terça-feira, maio 11, 2010
segunda-feira, maio 10, 2010
Paredes vestidas de pedra
Troque a tradicional pintura das alvenarias pela rusticidade e o charme do material
Revestimentos naturais são sempre boas alternativas para dar mais personalidade ao ambiente. Duráveis e resistentes, as pedras podem ser usadas de diferentes formas (em filetes, placas, cacos, alto e baixo relevo) e dão um toque de rusticidade a áreas internas e externas. Além disso, aceitam combinações com estilos variados e compõem projetos sofisticados.
A instalação, na maioria dos casos, é simples. Normalmente são assentadas com argamassa comum de cimento sobre uma superfície rústica, porém, para um bom resultado, é fundamental contar com mão de obra especializada. Como se trata de um material pesado, outra recomendação é prever um reforço estrutural caso as pedras sejam instaladas em grande quantidade, em painéis altos e edificações de vários pavimentos.
Inspire-se nas composições apresentadas
As pedras filetadas criam um interessante jogo de texturas em relação ao polimento do piso e ao vidro. Todo o corpo da lareira foi revestido com pedra São Tomé em peças de 30 x 3 cm, em média. As pedras foram aplicadas em alto relevo com argamassa comum sobre superfície impermeabilizada e com acabamento sem rejunte, ocupando uma área de 30 m². A cor clara da São Tomé revela um conjunto harmônico que dialoga com os demais tons propostos para a sala. Por já ter pilar embutido para apoio de viga da laje, a parede não exigiu reforço estrutural.
Nobreza da pedra
A sofisticação do banheiro é reforçada pelo uso dos mármores especiais que revestem as paredes. Para execução dessa sala de banho contemporânea foram usadas as cores e adornos onde predominam a leveza do branco e os detalhes do vermelho. O tom vibrante ganha destaque com o mármore vermelho.
O painel é composto por pequenos quadrados (2 x 2 cm) colados em uma tela (30 x 30 cm) aplicada na alvenaria. O filete de mármore Spacatto Branco Especial (Legato Pisos) é formado por barrinhas individuais de dimensões variadas (2 a 3 cm x 20 a 30 cm), coladas uma a uma, formando um mosaico. Tanto o mármore vermelho (5 m²) quanto o branco (3,60 m²) foram assentados com junta seca e argamassa específica para o material.
Toda a parte inferior das paredes externas foi revestida com pedra grés amarela, que no sul do País é encontrada em um tom claro. A opção da arquiteta foi por pedras de tamanhos diferentes (10 x 20 cm, 20 x 20 cm, 10 x 30 cm, 20 x 30 cm) dispostas de forma intercalada, criando um mosaico e um jogo de relevos.
Para que o peso das pedras não causasse problemas, o revestimento com pedra grés foi previsto no cálculo estrutural da construção. A instalação foi executada com argamassa própria e junta seca, respeitando a espessura das peças.
No espaço gourmet, a pedra portuguesa bege para valorizar o ambiente, revestindo 8 m² da alvenaria com o material. Apesar de rústico, o mosaico português combinado a outros elementos acaba dando um ar sofisticado ao espaço. Com lados que variam de 2 a 4 cm, as pedras foram instaladas e rejuntadas com argamassa de areia e cimento. A espessura irregular do mosaico criou um relevo que trouxe movimento para a parede, ao mesmo tempo em que contrasta com o vidro liso. Além de bonita, a pedra portuguesa é resistente, não exige manutenção e caso alguma peça se solte a reposição é simples.
Elegante, a adega as tem paredes recobertas por filetes de pedra pau-ferro (Pietrecolorati) num mosaico de alto e baixo relevos. O revestimento é vendido em placas de 30 x 30 cm, compostas pelos cortes de 1,3 cm de largura com comprimento aleatório, pontas serradas e superfície desnivelada. A instalação das placas foi executada com argamassa.As pedras ocupam 2,88 m² da parede, que não necessitou de reforço estrutural por conta da medida reduzida. Saiu do tradicional e criou uma adega com efeito sofisticado, quente e aconchegante. O material tem aparência de madeira, mas por ser pedra facilita na contenção de umidade.
