terça-feira, fevereiro 18, 2020

Como utilizar Metalon na decor da sua casa!





Você faz parte do time que gosta de trazer as tendências mais modernas para dentro da sua casa ou do seu projeto? Então segue lendo esse post, pois vamos falar da utilização do metalon em móveis e estruturas em vários ambientes. Além de ser lindo e prático, quando combinado com uma iluminação correta, traz um ar bastante inovador e descolado.


Começando do básico, vamos entender o que é o metalon. Metalon é um tubo de aço carbono comum, com formato quadrado ou retangular. As aplicações do metalon são variadas, uma vez que esse tubo pode ser utilizado tanto para estruturas leves quanto para aquelas de situações extremas, como o setor da indústria química. Por ser antioxidante, anticorrosivo e de fácil higienização, o metalon pode ser utilizado na fabricação de grades e portões, obras arquitetônicas, tubulações elétricas e hidráulicas, equipamentos para a área fitness e na decoração de ambientes internos, que é nosso foco.

Como uma extensão da arquitetura com inspiração industrial o que dominou o décor nos últimos dois anos, foram os móveis com estrutura em ferro e efeitos vazados, que não são mais restritos a ambientes descolados. Esta nova paixão por pelo metalon deve-se a facilidade de criação autoral e das inúmeras possibilidades de uso. Com isso, trazem um visual belo e delicado a materiais que poderiam parecer brutos à primeira vista.

Essa ideia de usar estrutura de ferro nos móveis é inspirada no estilo escandinavo, que vem conquistando muitos adeptos. A ideia é que o metalon preto fique aparente e contraste com vidro ou madeira compensada.



Uma das principais utilizações dos tubos de aço no ambiente doméstico é em armários e estantes. No closet, por exemplo, o material garante mais leveza ao ambiente e um preço bem atrativo para o produto final, já que vidro e metal são mais baratos que madeira. Essa tendência de metalon em closets já pode ser encontrada em várias mostras de arquitetura pelo país.

Outra ideia é para prateleiras no banheiro, utilizando as estruturas de ferro para apoiar os espelhos ou a cuba, por exemplo. Na cozinha a proposta funciona muito bem também, podendo ser utilizada em armários suspensos ou em bancadas.




O que deixa esses móveis em metal e vidro ainda mais charmosos é a iluminação, por isso é importante caprichar no projeto elétrico e pensar em cada ponto de luz. Inclusive já podemos encontrar luminárias feitas com o próprio metalon, deixando o estilo do projeto ainda mais evidente.







quinta-feira, janeiro 16, 2020

CONHEÇA A DIFERENÇA ENTRE TOMADAS DE 10 A E 20 A










O novo padrão de tomadas do país, em vigor desde 2011, foi criado para oferecer mais segurança no uso de equipamentos elétricos em ambientes residenciais, comerciais e industriais. A seguir, vamos falar das diferenças entre tomadas de 10 A e 20 A.

Além do terceiro pino, que funciona como aterramento, o novo padrão de tomadas do Brasil inclui dois modelos de tomadas. Para correntes de 10 A, os conectores são menores e mais finos. Apesar da tomada de 20 A ter o diâmetro apenas um pouco maior, a diferença é suficiente para impedir o encaixe de um plugue maior.

A medida evita que se conecte um plugue de 20 A em uma tomada de 10 A, prevenindo superaquecimento nos fios e riscos de acidentes e incêndios.
Entenda melhor a diferença entre tomadas de 10 A e 20 A:


Tomadas de 10 A


Esse padrão é mais fino: os plugues e tomadas possuem 4 mm de diâmetro, e são utilizados para alimentar equipamentos como eletrodomésticos, computadores de baixo e médio desempenho, carregadores de celular e televisores. Nessas tomadas, a potência máxima permitida em 127 V é de 1270 W, e para 220 V a potência máxima permitida é de 2200 W.

Tomadas de 20 A

Quando o equipamento precisa de uma carga mais reforçada para funcionar de mais de 1000 W, como é o caso de aparelhos de ar-condicionado, secadores de cabelo profissionais e secadoras de roupa, entra em cena a tomada de 20 A, com plugues mais grossos e capacidade maior de transmitir energia com segurança. Os plugues e orifícios têm 4,8 mm de espessura e precisam ter um circuito elétrico específico. Nessas tomadas, a potência máxima permitida em 127 V é de 2540 W, e para 220 V, a potência máxima é de 4400 W.

Também é preciso tomar cuidado com a espessura dos fios condutores da tomada: se forem cabos muito finos pode acontecer sobreaquecimento desse cabo.


Confira, na tabela a seguir, a espessura ideal para os cabos:
Largura do Fio Condutor | Suporta (Sem aquecer)


1,5 mm² = 15,5 ampères
2,5 mm² = 21,0 ampères
4,0 mm² = 28,0 ampères
6,0 mm² = 36,0 ampères
10,0 mm² = 50 ampères
Como saber a corrente elétrica correta?


Para saber qual a corrente elétrica correta de seus equipamentos e eletrodomésticos, consulte sempre o manual de instruções que acompanha o aparelho. Em todo caso, é importante incluir no projeto elétrico as duas opções de correntes. Equipamentos de 10 A funcionam perfeitamente em tomadas de 20 A, mas o contrário não é verdadeiro. Portanto, mesmo que houver necessidade, jamais utilize adaptadores para abastecer equipamentos que necessitam de 20 A em tomadas de 10 A ou force a entrada do plugue na tomada. Trocar o módulo e espelho da tomada também não irá resolver o problema, já que haverá o encaixe, porém a fiação ficará comprometida.

