quarta-feira, abril 06, 2016

Zaha Hadid



O mundo da arquitetura e do design está em luto por Zaha Hadid, que faleceu, na última quinta (31/3), aos 65 anos. A iraquiana ficou famosa por seus projetos de ares futuristas que mesclam formas orgânicas, superfícies brilhantes, concreto e muita criatividade.



Aqui, elencamos alguns dos projetos mais emblemáticos da profissional multipremiada que, dentre as condecorações, conquistou a RIBA 2016 Royal Gold Medal, o título de Dama do Império Britânico em 2012 e o Prêmio Pritzker de 2004.




Dongdaemun Design Park, Coréia do Sul


Heydar Aliyev Center, Azerbaijão


Instalação Swarm, para a Wonderglass


Messner Mountain Museum Corones, Itália


Instalação Elastika, no Moore Building, em Miami


Pavilhão Refeitório VOLU


Vasos da Lalique


Complexo aquático do parque olímpico de Londres


Luminárias Avia e Aria, para a Slamp


Edifício 1000 Museum, Miami


Instituto Issam Fares, Beirute


Banco Serab, para Lab23


Serpentine Sackler Gallery, Londres


Vitra Campus e Prima, Alemanha


Casa de Naomi Campbell, Russia

Fonte: Casa Vogue

quinta-feira, março 31, 2016

Loft de 44 m² tem ideias práticas para espaços pequenos


Apartamento esbanja uma decoração colorida e atual, em São Paulo




A planta básica com acabamentos neutros entregue pela construtora em nada agradava o jovem casal paulistano cheio de estilo. Faltava identidade e um espaço adequado para um happy hour com os amigos - afinal, um dos moradores tem a sorte de trabalhar a apenas dois quarteirões dali!

O desejo por um espaço integrado e colorido foi prontamente atendido pelas arquitetas Fabiana Silveira e Patricia Palma, do SP Estúdio, que utilizaram algumas soluções práticas a fim de conferir mais amplitude ao apartamento de apenas 44 m².




Retirar a parede divisória entre o quarto e a sala foi uma das primeiras ações para assumir a vocação de loft tão sonhada pelos moradores. Embora abertos, os dois ambientes podem ser suavemente separados por uma porta pantográfica quando desejado (acima).

Para barrar a entrada de luz durante o sono, persianas rolo black out motorizadas foram instaladas nas janelas e na antiga varanda, incorporada na atual configuração.


O mix de materiais e cores trouxe conforto e personalidade ao projeto. Tijolinhos e textura de cimento queimado revestem a sala de estar, onde a bancada baixa e comprida serve de baú (abaixo) e banco para acomodar os visitantes.




No teto, uma faixa de eletrocalhas e trilhos aparentes cria uma iluminação direcionável e um visual industrial. Logo ao lado, um guarda-roupa espelhado passa despercebido para favorecer a sensação de amplitude.


Na cozinha, armários em rosa e variações de azul escondem, além dos objetos de uso diário, outro item indispensável: a máquina de lavar. A solução preciosa de instalar o eletrodoméstico sob a bancada tornou dispensável uma área de serviço exclusiva e, assim, garantiu alguns m² a mais no local de preparo das refeições.







Fonte: Casa Vogue

segunda-feira, março 28, 2016

Descubra as tendências que estão de volta na decoração


Mix de épocas, estilos, estampas e muito mais!


Por que não brincar com elementos que, outrora, já foram taxados de cafona? O momento atual pede por um décor livre e sem preconceitos, onde todos os recursos são possíveis desde que bem dosados. O resultado, mais do que inovador, pode ser surpreendente!


Animais no hall de entrada


Aparador vintage (anos 1960), design Jorge Zalszupin, da L’Atelier, na Loja Teo; sobre ele, a partir da esq.: vasos vintage (anos 1950/1960), na Loja Teo, coelho decorativo Pan Pan, design B. Kuehne-Thompson, da Ligne Roset, e luminária Cesta Trade (1962), design Miguel Milá, da Santa & Cole, na FAS. Na parede, forrada com tecido Cheverny, da Print’s Tecidos, fotografia Wriezen, 2013, de Jenchen & Raccah, na Galeria Nacional.





Capim fake sobre as paredes

Sofá Zeus, design Antonio Citterio, da Flexform, na Casual Interiores. Mesas laterais Skin, design Marcus Ferreira, da Decameron; sobre elas, vaso vintage 1970), na Loja Teo, e luminária Gatto (1960), design Achille & Pier Giacomo Castiglioni, da Flos, na OnLight. No piso, assoalho Multistrato Amêndola, da linha Ecostrato, da Indusparquet, etapete Drops, nepalês, na Phenicia Concept. Na parede, forrada com camurça Capim Santo, da coleção Surface Project, da JRJ Tecidos, quadro Prato Portrait, do Studio Orbi, na Orbi Brasil. Vaso com avelós (à esq.) e planta suspensa barba-de-velho, da FLO Atelier Botânico.