Arquitetura
A casa de estilo contemporâneo é a nova tendência no que diz respeito à construção de uma residência. Definimos como contemporâneo algo novo, atual. Nesse estilo arquitetônico, a tecnologia se faz presente. A natureza é valorizada pelos jardins, onde grandes aberturas de vidro propiciam a sua visualização e integração, tanto interna como externamente. A cobertura da casa passa a ter vários jogos de telhados, que, além da beleza, transmitem um sentimento de abrigo ao morador.
A fachada não se restringe apenas à parte da frente, todos os lados da residência são trabalhados com detalhes de arquitetura que lembram diferentes épocas e estilos, de forma harmônica. Os volumes são ora curvos, ora retos de forma angular. Texturas, revestimento de pedras e cores arrojadas são sempre utilizadas em painéis de destaque, cabendo tons suaves ao restante.
A distribuição dos cômodos internos tem como característica a existência de poucas paredes de divisão, principalmente nas salas, dando maior amplitude aos ambientes, maior integração e economia na construção, pois os próprios móveis definem as funções do espaço e sua utilização. Sem dizer do favorecimento à ventilação e iluminação, pois vivemos num país tropical.
A área de lazer é muito importante, pois vivenciamos uma época do retorno ao uso da casa para reunir a família, os amigos e enfrentar o stress do dia-a-dia. A piscina ganha formas orgânicas, as mesmas encontradas na natureza, ou se mantem no estilo classico. Cascatas ou quedas d’ água transmitem tranqüilidade e concebem frescor ao ambiente. Muitos preferem também um spa.
Não podemos esquecer da churrasqueira, fornos de pizza e uma espécie de espaço gourmet (minicozinha externa), que acoplado a um balcão tipo de bar, concebe ao ambiente de lazer um lado pitoresco de se cozinhar confraternizando com todos ao redor ou simplesmente integrar a área de lazer junto a cozinha tornando se um espaço gourmet interativo estilo Loft.
As casas ficam bonitas, confortáveis, funcionais e de custo racional, pois utilizamos todos os elementos que fizeram e fazem sucesso atualmente na construção, o uso de elementos ecologicamente corretos como a reutilização da água de chuva, aquecedores solar, piso de bambu, madeira ecologicas, são o estimulo para uma nova era de sustentabilidade na área da construção civil que nós profissionas tentamos incluir na sociedade, tanto na clase C ou clase A.
sexta-feira, maio 07, 2010
Quando a imaginação vira realidade
Aposto que quem assistia ao desenho “Os Jetsons” sempre sonhou em morar em uma cidade daquelas. Boa notícia para os fãs: parece que a imaginação com uma pitada de cidade-jardim e muita tecnologia vai acabar virando realidade!
O lugar para a realização desse sonho é nada menos que Dubai, uma cidade que cresceu baseada em sonhos e muito dinheiro, e que hoje é sede de uma arquitetura moderna, extravagante e desafiadora.
O projeto da Cidade Rotativa, da empresa High Rise RE, consiste em um espaço amplo, com muita natureza, boa qualidade ambiental e paisagística. Nesse espaço serão construídos prédios que servirão como moradia, comércio, hotéis, enfim tudo que compõem uma cidade, com um grande diferencial: todos serão rotativos para melhor aproveitar a luz solar.
Faisal Ali Moosa, fundador da empresa promotora, só está esperando conseguir o terreno para tocar o projeto. Alguns edifícios-modelo já foram construídos em outros locais a fim de atrair clientes.
Bom, já sabemos que o dinheiro de Dubai pode construir coisas fantásticas como pontos de ônibus com ar condicionado e ilhas artificiais, mas será que conseguirá fazer com que os prédios flutuem e até mesmo voem, como os projetistas estão querendo?! Vamos esperar pra ver!
fonte:http://blogportobello.com.br
O lugar para a realização desse sonho é nada menos que Dubai, uma cidade que cresceu baseada em sonhos e muito dinheiro, e que hoje é sede de uma arquitetura moderna, extravagante e desafiadora.
O projeto da Cidade Rotativa, da empresa High Rise RE, consiste em um espaço amplo, com muita natureza, boa qualidade ambiental e paisagística. Nesse espaço serão construídos prédios que servirão como moradia, comércio, hotéis, enfim tudo que compõem uma cidade, com um grande diferencial: todos serão rotativos para melhor aproveitar a luz solar.