Para converter o uso, é necessário que o circuito elétrico da tomada esteja preparado para receber os aparelhos, o que exige a troca da fiação. Assim, você evita o risco de curto-circuito e a queima dos aparelhos.

quinta-feira, novembro 21, 2019

Fachadas espelhadas são mesmo um problema para as cidades?



“Nós vamos introduzir uma legislação para banir os arranha-céus de vidro e aço, que contribuem tanto para o aquecimento global. Eles não têm mais lugar na nossa cidade ou no nosso planeta”. A frase é do prefeito de Nova York, Bill de Blasio, dita durante o lançamento do acordo ambiental The Green New Deal, em abril deste ano. O novo acordo ambiental da cidade norte-americana foi criado para tornar mais sustentáveis setores como o da construção civil, e colocou um verdadeiro alvo nas costas dos edifícios espelhados." 

Apesar da assertiva do prefeito de que este tipo de construção tem impacto até mesmo maior do que o gerado pelos automóveis para o aquecimento global, especialistas de diversas áreas ligadas à construção civil afirmam que, embora eles possam sim ter algum tipo de efeito ambiental nocivo, não é possível saber exatamente a extensão deste prejuízo. O que se sabe, no entanto, é que eles geram algumas transformações no seu entorno. 

Segundo o arquiteto e urbanista André Souza Silva, professor da Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Unisinos, especialmente em países do hemisfério Sul, entre os efeitos das fachadas espelhadas está a contribuição para a formação das chamadas “ilhas de calor”, mas não apenas isso. “[As fachadas espelhadas] causam desconforto considerável aos pedestres devido ao aumento da temperatura no nível das calçadas, desorientação espacial relacionada à duplicidade de perspectiva, poluição visual em razão do excesso de informações que reproduz, além de impactos ambientais com relação à colisão de aves”. 

Outro aspecto indireto apontado pela professora Karin Marins, do Departamento de Engenharia de Construção Civil da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), são os ganhos excessivos de calor no ambiente interno dos edifícios com fachadas de vidro em geral. “São extensos ‘panos’ de vidro, o que acaba requerendo aumento do consumo de energia com sistemas de ar-condicionado. Estes utilizam energia elétrica, que é proveniente em grande parte de sistemas que utilizam combustíveis fósseis e que, portanto, contribuem para o aumento do efeito estufa e das mudanças climáticas.”" 

Embora os estudos sobre os efeitos dos edifícios envidraçados para o aquecimento do ambiente urbano de maneira global não sejam frequentes, há os que confirmam o impacto térmico, com elevação da temperatura superficial e do ar. Edifícios como o Walt Disney Concert Hall, em Los Angeles, passaram por estudos de caso que confirmaram os problemas urbanos associados ao uso de vidros e materiais reflexivos no entorno imediatodas edificações. 

Levantamentos do tipo também foram feitos no Vdara Hotel, um gigantesco complexo com 55 andares, localizado em Las Vegas. Para compensar o impacto ambiental no efeito de ilha de calor, o complexo hoteleiro aplica medidas de eficiência energética, reaproveitamento de água da chuva e um sistema combinado de aquecimento e energia que captura o excesso de calor para gerar a água quente usada no hotel. 




Há, também, a geração de ofuscamento “em função da construção de edifícios envidraçados e também com superfícies metálicas sobre o microclima urbano no seu entorno imediato, tanto nos espaços abertos quanto nos edifícios, contribuindo para o efeito ilha de calor, desconforto térmico e mesmo risco à saúde, dependendo da forma e do tempo de exposição a tais condições térmicas. O impacto térmico está relacionado até mesmo ao risco de incêndio e de desconforto térmico nas áreas de influência da reflexão dos raios solares após incidirem sobre as fachadas envidraçadas espelhadas”, detalha a docente. 

No caso das fachadas côncavas, o impacto é ainda maior, de acordo com Karin Marins. “Elas podem potencializar os impactos térmicos da luz refletida pelas superfícies envidraçadas sobre o entorno imediato. Fachadas convexas, por sua vez, espalham a reflexão solar por uma área muito maior que o entorno imediato, amplificando os efeitos da incidência dos raios solares por um período de tempo mais longo”. 

Como reverter ou minimizar? 

Se este formato de edificação traz tantos aspectos negativos, por que eles continuam fazendo parte da paisagem urbana? A resposta é simples: seu apelo estético. São, de acordo com o professor da universidade gaúcha, “elementos interessantes na paisagem urbana, como em casos de requalificações em edificações históricas em que é possível diferenciar o antigo e o novo”." 

"Usados com cautela e considerando sempre o entorno, é possível minimizar o efeito nocivo dos reflexos. “De acordo com a altura da edificação e a orientação solar, estudos poderiam determinar proporções de áreas de reflexão por fachada, cujos efeitos seriam minimizados ou mesmo dissipados significativamente, proporcionando habitabilidade e ambiência urbana, ou seja, qualidade de vida em nossas cidades”, explica Silva. 