Natureza (quase) real





Cadeira Eames Molded Fiberglass Shell (1953), design Charles e Ray Eames, da Herman Miller. Mesa de jantar vintage (anos 1960), design Joaquim Tenreiro, no Espaço Cardeal; sobre ela, escultura Barco, 2012, de J. Reis, na Arte Aplicada. Pendente Utzon (1947), design Jorn Utzon, da Tradition, na OnLight. Na parede, revestida com papel de paredeCroissette, design Christian Lacroix para Designers Guild, no Empório Beraldin, espelhovintage (1970), na Legado Arte. Piso Paviflex Chroma Concept 9201932, da Tarkett. 


Amarelo sem medo


Aparador Pergaminho, design Theodore Alexander, na Kamy Casa; sobre ele, abajurChinoz, design Jaime Hayon, da Parachilna, na Puntoluce, vaso vintage (1960), alemão, da Jopeko Keramik, na Legado Arte, e xícara Larcos, design Rodrigo Khuri, da Kurhi, na Galeria Nacional. Cama de ferro Patente, da Dom Mascate; sobre ela, almofada Calvi, design Paul Haubert, da Arcade, na Collectania, jogo de lençol superking Rosa Linho, da Buddemeyer, a Casa Almeida, e mantas África (estampada) e Ponto Pipoca Bege, de Paola Muller, na Amoreira. Mesa lateral Oito, de Humberto da Mata, na PAIR; sobre ela,copo vintage de cerâmica pintada (1950), no Acervo Brutto. Cadeira Dent, design Jon Lindströme Henrik Kjellberg, da Bla Station, na Scandinavia Designs. Na parede, stucco mineral Cornelsen & Croso, cor Giallo Napoli, do Studio Passalacqua, e aquarela de Elias Lavan, 1964, no Acervo Brutto. No piso, Paviflex Chroma Concept 9201723 (azul) e Paviflex Chroma Concept 9201104 (branco), ambos da Tarkett.



Vermelho de bom tom




Cômoda Delphine, design Fabio Berbari e Ricardo Minelli, da Érea; sobre ela, lumináriaBlade, da Baxter, na Casual Interiores, e vasos vintage (anos 1950), de cerâmica com pintura artesanal, no Acervo Brutto. Cadeira Pedrali Malmo, design Cazzaniga Mandelli Pagliarulo, da Pedralli, na Kamy Casa. Na parede, stucco mineral Cornelsen & Croso, cor Rosso Venezia, do Studio Passalacqua, e quadro Mercúrio, séc. 17, italiano, na Anno Domini. No piso, ladrilho Quadrantino, design Studio Passalacqua, da Ladrilar


Estampas em exagero

Chauffeuse estilo Luís XVI (anos 1920), francesa, no Espaço Cardeal. Banco Toot, design Piero Lissoni, da Cassina, na Montenapoleone; sobre ele, manta de tricô Ponto Pipoca Chumbo, de Paola Muller, na Amoreira. Pendente Bispo (2016), na Puntoluce. Sobre a pilha de livros, leiteira tipo borrão (anos 1920), da Grindley, na Loja Teo. PufeTriângulos, de Paola Muller, na Amoreira. Na parede, forrada com tecido Pitanga Carbono, da Regatta Tecidos, tela Paisagem Italiana, séc. 18, artista desconhecido, na Anno Domini. No piso, assoalho Multistrato Amêndola, da linha Ecostrato, da Indusparquet, e tapete Xadrez (2015), da Nani Chinellato, na Casual Interiores.

quinta-feira, março 24, 2016

O que mudou no financiamento do imóvel na Caixa


A Caixa Econômica Federal anunciou medidas para o crédito imobiliário. Agora, os funcionários públicos poderão financiar até 80% do valor de um imóvel usado. Para os trabalhadores do setor privado o teto para essa cota de financiamento é de 70% do valor do imóvel. Os novos tetos passam a vigorar a partir do dia 24 de março.