Faisal Ali Moosa, fundador da empresa promotora, só está esperando conseguir o terreno para tocar o projeto. Alguns edifícios-modelo já foram construídos em outros locais a fim de atrair clientes.
Bom, já sabemos que o dinheiro de Dubai pode construir coisas fantásticas como pontos de ônibus com ar condicionado e ilhas artificiais, mas será que conseguirá fazer com que os prédios flutuem e até mesmo voem, como os projetistas estão querendo?! Vamos esperar pra ver!
fonte:http://blogportobello.com.br
quinta-feira, maio 06, 2010
Aproveite a água das chuvas
Conheça o sistema de captação e aproveitamento que gera economia e um uso mais responsável desse recurso
Toda casa precisa de um sistema de captação e escoamento de água das chuvas eficiente. Para tanto, é necessário instalar calhas, rufos, rincões e funis que conduzem as águas pluviais a pontos de escoamento como ralos, caixas com grelhas e bocas de lobo. Então, por que não redirecionar essa água e utilizá-la? Um sistema de aproveitamento permite o uso da água para fins não potáveis e ainda ajuda a economizar na conta.
O sistema funciona assim A água da chuva é coletada do telhado por calhas e acumulada em uma cisterna. De lá, passa por um filtro e é bombeada pela residência.
O ideal é que esse reservatório possua um ladrão para despejar a água excedente em dias de muita chuva. A capacidade ideal deve ser determinada pelas empresas especializadas na instalação do sistema. Para isso, será necessário apenas identificar os seguintes dados: área de coleta do telhado, região e clima do local e previsão de consumo de água.
Se a cisterna ficar na parte inferior da construção, será necessário instalar uma bomba que ajude na distribuição. Já o filtro é indispensável, para evitar contaminações.
O reservatório da água da chuva não precisa ser acoplado à caixa d’água da residência, mas em períodos de estiagem pode ser necessário transferir a água da caixa para a cisterna. Se, por exemplo, o reservatório de chuva for responsável pelo abastecimento dos vasos sanitários, não poderá ficar vazio.
O sistema de aproveitamento pode ser instalado tanto em empreendimentos em construção quanto em preexistentes, afinal, grande parte da infraestrutura necessária é colocada externamente.
Essa água pode ser usada para a limpeza geral e irrigação do jardim. Ela pode ainda abastecer os vasos sanitários. Nesse caso, a tubulação deve ser independente de chuveiros e lavatórios, bem como do restante da casa.
Para estender ainda mais o uso e viabilizar o contato com o corpo humano, é preciso contar com um sistema de desinfecção. Antes de ser distribuída, a água da cisterna precisará ser enviada a um equipamento de purificação que fará a filtração e a esterilização.
Para o tratamento, há vários tipos de filtros. Um deles descarta a primeira água, aquela que carrega a maior parte das impurezas contidas nos telhados; o restante é armazenado para aproveitamento. Outro armazena todo o volume precipitado e para tratamento existe um filtro de areia que retém as impurezas. E há ainda aqueles que usam os raios ultravioleta para desinfecção. Nos dois primeiros, é necessária uma dosagem de cloro para evitar a proliferação de bactérias. Logo após, a água é bombeada para os pontos de consumo e caixa d’água de reuso.
Por que aproveitar essa água?
Segundo o especialista da AcquaBrasilis, considerando que o consumo em vasos sanitários pode chegar a 40% da totalidade em uma residência, os projetos com esse sistema economizam bastante. Além disso, diminuindo o consumo de água, se reduz a cobrança de esgoto, gerando economia em dobro,Porém, ele admite que, em épocas de estiagem, será necessário usar a água da concessionária e alguns meses do ano não contarão com essa economia.
Toda casa precisa de um sistema de captação e escoamento de água das chuvas eficiente. Para tanto, é necessário instalar calhas, rufos, rincões e funis que conduzem as águas pluviais a pontos de escoamento como ralos, caixas com grelhas e bocas de lobo. Então, por que não redirecionar essa água e utilizá-la? Um sistema de aproveitamento permite o uso da água para fins não potáveis e ainda ajuda a economizar na conta.