Para os edifícios que já foram construídos dessa forma, uma substituição gradual dos vidros por outros de menor efeito reflexivo seria uma saída. Outra, segundo a professora da USP, seria a construção de esculturas urbanas que poderiam funcionar como anteparos em situações mais extremas de reflexão da luz solar. 

A estratégia não é eliminar os vidros das fachadas, mas desenvolver projetos que balanceiem sua quantidade com outros materiais e também sejam posicionados segundo as orientações geográficas mais adequadas do ponto de vista da iluminação natural e dos ganhos de calor com radiação solar”, esclarece Karin Marins. 

Graças ao grande número de variáveis envolvidas, os níveis de impacto, especialmente na questão do ofuscamento, costumam ser difíceis de diagnosticar, conforme aponta a professora. “Por isso, a definição sobre a quantidade de superfícies reflexivas e seu posicionamento na edificação é uma etapa extremamente relevante, que necessita ser embasada do ponto de vista teórico e utilizar o máximo de ferramentas disponíveis de forma a minimizar e, se possível, eliminar os impactos”.

fonte : www.gazetadopovo.com.br


domingo, outubro 13, 2019

Drywall X Alvenaria




Drywall

A execução é rápida, limpa e sem desperdícios – Em apenas dois a três dias, cria-se um novo ambiente, como um novo dormitório ou até um home theater. A quantidade de material movimentada é a necessária para a obra, praticamente não gerando entulho.

As paredes podem ser instaladas em qualquer posição – Como são muito leves, as paredes drywall podem ser colocadas na posição desejada, sem que isso represente qualquer esforço adicional sobre a estrutura.

A montagem é precisa – Como todos os componentes do drywall são industrializados, a sua montagem é feita com precisão dimensional e geométrica: tudo fica no prumo, no nível e no esquadro, sem desvios.

O acabamento é perfeito – A precisão também contribui para a qualidade do acabamento, proporcionando superfícies sem qualquer irrregularidade.

Ganho de espaço – Como são mais delgadas do que as paredes de alvenaria, as paredes drywall proporcionam ganho de espaço nos ambientes em que são instaladas.

O conforto acústico é superior – Os sistemas drywall proporcionam maior isolamento sonoro. As paredes mais simples, com cerca de 10 cm de espessura, têm o mesmo desempenho de uma parede de alvenaria de “meio tijolo” (com cerca de 15 cm de espessura). Para melhorar o desempenho acústico, basta aumentar o número de chapas de cada lado da parede e utilizar lã mineral em seu interior. Uma parede com duas chapas de cada lado mais lã de vidro tem desempenho muito superior ao de qualquer parede de alvenaria.

Reparos são muito simples – O conserto de um vazamento, por exemplo, é feito em muito pouco tempo. Com um serrote de ponta, recorta-se uma “janela” na parede, faz-se o conserto e, em seguida, com o mesmo pedaço de chapa recortado fecha-se a abertura, que é parafusada em dois pedaços de perfis de aço. Em seguida, faz-se o acabamento e a pintura e nem se nota onde foi feito o reparo. Em um ou dois dias, o problema está sanado.

Alvenaria

A execução é demorada e a quantidade de resíduos é grande – A criação de um novo ambiente leva de 15 a 20 dias no mínimo, gerando grande transtorno e sujeira. A movimentação de materiais é grande e cerca de 30% destes viram entulho.

As paredes podem ser instaladas em qualquer posição – Como são muito leves, as paredes drywall podem ser colocadas na posição desejada, sem que isso represente qualquer esforço adicional sobre a estrutura.
Uma nova parede só pode ser colocada em pontos determinados – O peso da alvenaria (6 a 7 vezes o peso do drywall) é um fator limitante. Por isso, uma nova parede só pode ser construída onde houver capacidade para suportar sua carga.

A montagem é precisa – Como todos os componentes do drywall são industrializados, a sua montagem é feita com precisão dimensional e geométrica: tudo fica no prumo, no nível e no esquadro, sem desvios.
A precisão depende da qualidade da mão-de-obra – Se o profissional contratado não for muito bom, o risco de executar paredes, tetos e revestimentos irregulares é muito grande – e aí, na hora de instalar um armário, por exemplo, é aquela ginástica.

O acabamento é perfeito – A precisão também contribui para a qualidade do acabamento, proporcionando superfícies sem qualquer irrregularidade.
O acabamento exige muito cuidado – O acabamento é feito em várias etapas e exige habilidade do profissional, caso contrário haverá irregularidades e trincas.

Ganho de espaço – Como são mais delgadas do que as paredes de alvenaria, as paredes drywall proporcionam ganho de espaço nos ambientes em que são instaladas.

O espaço já conhecido – Quando se substitui uma parede de alvenaria por outra em drywall é que se percebe quanto espaço pode se ganhar.

O conforto acústico é superior – Os sistemas drywall proporcionam maior isolamento sonoro. As paredes mais simples, com cerca de 10 cm de espessura, têm o mesmo desempenho de uma parede de alvenaria de “meio tijolo” (com cerca de 15 cm de espessura). Para melhorar o desempenho acústico, basta aumentar o número de chapas de cada lado da parede e utilizar lã mineral em seu interior. Uma parede com duas chapas de cada lado mais lã de vidro tem desempenho muito superior ao de qualquer parede de alvenaria.