Veja na tabela abaixo como ficam os tetos para financiamento de imóveis usados após as mudanças anunciadas pela Caixa:


Imóvel usado – Quota de Financiamento (% A.A)
Tipos de financiamentos
Setor Privado
Setor Público
Vigente
Nova
Vigente
Nova
SFH (SAC)
50
70
60
80
SFH
 (Tabela Price)
40
40
40
40
SFI (SAC)
40
60
50
70
SFI (Tabela Price)
40
40
40
40






São enquadrados no SFH financiamentos de imóveis de até 750 mil reais, já o SFI engloba financiamentos de imóveis de mais de 750 mil reais


As mudanças valem para financiamentos pelo Sistema de Amortização Constante (SAC), o mais utilizado no mercado e no qual as parcelas do financiamento são decrescentes ao longo do tempo.

No caso de financiamento pela Tabela Price, com parcelas fixas, os tetos para financiamento de imóveis usados se mantêm tanto no caso de trabalhadores privados como trabalhadores públicos, pelo SFH e pelo SFI.



Descubra o melhor momento para comprar e investir em imóveis no blog da Lopes

Também será possível novamente acessar recursos para financiar um segundo imóvel. As negociações para esse tipo de compra devem ter as mesmas condições aplicadas ao primeiro financiamento. Com isso, será possível ter dois imóveis financiados pelo banco ou, por exemplo, ganhar mais tempo para vender um deles no caso de negócios casados. 

O Grupo Lopes é considerado a maior empresa de consultoria imobiliária do Brasil. Já foi responsável pela intermediação de mais de 900 mil unidades de imóveis, conta com aproximadamente 15 mil corretores associados e está presente em 9 estados do Brasil.

Decorando com Papel de Parede

Parceria com o BlogLopes



Decorando com papel de parede

Os papéis de parede são opções versáteis para uma decoração diferenciada e com um olhar mais tecnológicos, práticos e belos. Eles possuem texturas diferentes e efeitos tridimensionais que deixam este recurso ainda mais versátil para o espaço que será aplicado.

Selecionamos alguns papeis de paredes para você vai qual combina mais com o estilo da sua casa!

                             

Para as salas, o ideal são os estampados. Eles trazem alegria, harmonia e descontração no ambiente, o deixando mais visível para as visitas. Eles podem ser com estampas de folhagens, flores, e grafites elaborados.

                           

Já neste quarto, foi usado um papel de parede mais vibrante e misterioso. O preto é uma cor misteriosa e deixa os ambientes mais frios e mais luxuosos. Os moradores também apostaram em uma decoração com mais elementos e estampas, o que deu um ar de espaço preenchido!

                           

Este estampado com flamingos ficam ótimos em ambientes mais delicados, e em tons pastéis também.


Fotos retiradas do Shutterstock.




domingo, março 13, 2016

Tendências de 2016 para a cozinha



Acessórios, móveis e cores para renovar a decoração do novo coração da casa


A cozinha tornou-se a protagonista da casa! Receber e cozinhar ao mesmo tempo virou a preferência entre os anfitriões contemporâneos. Nada mais natural, então, que o ambiente se vista com detalhes preciosos e exiba personalidade em todos os cantos.








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Chiara/ Luna - Da Leicht

Integrante da linha Contino, esta cozinha, cujos armários receberam laminado de alto brilho, exala leveza e elegância incomum com a combinação de branco, azul e cinza. Sem puxadores aparentes, torna-se clean. A bancada tem 80 cm de altura para oferecer bom espaço de armazenamento, e um vão logo abaixo do tampo parece fazê-lo flutuar. Design da alemã Leicht, preço sob consulta


Retrô, da Todeschini

Este tom de amarelo revela: é uma cozinha “vintage”. Da coleção SER, tem armários e balcões de MDF e MDP com acabamento de melamina e laminado plástico de alta pressão, puxadores de aço escovado e acessórios internos da Blum. Design Todeschini e Vazquez Arquitetos. Para 20 m², custa R$ 45 mil


Molti Colori, da Bontempo

Os armários e balcões desta cozinha, com acabamentos Molti Colori Verde L060 Lacca e Molti Colori Verde Oliva Y141 Lacca, têm puxadores Mobi com acabamento anodizado fosco. Assinada pelo Studio Bontempo, preço sob consulta
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Linha Provence, da Dell Anno

Com portas e bancadas de Lacca Satin Luminositá, o espaço adquire um visual suave e homogêneo, pontuado pela laca azul nos nichos das prateleiras. O interior dos móveis possui dobradiças Clip Top, da Blum, e os puxadores Paris recebem acabamento cromo acetinado. Design Estúdio Dell Anno, preço sob consulta



Tek, da Ornare

Da coleção High Line, traz a assinatura do designer Guto Indio da Costa. Em total integração com o ambiente, a cozinha Tek tem armários de portas duplas que garantem a ventilação interna. Junto às portas, o tampo de Corian ganha recuo que auxilia em sua abertura. 