O sistema funciona assim A água da chuva é coletada do telhado por calhas e acumulada em uma cisterna. De lá, passa por um filtro e é bombeada pela residência.
O ideal é que esse reservatório possua um ladrão para despejar a água excedente em dias de muita chuva. A capacidade ideal deve ser determinada pelas empresas especializadas na instalação do sistema. Para isso, será necessário apenas identificar os seguintes dados: área de coleta do telhado, região e clima do local e previsão de consumo de água.
Se a cisterna ficar na parte inferior da construção, será necessário instalar uma bomba que ajude na distribuição. Já o filtro é indispensável, para evitar contaminações.
O reservatório da água da chuva não precisa ser acoplado à caixa d’água da residência, mas em períodos de estiagem pode ser necessário transferir a água da caixa para a cisterna. Se, por exemplo, o reservatório de chuva for responsável pelo abastecimento dos vasos sanitários, não poderá ficar vazio.
O sistema de aproveitamento pode ser instalado tanto em empreendimentos em construção quanto em preexistentes, afinal, grande parte da infraestrutura necessária é colocada externamente.
Essa água pode ser usada para a limpeza geral e irrigação do jardim. Ela pode ainda abastecer os vasos sanitários. Nesse caso, a tubulação deve ser independente de chuveiros e lavatórios, bem como do restante da casa.
Para estender ainda mais o uso e viabilizar o contato com o corpo humano, é preciso contar com um sistema de desinfecção. Antes de ser distribuída, a água da cisterna precisará ser enviada a um equipamento de purificação que fará a filtração e a esterilização.
Para o tratamento, há vários tipos de filtros. Um deles descarta a primeira água, aquela que carrega a maior parte das impurezas contidas nos telhados; o restante é armazenado para aproveitamento. Outro armazena todo o volume precipitado e para tratamento existe um filtro de areia que retém as impurezas. E há ainda aqueles que usam os raios ultravioleta para desinfecção. Nos dois primeiros, é necessária uma dosagem de cloro para evitar a proliferação de bactérias. Logo após, a água é bombeada para os pontos de consumo e caixa d’água de reuso.
Por que aproveitar essa água?
Segundo o especialista da AcquaBrasilis, considerando que o consumo em vasos sanitários pode chegar a 40% da totalidade em uma residência, os projetos com esse sistema economizam bastante. Além disso, diminuindo o consumo de água, se reduz a cobrança de esgoto, gerando economia em dobro,Porém, ele admite que, em épocas de estiagem, será necessário usar a água da concessionária e alguns meses do ano não contarão com essa economia.
terça-feira, maio 04, 2010
A Psicologia das Cores
Cada cor tem a capacidade de estimular determinadas sensações. Antes de escolher a melhor opção para um ambiente, observe estes fatores:
- Vermelho: requer muita atenção ao ser estimulada, devido a suas características estimulantes, que provocam excitação e agressividade. Deve ser utilizada somente em locais nos quais tranqüilidade e sobriedade não sejam prioridades. Por ser uma cor quente, que lembra o fogo, não é aconselhada para revestir ambientes em que se tenha um contato diário prolongado, como os quartos, por exemplo. Caso escolha trabalhar com o vermelho, use-o em pequenos espaços, em baixa intensidade ou clareada pelo branco. Na cromoterapia, esta cor é indicada contra a depressão, estimula os nervos e a corrente sangüínea.
- Verde: é indicado para ambientes em que se priorize a serenidade e o equilíbrio, pois provoca relaxamento e reduz a tensão. É muito utilizado em locais de repouso e de trabalho, clínicas médicas e hospitais. É rapidamente associado a ecossistemas naturais e a vida de um modo geral. Exprime calma, tranqüilidade, conforto e paciência. Na cromoterapia, é associado à saúde.
- Azul: esta é a cor dos grandes empreendimentos e dos importantes eventos sociais. É indicada para quartos e banheiros, por ser uma cor que promove relaxamento. O azul é aconchegante, convidativo e exprime ao mesmo tempo amplitude e profundidade, uma vez que está associado a infinitude celeste.