O desempenho acústico depende principalmente da espessura da parede – Para obter o mesmo desempenho de uma parede drywall com duas chapas de cada lado e lã de vidro em seu interior, é preciso construir uma parede de alvenaria com cerca de 30 cm de espessura.

Reparos são muito simples – O conserto de um vazamento, por exemplo, é feito em muito pouco tempo. Com um serrote de ponta, recorta-se uma “janela” na parede, faz-se o conserto e, em seguida, com o mesmo pedaço de chapa recortado fecha-se a abertura, que é parafusada em dois pedaços de perfis de aço. Em seguida, faz-se o acabamento e a pintura e nem se nota onde foi feito o reparo. Em um ou dois dias, o problema está sanado. Reparos causam transtornos – O conserto de um vazamento, por exemplo, é uma fonte de imenso desprazer. Primeiro o barulho da talhadeira e da marreta arrebentando a parede para expor o cano avariado. Depois a sujeira que essa operação produz. E mais sujeira depois, quando é aplicada a massa para fechar a abertura feita na parede e, dias depois, quando é aplicada a massa fina para dar acabamento ao local. Tempo de execução: pelo menos uma semana.

quarta-feira, agosto 28, 2019

COLEÇÃO DA PORTINARI REVESTE O LAVABO TRI SUAVE



Arquiteta Marília Zimmermann estreia na CASACOR RS 2019 com ambiente funcional!







A arquiteta Marília Zimmermann participa pela primeira vez da CASACOR Rio Grande do Sul - maior e mais completa mostra de arquitetura, design de interiores e paisagismo das Américas - de 23 de julho a 08 de setembro de 2019, que acontece no imóvel do antigo Hospital da Criança Santo Antônio, em Porto Alegre. Para marcar seu debut a profissional assina o Lavabo Tri Suave. O espaço vem com uma decoração diferenciada, dividido em cinco ambientes: lounge, lavatórios, WC feminino, WC masculino e WC acessível. O tom delicado da paleta de cores em tons pastel da coleção JOY MZ, assinada por Marília para o portfólio da Portinari, dita a atmosfera capaz de encantar quem faz uso do espaço e convida ao relaxamento.

Ao entrar no lounge o visitante é surpreendido por paredes em tom verde-água, destacando o sofá modular cujo tecido personalizado em três tons acompanha a geometria do porcelanato e uma tela tensionada no teto cria uma luz difusa com efeito relaxante. Todos os elementos e detalhes ajudam a criar uma constante atmosfera delicada e suave. Os arcos no teto e nas paredes foram pintados num monocromático salmão. A composição ganha brilho com as das arandelas douradas pontuadas nos intervalos das cubas de piso. Convidando a todos a um momento de reflexão, Marília colocou um letreiro de neon com toque retrô em uma das paredes com a frase: "Que cor tem a tua paz?".

A coleção JOY MZ reveste o piso com paginação geométrica e colorida resultando em uma combinação dinâmica, interativa entre os ambientes, além de um mix de suavidade e personalidade marcante. "Queríamos que fosse mais do que um simples lavabo funcional, mas uma imersão sensorial no mundo das cores e da suavidade, numa atmosfera calma e tranquila, sem deixar de lado a homenagem à boa arquitetura, representada nos arcos, que acompanham a história da arquitetura desde os tempos antigos até os atuais", explica Marília.

Sobre a Coleção


JOY MZ by Marília Zimmermann

Inspirado em um clássico do mundo da moda, também conhecido como xadrez de losangos ou diamantes escoceses, lançamos a coleção Joy MZ, assinada pela arquiteta Marília Zimmermann. As peças compõem desenhos instantaneamente reconhecíveis graças ao seu distinto motivo de diamante.

A estampa teria aparecido em kilts e mantas usadas pelos escoceses desde o século XVII. Com a forma geométrica de losango, formado por dois triângulos equiláteros, esta coleção alegre tem a textura granulada do papel usado para pintura em aquarela, que enfatiza a intensidade e transparência das cores, com o protagonismo da água. Uma verdadeira pintura em aquarela, na superfície do porcelanato.







ServiçoCASACOR Rio Grande do Sul 2019www.casacor.abril.com.brDe: 23 de julho a 08 de setembro de 2019

Local: Antigo Hospital da Criança Santo Antônio - Av. Ceará, 1549

quinta-feira, agosto 22, 2019

Em evento do Discovery Home & Health, Drew e Jonathan Scott falaram com a imprensa e deram seis dicas práticas que vão ajudar na hora da reforma



No evento, os Irmãos à Obra falaram sobre detalhes pessoais e, ainda, deram algumas dicas para quem está pensando em reformar a casa, mas não sabe exatamente o que fazer. A reportagem do Delas esteve presente e selecionou alguns tópicos importantes que foram abordados pelos apresentadores. Confira!


1. Tenha um orçamento

Sabemos que fazer reforma pode trazer dor de cabeça aos moradores quando não for bem planejada, inclusive financeiramente. Por isso, a dica dos irmãos é ser bastante realista em relação ao orçamento. Para eles, é preciso acreditar que a casa deve facilitar a vida no dia a dia.

E como não gastar dinheiro a mais? Planejando. Os irmãos alertam que, ter um planejamento de toda a reforma, com os itens que você mais quer, ajuda a diminuir o gasto extra.