Tech, da Florense

O acabamento Papaya High Gloss, da Florense, visto nas portas dos armários, leva personalidade à cozinha Tech, contrapondo-se à neutralidade do balcão de Silestone. O toque natural vem da Teka termotratada que surge no tampo da mesa. Puxadores Tech Inox. Design Florense, preço sob consulta



Bryce, da Kitchens

Lançada em comemoração aos 50 anos da marca, esta cozinha tem como protagonistas os vidros Bryce Bronze e Bryce Titanium – vistos nas portas –, que utilizam a impressão a laser com verniz fosco para criar um efeito escovado. A bancada é de Corian Ebony. Cooktop da Viking e torneira modelo Minta Supersteel, da Grohe. Design Kitchens. Preço sob consulta



Compacta, da S.C.A.

Harmonia, sobriedade e resistência marcam esta cozinha da coleção Comportamentos. Caixaria no tom Ciliegio Scuro, vidro na cor Borgogna e os perfis de alumínio Amaro falam entre si e encontram a durabilidade do revestimento Dekton, da Cosentino, na bancada e na parede. Design Traço 68 Arquitetura + Design, da S.C.A., a partir de R$ 41 mil (só o mobiliário)

Cosmopolita, da Marel Móveis

De MDF, os armários da cozinha Cosmopolita têm acabamento Grafit. A mesa e o balcão principal recebem o padrão amadeirado Greenville,enquanto o revestimento dos fornos é o Laccato Italiano Molinara. Design Adriana Ciliprandi e fabricação Marel Móveis, preço sob consulta

Cozinha rosa, por Gustavo Barone

Assinada pelo arquiteto Gustavo Barone, do Design Studio GB, para seu cliente, morador de Anápolis, GO, esta cozinha de 7,18 m² foi executada pela Formatec Cozinhas Planejadas. O espaço combina dois protagonistas: o revestimento da Coleção Casa Vogue 40 Anos Portobello, com motivos geométricos, que toma as paredes, e o dégradé de quatro tons de rosa na pintura laqueada das portas dos armários, com gavetas One Touch. A bancada é de granito branco Itaúnas.

Fonte Casa Vogue

sábado, março 05, 2016

Tons terrosos renovam apartamento contemporâneo


Espelhos em pontos estratégicos duplicam o living integrado




Escapar da rotina estressante é fácil para o casal de médicos que vive neste apartamento de 113 m², no bairro Bela Vista, em São Paulo.

 Basta abrir a porta de casa, após o dia exaustivo no consultório, e eles se sentem livres para a diversão nos cenários diferentes que o living concentra.

 A integração completa do estar, proposta pelos arquitetos Luis Café & Vivian Contri, privilegiou ares contemporâneos.




Uma boa reforma mudou completamente o layout da planta original. 

Na área íntima, as três suítes permaneceram. No estar, integrou-se a varanda para criar o amplo living, e entre os dois ambientes, um truque interessante: a viga foi camuflada com espelhos, e não interfere visualmente na divisão. 

Quanto à disposição dos móveis, tudo é bastante funcional. 

Os espaços possibilitam receber amigos de formas diversas.





O espaço gourmet tem cooktop e chopeira na bancada, e fica próxima à sala de jantar. Ao lado, há ainda espaço zen e sala de TV.






Na paleta de cores, os tons terrosos imperam. 

As texturas diversificadas evitam que o décor caia na monotonia – ao contrário disso, a sensação é de intenso aconchego. Na escolha dos materiais, porcelanato e madeira reforçam o clima acolhedor. 

O apartamento é pontuado pelo brilho do cobre, e ainda por uma parede revestida por espelho, que duplica o estar.




Os filhos do casal, um menino e uma menina na adolescência, ganharam suítes que refletem sua personalidade em filtro suave de cores, como uma estratégia para acalmar os ânimos da fase.









quinta-feira, março 03, 2016

Iluminando caminhos


Um projeto luminotécnico correto e bem pensado pode ser a solução para valorizar um dos ambientes menos favorecidos de uma residência, mas que é o responsável pela ligação entre os demais cômodos: os corredores


Neste projeto, para o grande corredor que vai da entrada até a cozinha, o casal de arquitetos Rudolf Andreas Riederer e Juliana Galhardo Borges, da Fragmento Arquitetura, pensou em uma iluminação que conferisse vida ao trajeto. Assim, apostou em balizadores com com dicroicas LED na sala de tevê, mudando para três embutidos de lâmpadas fluorescentes no primeiro corredor.