- Amarelo: esta cor é indicada para conferir luminosidade e transparência a ambientes escuros. Representa calor, energia e clareza. Está associada à extroversão e ao divertimento. É uma boa pedida para festas e eventos esportivos. Deve ser evitada em locais que sejam bastante iluminados naturalmente.
- Laranja: é considerada um cor dinâmica e quente, sendo resultado da alegria do amarelo com a impulsividade do vermelho. É associada ao orgulho e ao materialismo, sendo também uma cor envolvente e sedutora. Na cromoterapia é indicada para fortalecer o sistema respiratório, o aparelho digestivo e o tônus sexual. Tem o poder de estimular o raciocínio.
- Violeta ou roxo: esta cor é considerada como símbolo da alquimia e da transfusão do espírito. Trabalhada em tons fortes transmite sensações de melancolia e solidão. É indicada para compor ambientes místicos e exóticos. Ao utilizá-la, tenha cuidado para não saturar o ambiente.
- Branco: é uma cor associada ao início ou ao fim, sendo associada a pureza e aos bons fluidos, conferindo uma sensação de limpeza e higiene. Simboliza a paz. Permite boa iluminação, uma vez que absorve pouca luz e transmite pouco calor ao ambiente interno, permitindo, desta forma, um maior conforto. É indicada para cômodos pequenos e com poucas aberturas, como os banheiros, lavabos e cozinha.
- Preto: esta cor não deve preencher espaços demasiadamente grandes. Confere uma sensação de suspense e de mistério, transformando o ambiente em um local onde reinarão sensações do profano, quando associado ao vermelho. Ao ser associado ao branco, produz um contraste capaz de conferir um ar de sofisticação e elegância.
segunda-feira, maio 03, 2010
Projeto
Estudo Preliminar - Proposta de Reforma de Telhado - Residência na Almirante Barroso, Campina Grande, PB
domingo, maio 02, 2010
Jardim de Inverno
Mais que bonitos, eles dão um toque pessoal na casa. Os jardins, sejam eles externos ou internos, proporcionam um ambiente pra lá de aconchegante.
E, quem ainda acredita que jardinagem é coisa só para quem tem dinheiro e muito espaço, o paisagismo atual permite o aproveitamento de espaços e a criação de ambientes verdes em lugares pouco imaginados há algum tempo atrás.
Sabe aquele "cantinho" debaixo da escada ou aquele "espacinho" em frente de casa? eles podem sim ser aproveitados! E melhor, a preços acessíveis. É só saber fazer a combinação dos objetos e plantas corretos.
Dentro de casa
Se você não tem espaço para um jardim externo, não há problema. O verde da sua casa pode estar tanto do lado de fora, enfeitando a frente da residência, como dentro dela, nos tão procurados jardins de inverno.
Se você não tem espaço para um jardim externo, não há problema. O verde da sua casa pode estar tanto do lado de fora, enfeitando a frente da residência, como dentro dela, nos tão procurados jardins de inverno.
Com a crescente urbanização brasileira, é cada vez maior o número de pessoas que moram em apartamentos. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil hoje, 16 milhões de pessoas moram em apartamento. Número que só tende a crescer. Com a diminuição das possibilidades de se montar um jardim externo, os pequenos jardins montados dentro de casa, conhecidos como jardins de inverno são a sensação do paisagismo moderno.
Para esses ambientes é preciso estar atento às plantas que vão ser colocadas. Não são todas as espécies que se adequam às condições do interior da casa. A principal característica que uma planta que vai ficar em um ambiente interno precisa ter é resistência.
A prática cada vez mais comum de transformar espaços internos em jardins decorre da procura frenética de soluções para problemas de privacidade, da busca de estética visual ou de simples desejo de poder ter um jardim dentro de casa.
A escolha correta de plantas transforma lugares, muitas vezes sem perspectivas, em jardins convidativos, aconchegantes e charmosos ou mesmo em bonitas composições com vasos, desde que se trabalhe com sensibilidade a geometria da área, levando em conta o tamanho e formato das espécies e elementos decorativos.
Um espaço vazio, não utilizado embaixo da escada, pode se transformar em lugar exuberante. A natureza vai para dentro de casa e propicia ao ambiente uma atmosfera suave.