Sobre as reformas no Brasil, Drew aponta que cada país tem seu estilo de vida e isso precisa ser levado em consideração. Segundo ele, mesmo um apartamento que seja pequeno pode ter a sensação de um lar espaçoso. Com isso, a dica é investir em peças funcionais que geram armazenagem.

2. Contrate um profissional

Quando vemos uma reforma apresentada no programa, pode até parecer que derrubar paredes e todas as outras atividades feitas pelos profissionais são tarefas fáceis. No entanto, engana-se quem pensa assim. De acordo com Drew e Jonathan, o maior erro, nesse caso, é quando os moradores tentam ser os próprios empreiteiros, mas não possuem experiência.

3. Leve em consideração todos os moradores da casa

Os irmãos apontam que é importante pensar em todos que moram na casa, inclusive as crianças, que podem ajudar na tomada de decisões. Por serem muito criativas, elas podem dar uma ar diferente e alternativo para os itens de decoração. Mas, cuidado. Nem tudo que elas disserem pode ser levado a sério.

4. Não seja resistente aos diferentes tipos de materiais

Drew ressalta que, geralmente, as pessoas gostam de fazer aquilo que estão acostumadas e se apegam ao tradicional. Assim, elas podem demorar um certo tempo para testar algo novo nos próprios lares. Com isso, a dica de Jonathan é não ser tão teimoso e pensar em opções alternativas, como o drywall, muito usado nas casas reformadas pela dupla.

5. Invista em itens baratos para decoração

Sua casa não precisa de peças de decoração caríssimas para que fique linda – e o próprio Jonathan defende isso. Durante o evento da Discovery em São Paulo, o empreiteiro comentou que esse é um dos erros básicos de quem reforma . Investir em itens baratos na decoração não vai desvalorizar sua casa e ainda ajuda na economia geral do projeto. 

6. Dica ao vender a casa

De acordo com eles, muitas pessoas acreditam que para vender a casa é necessário fazer uma grande reforma, como adotar o conceito aberto. Contudo, os irmãos dizem que realizar uma boa limpeza, fazer uma pintura e reorganizar a mobília ajudam o lar a ficar mais atrativo. Todas essas medidas fazem com que os novos compradores já fiquem impressionados.

terça-feira, agosto 20, 2019

DUNELLI E CASA VOGUE COMANDAM TALK DURANTE DW!





Especial para convidados, o bate papo vai abordar o tema " New Vintage"



Para comemorar seus 40 anos, a Dunelli Casa, em parceria com a revista Casa Vogue, realiza talk com o tema 'New Vintage – Caçadores de Memórias Afetivas". O encontro acontece no showroom da marca na Alameda Gabriel Monteiro da Silva nº 2069 em sua ConcepStore com um novo conceito de morar; na próxima quarta-feira, dia 21 de agosto, durante o Design Weekend - Semana de Design de São Paulo.



A vitrine principal, com seus 60 metros quadrados, receberá uma exposição temporária, que estarão dispostos em tablados com 03 alturas diferentes. A instalação conta com 12 produtos selecionados pelos diretores de estilo da marca - Patricia Hagobian e Luiz Whitehead, com design assinado por Larissa Diegoli, Tadeu Paisan, Mauricio Bonfim, Pedro Mendes, Diogo Giacommo Tomazzi, Fabricio Roncca, e selo de Casa Vogue aposta em produtos escolhidos por Adriana Frattin, diretora de estilo da revista, que falará sobre o conceito em um Talk para arquitetos e designers. "Adicionar peças vintage na decoração é uma forma de resgatar memórias e histórias, e deixar os espaços com mais personalidade. Isso resulta em ambientes mais aconchegantes, com mais vida, trazendo aquela sensação de casa com cara de casa," finaliza a diretora.




Serviço:

Instagram: @dunelli_

DUNELLI CASA LANÇA COLEÇÃO NATURE



Marca comemora 40 anos com coleção que celebra o design minimalista








Referência em design e inovação mobiliário, a Dunelli Casa da Al Gabriel Monteiro da Silva nº 1718, apresenta nova coleção intitulada Nature. O lançamento acontece a partir de 18 de agosto, durante a Design Weekend, maior semana de design da América Latina. Os visitantes poderão apreciar os mais de 60 lançamentos, que exploram de forma equilibrada o minimalismo das linhas nas cores rochosas em tons naturais concretizando o puro design, onde a forma, limpa e simples, segue a função com máxima personalidade. O contraste com metais e uso de cerâmicas foram essenciais para compor o novo showroom. Linhos, boucles naturais e sedas fazem parte das escolhas que personalizam os ambientes e conferem aconchego.

Padrões orgânicos e metamórficos dos veios do granito, madeira e mármore resgatam a beleza nos itens e evocam um convite ao ócio com tecnologia sustentável e valorização de um produto 100% nacional.

Com projeto assinado por Patricia Hagobian e Luiz Whitehead, o showroom que conta com 30 ambientes em aproximados 800 m², recebe mobiliário assinado por: Ronald Sasson, Diogo Giacomo Tomazzi, Rejane Carvalho Leite,Mauricio Bonfim, Larissa Diegoli, Bruno Faucz, Ale Alvarenga, Ricardo Bardall e Daniela Ferro.




