metálicas receberam o tratamento de reciclagem no terminal da Delta Containers, onde foram recortadas para criação de portas e janelas, e depois descarregadas no terreno, nas posições corretas para instalação.

Distribuída em dois pavimentos, a casa contém três dormitórios, sendo uma suíte, closet, banheiro social, sala de estar, sala de jantar e cozinha gourmet integradas, escritório, biblioteca, lavabo, churrasqueira, área de serviço e varandas.

O peso reduzido da estrutura possibilitou o uso de fundações em sapatas isoladas. Já as paredes e forros foram revestidos com drywall combinados com o uso de lã de PET e de rocha para a obtenção de melhor desempenho acústico.

Confira algumas plantas e fotos do projeto:





































fonte: http://www.piniweb.com.br/construcao/arquitetura/casa-de-240-m-feita-com-conteineres-e-inaugurada-no-276965-1.asp