Os cuidados com espaços internos destinados a jardins merecem atenção redobrada. A impermeabilização e drenagem precisam ser muitas bem feitas, para impedir umidade nas paredes. A escolha do substrato deve ser rigorosa e não deve exalar cheiros.
A luminosidade também limita a seleção das plantas, pois o fato do jardim ser interno, não significa que podemos criá-lo sem luz. A aeração também é necessária, pois com baixa aeração aumenta a incidência de pragas e doenças.
Se o objetivo do jardim for impedir a visão de olhares curiosos para dentro de casa, devemos utilizar plantas como a pleomele e areca trianda, caso haja espaço suficiente. Se o objetivo for preencher espaços embaixo de escadas, as plantas devem ser menores. Nos corredores, devemos utilizar plantas mais esguias e verticalizadas e, para preenchimento do segundo plano visual, outras mais baixas.
O uso de pedras e pedriscos fazem um grande diferencial, principalmente se levarmos em conta a grande variedade de cores e tamanhos disponíveis no mercado. Forrando o chão ou como foco decorativo, as pedras são de utilização prática e valorizam os jardins internos.
No entanto, não só plantas e pedras preenchem os jardins. Os elementos decorativos personalizam cada projeto. Além das fontes, bastante procuradas, peças artesanais, esculturas e um grande número de novidades surgem a cada momento, dando-nos a oportunidade de inovar.
O projeto paisagístico deve refletir o gosto do cliente, mas o profissional irá orientá-lo para que se obtenha o resultado pretendido. O sucesso depende de agregar conhecimento técnico especializado em cada fase do processo, desde a elaboração conceitual do projeto, escolha das melhores espécies vegetais, preparo da terra, manuseio correto das mudas, localização criteriosa e informações sobre os cuidados na manutenção.
A maioria das casas tem pelo menos um vaso de plantas, mas podemos ir além. Os jardins têm o poder de mudar a atmosfera local, tornando os ambientes agradáveis e acolhedores. Basta soltar a imaginação e planejar as mudanças, com acompanhamento de um bom profissional.
Enfeites
Há várias possibilidades de enfeitar o seu jardim. Você pode colocar móveis, vasos de plantas e flores, cachapots, quadros, pedras ou armários. As opções são muitas e as diferenças de materiais e durabilidade também.
É preciso, antes de mais nada, definir qual vai ser o "estilo" que se pretende dar à decoração. Essa pode ser mais rústica ou mais sofisticada, dependendo do que se pretende criar.
Os materiais que estão em alta e podem dar um visual mais rústico ao seu jardim interno ou externo são a palha, o bambu e o barro. Mas se você quer dar um tom mais sofisticado ao visual verde da sua casa, a cerâmica e o vidro têm apresentado objetos diferentes. Para quem gosta de sofisticação com tradição a cerâmica formatada como peça antiga nunca cai de moda.
Mas não se esqueça que o rústico e o sofisticado não estão em pólos diferentes. Há várias possibilidades de combinação de objetos em cada um deles. Pode-se encontrar uma peça em bambu que possua um acabamento extremamente sofisticado, assim como há possibilidades em cerâmica que são despojadas.
Da mesmo forma, rústico não quer dizer mais barato e nem sofisticado caro.
Mas não se esqueça que o rústico e o sofisticado não estão em pólos diferentes. Há várias possibilidades de combinação de objetos em cada um deles. Pode-se encontrar uma peça em bambu que possua um acabamento extremamente sofisticado, assim como há possibilidades em cerâmica que são despojadas.
Da mesmo forma, rústico não quer dizer mais barato e nem sofisticado caro.
Montando o jardim (externo ou interno)
Anote as dicas :
• Crie um estilo próprio e pessoal para o seu jardim, ele tem que ter a sua cara
• A moda pode apresentar têndencias e sugestões. Não encare isso como obrigação
• Adeque as plantas ao seu ritmo de vida. Se você não tem muito tempo, procure plantas mais práticas
• Busque um especialista para que ele possa oferecer opções de visuais dentro das possibilidades que o seu espaço
sábado, maio 01, 2010
Algumas dicas...