Serviço:

Instagram: @dunelli_

segunda-feira, agosto 19, 2019

PORTINARI APORTA EM BUENOS AIRES



Marca inaugura sua primeira "Galeria Cerâmica Portinari" fora do país

A Portinari, marca líder e referência em porcelanato no Brasil, inaugura sua primeira Galeria Cerâmica Portinarifora do país, na cidade de Buenos Aires, Argentina. A capital argentina conta com um espaço dedicado a exposição de todos os produtos do portfólio da marca, de forma simples e assertiva para o atendimento a clientes e especificadores do país. Uma das novidades showroom é a tendência do varejo Omnichannel, fazendo a integração dos canais do mundo físico e digital. O cliente pode escolher os produtos em casa, por meio do aplicativo Guia de Uso, e finalizar na galeria visualizando os produtos fisicamente e em vídeo wall. "A galeria Portinari em Buenos Aires é fruto do planejamento estratégico elaborado no final de 2015 com o objetivo primário em transformar a Argentina em um mercado potencial no Mercado Externo", comenta Márcio Colle, gerente de mercado externo da Portinari.








A execução da primeira fase do projeto foi tomando forma em meados de 2016. A etapa inicial tinha como principal objetivo direcionar os esforços comerciais e investimentos para reestruturar e ampliar o canal de revenda, estabelecer alianças estratégicas, capturar valor através do portfólio segmento alto e fortalecer a marca a nível nacional.





No Brasil, a primeira Galeria Cerâmica Portinari fica localizada em um dos principais endereços de decoração de alto padrão em São Paulo, na Av. Brasil. Assim como o espaço inaugurado em Buenos Aires, o showroom na capital paulista é dedicado ao atendimento dos especificadores, apresentando as tendências dentro do universo de revestimentos cerâmicos.
Em continuidade ao processo de expansão, em 2018, tinha como norte dar continuidade no fortalecimento da marca, implementar a galeria, desenvolver uma plataforma de relacionamento da marca com os mais renomados arquitetos do país. "A galeria é uma extensão da Portinari, mas sobretudo, é uma extensão dos escritórios dos nossos parceiros comerciais e arquitetos. Entre as diversas atividades já planejadas, destaco duas: 1) lunch and learn com arquitetos: momento dedicado para interagirmos com os principais estúdios de arquitetura do país 2) treinamentos: momento dedicado para estarmos próximos das equipes comerciais de nossos clientes e mantermos eles capacitados e atualizados. Particularmente, estou muito satisfeito com os resultados alcançados até o presente momento, há muito para fazermos e espero que a economia do país nos acompanhe", destaca Colle.



Sobre a Duratex

A Duratex S.A. é uma empresa brasileira, privada e de capital aberto, controlada pela Itaúsa – Investimentos Itaú S.A – e pela Companhia Ligna de Investimentos. Com as marcas Deca, Hydra, Duratex, Durafloor, Ceusa, Cecrisa e Portinari é considerada uma das 10 maiores empresas do mundo nos setores nos quais atua e a maior produtora de painéis de madeira industrializada e pisos, louças e metais sanitários do Hemisfério Sul, além de ser uma das maiores produtoras de revestimentos cerâmicos.

Com sede em São Paulo, possui 25 unidades industriais e florestais estrategicamente localizadas (Estados de Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo), além de três fábricas de painéis na Colômbia - Duratex Colômbia. A Duratex também é proprietária da LD Celulose, por meio de joint venture com o Grupo Lenzing e da Caetex, joint venture criada para o plantio de florestas de eucalipto em Alagoas. Suas ações estão listadas no Novo Mercado (o mais elevado padrão de Governança Corporativa) e na versão 2019/2020 da B3 - ISE.



Portinari




segunda-feira, agosto 05, 2019

FLORENSE INAUGURA LOJA CONCEITO: UMA NOVA REFERÊNCIA NO CENÁRIO ARQUITETÔNICO PAULISTANO



Crédito das fotos: Denilson Machado

Com conceito de Dror Benshetrit, espaço promete ser icônico, além de oferecer uma experiência singular ao visitante

Instalada no número 690 da Alameda Gabriel Monteiro da Silva, a flagship Florense passa a ser a principal vitrine brasileira da marca – uma das mais importantes e sólidas grifes mundiais e referência internacional em mobiliário high-end. A audaciosa loja conceito apresenta uma nova forma de atender e presenteia São Paulo, não só com um novo cartão-postal, mas também com um ambiente para contemplação, unindo natureza e arquitetura, um verdadeiro oásis em meio à cidade mais cosmopolita do Brasil.





O conceito foi criado pelo designer israelense Dror Benshetrit – em sua primeira participação dentro de um processo criativo no País –, que teve como desafio apresentar um projeto inquieto, inovador e revolucionário. Com área de 920 m², a flagship possui quatro pavimentos e é cercada por uma rica vegetação, que une folhagens, árvores frutíferas, ervas e os mais aromáticos temperos, numa experimentação única de valorização da natureza, bem ao estilo de Dror e alinhada com o projeto Houseplant, que o consagrou mundialmente.