Criar efeitos, trilhar caminhos ou até mesmo explorar um aspecto inovador em um corredor é possível, sim, quando existe um planejamento luminotécnico para esse ambiente. “Para um corredor, escada ou hall de entrada, a iluminação não pode ser nem muito clara, nem muito escura, é preciso manter o equilíbrio e adotar uma luminosidade aconchegante”, explica a arquiteta Jóia Bergamo, que em um de seus projetos transformou o corredor em um espaço semelhante a uma galeria.

Não existe um projeto ideal, pois tudo irá depender do efeito que se quer passar, mas o mais correto é que a iluminação seja uniforme e que facilite a orientação, evitando áreas com sombras, que podem diminuir a segurança da passagem. “A iluminação pode ser indireta, obtida por meio de sancas com lâmpadas fluorescentes; pode utilizar balizadores ou arandelas, que proporcionam uma luz de efeito e foram um caminho; ou é possível ainda utilizar uma iluminação embutida de spots com dicroicas, que cria um efeito especial nas paredes”, sugere o arquiteto Marcelo Rosset.

Em corredores com tamanho reduzido, sugere- se evitar o excesso de luz; um ou dois focos luminosos é o suficiente para o bem-estar de quem por lá circula. No caso de corredores extensos, luzes embutidas em sancas, como veremos no projeto da Fragmento Arquitetura, dão um efeito incrível ao ambiente.



O Solatube, da Efilux, oferece mais do que iluminação, ele leva para dentro da residência a luz solar, que, com sua naturalidade, harmoniza e valoriza o ambiente. Nas fotos, a iluminação natural em corredores. Abaixo, o sistema de captação da luz solar, disponível em diversos tamanhos para diferentes aplicações. Balizadores de parede de LED, da Sylvania, para áreas internas, como escadas e corredores, e externas, como jardins, varandas e garagens. Disponíveis nas versões LED Mureo, Rytmo e Rytmo As, apresentam excelente fluxo luminoso, baixa emissão de calor e não emitem luz infravermelha ou ultravioleta. Além disso, proporcionam redução do consumo de energia e têm alta durabilidade, de 30 mil horas.








No corredor que leva à sala de jantar, os arquitetos da Fragmento utilizaram balizadores com dicroicas tradicionais, que não entram em conflito com o pendente de cristais com lâmpada halopin. Por fim, a iluminação inclui ainda três embutidos fluorescentes e arandelas brancas, que dão graça ao revestimento cimentício Trapézio, da Santorino, aplicado nas paredes da escada. Iluminação Yamamura.





Mais luz natural, menos energia

Há alguns anos o mercado dispõe de um sistema de iluminação natural que consegue captar, transferir e difundir a luz do dia, de forma homogênea, por toda a residência. É o Solatube®, da Efilux, composto por um domo de acrílico que captura e redireciona a iluminação solar para o interior de um tubo revestido com material 99,7% refletivo e, por meio de uma lente difusora, a conduz para dentro do ambiente, distribuindo a luminosidade de forma homogênea. Os raios ultravioletas são filtrados e a transferência de calor é minimizada. Um único Solatube® ilumina uma área de até 46 m², mesmo em dias nublados.

“Esse sistema não necessita de manutenção, pois sua cúpula do lado externo com tratamento eletrostático evita acúmulo de poeira. Além disso, oferece filtro de calor e raios UV, trazendo apenas iluminação para o ambiente, mantendo o conforto climático. Seus tubos, que se estendem até 15 metros, conduzem a luz sem perder a eficiência”, explica Sérgio Kanas, diretor responsável da Efilux.



O arquiteto Marcelo Rosset utilizou neste criativo e inovador projeto uma sanca de sanca com fluorescentes que espelha o desenho do piso. Na lateral, minidicroicas lavam o quadro com uma cortina de luz. Lâmpadas e luminárias da LabLuz, Wall Lamps e La Lampe.



Neste corredor assinado por Giselle Macedo e Patrícia Covolo foi executada uma espécie de sanca no forro de gesso, para esconder as luminárias e dar um efeito indireto na iluminação do espaço. O espelho, da Amaral Vidros, em toda a parede, amplia o corredor e também realça a iluminação. Foram instaladas luminárias embutidas para lâmpada dicroica, da Lumini, distantes aproximadamente 1 m entre si. Criar um corredor que transmitisse aconchego e sensação de uma galeria. Essa foi a proposta da arquiteta Jóia Bergamo, que utilizou neste ambiente iluminação de LED, da Puntoluce, nas laterais e lâmpada dicroica embutida no gesso. Na parede, a beleza e o requinte dos adesivos da Blue Concept.

Fonte: http://revistacasaeconstrucao.uol.com.br/ESCC/Edicoes/94/artigo290884-3.asp