- Flores naturais dão um toque de frescor e alegria à qualquer ambiente;
- Experimente combinar folhas de plantas que estão a sua disposição com algumas gérberas de cores diferentes. O resultado é um belo vaso colorido, e o melhor: gastando muito pouco;
- Evite pintar em dias chuvosos ou com ocorrência de ventos fortes que podem transportar para a pintura, poeira ou partículas suspensas no ar. Não é recomendado pintar em ambientes com temperaturas inferiores a 10ºC e umidade relativa do ar superior a 90%;
- Quanto mais escuras, mais "pesadas" são as cores. Por isso, existe a tendência de utilizar tons escuros próximos ao chão, com a finalidade de fundamentar o ambiente. A falta delas torna o cômodo visualmente opressivo, como num hospital;
- Ao se pendurar quadros, eles devem ficar mais ou menos na altura do olhar. Ou seja: levando-se em conta um observador de 1,70 m de altura, o centro do quadro deve ficar a mais ou menos 1,60 m do chão;
- Evite usar cortinas em áreas como a cozinha. Gordura e proximidade com o fogão podem te trazer muita dor de cabeça. Quer uma opção? As persianas são práticas e laváveis.
Fácil de moldar, o gesso é ótimo para a arquitetura interna. Além de decorar o ambiente, resolve com criatividade os problemas de vigas e tubulações aparentes, rebaixamentos de um modo geral ou até mesmo disfarçar defeitos.
A decoração em gesso, bem elaborada, com o acompanhamento de um arquiteto, é o que realça e deixa o ambiente mais aconchegante. Hoje a utilização de sancas, tanto abertas como fechadas, valorizam o ambiente e são decisivas na utilização de luz direta, permitindo trabalhar-se com cores e luzes para iluminação de quartos ou aparadores, proporcionando um acabamento nobre a sua residência.
Decorar seus dormitórios utilizando a junção de forro de gesso e iluminação é uma forma de torna-los mais atraentes e confortáveis.
Iluminação em ambientes de cozinhas
É importante ter uma iluminação adequada na sua cozinha para criar um ambiente de trabalho seguro. Precisa de uma iluminação forte e eficiente para trabalhar e para preparar os alimentos. Mas uma atmosfera relaxante também é agradável para tomar as refeições e para outras atividades. Ter ambos os elementos, uma iluminação orientada para uma tarefa e uma iluminação ambiente requer um pouco de flexibilidade, que é facilmente alcançada ao combinar iluminação direta e indireta
Móveis Planejados
Os móveis planejados – feitos sobre medida de acordo com o tamanho do imóvel – são cada vez mais procurados por aqueles que pretendem otimizar espaços e fazer uma decoração bonita e elegante.
Para estes casos o projeto é tão importante quanto a fabricação. Pois a empresa irá trabalhar com medidas e orientações dadas pelo arquiteto que por sua vez deve conhecer muito bem o espaço físico, as necessidades existentes e as pessoas que vão utilizar este espaço. Aqui o que funciona é o trabalho em equipe.
Em função da vida moderna, a palavra é funcionalidade. Os projetos buscam otimizar a utilização do espaço. As tendências em cozinha, assim como a moda e as demais aplicações da arquitetura, seguem padrões culturais. As cozinhas são projetadas com linhas retas, de formas mais limpas, sem muita interferência visual. Atualmente elas são mais baixas os armários não chegam mais ao teto.
Atendência mais forte em cozinhas atualmente é a cor branca, embora cores vibrantes estejam ganhando força neste segmento. Os tons de madeira também estão em alta, assim como os vidros coloridos que vem ganhando espaço neste segmento. Os granitos usados nas bancadas e rodapés, proporcionam nobreza e requinte aos ambientes e podem ser encontrados em uma grande diversidade de cores.
As “salas de visitas” estão dando lugar, hoje em dia a espaços “usáveis”, portanto os estofados tornam-se peças chave nas salas ou outros ambientes de uma casa e devem ser o foco principal na concepção destes espaços. Um estofado confortável e de design atraente convida ao convívio familiar. Escolha sempre cores neutras dentro dos tons do restante da decoração, jogue toques de cores mais fortes nas almofadas para abrir e dar mais luminosidade ao ambiente.
fonte do texto: http://www.artezanalnet.com.br/Artezanal/gessoflores.htm
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