O conceito original do projeto baseou-se na posição de liderança que a grife ocupa no mercado de mobiliário de alto padrão e em sua constante preocupação com a sustentabilidade, o que levou à implantação de quatro impactantes instalações denominadas "houseplants", posicionadas na frente da loja – e quem sabe um novo cartão-postal para a pauliceia. O conjunto de quatro torres de aço corten dá forma a uma obra etérea, que é parte escultura, parte jardim e ilustra o potencial da natureza e da arquitetura para viverem em harmonia. "A natureza nos inclui. Não é possível ver o mundo que nos cerca excluindo-nos dele. Entender a nós, humanos, como parte desta natureza nos ensina a ter um novo olhar sobre o nosso meio e também nos ensina a projetar", ressalta Dror.









Com processos industriais de alta tecnologia, ecologicamente corretos, aliados ao trabalho fatto a mano, a Florense produz um mix de móveis que contempla todos os ambientes da casa. Para conceituar o projeto, o designer teve como referência a cozinha, ambiente onde facilmente há integração da arquitetura e da natureza com o ser humano. É onde as pessoas convivem, preparam refeições e, principalmente, é o ambiente que perfuma toda a casa com uma explosão de aromas e sabores. O objetivo foi reverenciar a cozinha, as plantas, os vegetais, as ervas, que reúnem o sentimento de cuidado com o lugar que é o centro da casa. A partir disso, a loja foi concebida, não para que se parecesse com um showroom, mas que de fato lembrasse um lar, com ambientes aconchegantes e convidativos.

Sem a preocupação de seguir alguma tendência na arquitetura de interiores, Dror afirma que o conceito criado para a Florense está de acordo com algo muito em voga hoje: experiência e experimentação. "Experiências enraizadas na natureza, proporcionando às pessoas um sentido de pertencimento aos seus entornos e ao que estão vivenciando. Se pensarmos na palavra experimentação, a cozinha é a parte mais experimental da nossa casa e das nossas vidas. É um lugar de criação. Envolver essa ideia ao que fizemos aqui, revela o modo como olhamos este projeto".

Nos quatro andares da flagship, há uma casa para ser vivida e apreciada. Nela, inovações como o sistema de iluminação running magnet, importado da italiana Flos; a premiada cozinha f53, com seu design totalmente inédito; a coleção de portas divisórias Flowall, com tecnologia exclusiva Florense; a nova coleção de armários para quartos, com três sistemas de abertura e tecnologia inovadora de amortecimento por magnetismo; a inédita Smart TV; os mais novos acessórios de iluminação para cozinhas; a incrível coleção de acessórios, inspirada na alta-costura, que combina tecidos, couro e madeira; e a nova paleta de acabamentos, que amplia ainda mais as centenas de padrões já oferecidos pela marca.

Para criar e executar a decoração, a Florense convidou o designer Aldi Flosi e o Estudio Manus, de Daniela Scorza e Caio de Medeiros F., buscando alcançar a atmosfera perfeita de uma casa. Aldi utilizou elementos básicos do cotidiano, arrumados em uma geometria sugerida nos diversos armários e ambientes. São peças simples e neutras para construir uma atmosfera humanizada aproximada do uso real, aliadas aos móveis da grife, agregando ainda mais informação aos acabamentos do mobiliário. Blocos de cores, peças assinadas, obras de arte, mobília vintage e objetos que instigam a memória criam "surpresas internas" nos armários. Há elementos naturais e minerais, palha, obras de arte popular brasileira, como a escultura do artista Zé Bezerra e um banco vindo da Ilha do Ferro. Para finalizar a produção, sapatos veganos, bolsas tramadas à mão, mantas de lã e roupas de cama de linho.

O Estudio Manus optou por grandes elementos esculturais e assemblages. Flores gigantes e surrealistas aliam-se às plantas de Dror e reforçam o conceito estabelecido por ele. Daniela e Caio criaram seis instalações e um conjunto de objetos, de acordo com o inédito conceito de arquitetura e paisagismo da loja. São peças que dialogam com as proporções e materiais dos ambientes internos e com o meio circundante, respeitando a ideia de espaço criado na exuberância da natureza, em intervenções que propõem causar momentos de surpresa e reflexão com sutileza e poesia. Nessas obras, estão sempre presentes componentes da natureza. O ambiente externo e as plantas que o projeto arquitetônico exalta são replicados nas formas propostas e nos materiais utilizados nas pontuais intervenções nos espaços internos.

Os serviços oferecidos pela Florense Gabriel vão muito além de atender clientes e parceiros. "As inovações começam com um pacote de hospitalidade inédito, montado como um hotel, com serviço de gastronomia, bell boy e concierge", revela Camila Nunes Carneiro, franqueada Florense que responde pela nova loja. Todo o enxoval foi fornecido pela Hotel Plus, com peças da Riedel, Sambonet e Churchill e curadoria da Officina Três. Há também atrativos extras, como uma carta permanente de harmonização de azeites e degustação de vinhos, parceria com a Nespresso, que assinará a carta de cafés do restaurante com blends exclusivos, além de um espaço para receber no rooftop, com ampla possibilidade de ações. Um envolvimento humano que transcende o convencional para tornar-se, muito mais do que uma loja de mobiliário de alto padrão, um ponto de encontro onde o tom é o lifestyle.

O CEO da Florense, Mateus Corradi, não esconde sua satisfação com a abertura da flagship na Alameda Gabriel Monteiro da Silva – e principalmente com o projeto concebido pelo arquiteto Dror Benshetrit. "Os valores dele possuem afinidade com preceitos defendidos pela Florense desde sua fundação. Não é apenas uma loja, é um espaço que pretende traduzir o que a Florense representa no mercado da alta decoração". Corradi destaca que o conceito estabelecido por Dror transforma o endereço em uma referência absoluta na Gabriel Monteiro da Silva. "Todos sabem que a Gabriel é a Oscar Freire do segmento mobiliário. Estar nela é um sonho antigo, pela posição que a rua representa, reunindo muitos atributos que irão reforçar nossa posição no segmento mobiliário brasileiro. Os clientes terão a oportunidade de conhecer todos os itens que produzimos para todos os ambientes da casa".


Quem participa do projeto

O detalhamento do conceito criado por Dror Benshetrit para a Florense Gabriel foi realizado pela arquiteta Renata Hermanny, com curadoria de Roberto Cocenza. "O grande desafio foi traduzir a ideia num projeto executável. A loja é uma floresta urbana que Dror imaginou dentro do espaço desse terreno, com uma atmosfera toda especial, brasileira, acolhedora. A inovação do conceito está na proposta de fazer com que as pessoas se sintam acolhidas, como se estivessem em casa e não em uma loja, com ambientes dominados pela natureza", explica a arquiteta.

As houseplants e a cobertura metálica foram produzidas pela Aum Engenharia. O paisagismo, que marca a forte presença da natureza, é assinado por Gilberto Elkis. No projeto de interiores, que abrange a configuração do mobiliário nos diversos ambientes, Renata Hermanny trabalhou em parceria com o próprio Studio Florense. O projeto luminotécnico foi realizado por Maneco Quinderé, especialista da área. E a decoração ficou a cargo do designer Aldi Flosi e do Estudio Manus.








As instalações do Estudio Manus

A primeira instalação, "Grande Flor Suspensa" decora a vitrine da fachada. É uma peça de 3,20m de comprimento que ficará suspensa numa área com pé direito generoso, representando um elemento botânico composto por bulbo, brotos, sementes e folhas.

Outra instalação, "Flor Bailarina", foi colocada na entrada, recebendo os visitantes. Trata-se de uma reprodução botânica, com um metro de altura, pousada sobre uma grande coluna de madeira bruta, que representa a matéria-prima usada na origem da Florense. No mesmo ambiente, uma antiga pintura a óleo de uma bucólica paisagem rural, também como referência às florestas e montanhas do Sul.

Uma grande estante de 6,7m de altura recebeu a instalação "Livros e Garrafas". Usando meia tonelada de argila, em cinco tons naturais, a estante é ocupada com blocos modelados à mão, sugerindo uma biblioteca, com cada livro num formato único.

O "Laboratório Vivo", obra composta de um conjunto de grandes vidros de laboratório com formatos inusitados agrupados numa grande assemblage e conexões de tubos de vidro, decora o tampo de uma grande mesa.

Em um nicho no patamar da escada, foi inserida a instalação "Coleção de Bichos Pau", criada em parceria com o artista pernambucano Márcio Lira, representando uma coleção de insetos feita com gravetos coletados no sertão nordestino.

Para o vão existente entre um dos quartos e um corredor com mobiliário de banheiro, foi criada uma peça aérea que flutua sobre uma mesa de cabeceira, chamada "Natureza Inversa", representando a transformação da natureza pelo homem. Complementa essa área uma assemblage colocada no chão junto ao vão, em posição oposta ao elemento suspenso. As mesas do bistrô Florense são decoradas por um conjunto de vasos, usando blocos de pinho maciço bruto e natural, agregando tubos de vidro para ervas e flores.



FLAGSHIP FLORENSE

Alameda Gabriel Monteiro da Silva, 690 – São Paulo

@florensegabriel




FICHA TÉCNICA:


Conceito: Dror Benshetrit
Execução do projeto: Renata Hermanny com Studio Florense (interiores)
Curadoria arquitetônica: Roberto Cocenza
Produção artística de interiores: Aldi Flosi e Estudio Manus
Paisagismo: Gilberto Elkis
Iluminação: Maneco Quinderé
Produção das houseplants e cobertura metálica: Aum Engenharia


SOBRE A FLORENSE

A Florense é uma empresa brasileira com raízes italianas, design internacional e processos produtivos ecologicamente corretos, onde tecnologia de ponta e trabalho artesanal vibram na mesma sintonia para gerar móveis de finíssimo acabamento.

A empresa domina todos os processos industriais, operando pelo sistema custom made e personalizando cada projeto com grande flexibilidade de medidas, variedade de materiais nobres e centenas de padrões de acabamentos. A cultura do fatto a mano, mantida desde sua fundação, em 1953, contribui para tornar cada projeto realmente único.

Uma empresa autoral, que desenvolve tecnologia exclusiva, inovando sempre, para oferecer o que há de melhor em mobiliário no mundo. A excelência nos serviços prestados por uma rede franqueada que cobre todo o Brasil e tem forte presença nos Estados Unidos e na América Latina complementa a qualidade dos produtos.

Tudo isso consolida a marca entre os players mundiais e justifica a credibilidade adquirida junto ao segmento da alta decoração.


Anexos

CONCURSO "EXPRESSÃO PORTINARI 2019" – VENCEDOR CATEGORIA BANHEIRO



CONCURSO "EXPRESSÃO PORTINARI 2019" – VENCEDOR CATEGORIA BANHEIRO




Um banheiro sofisticado. Foi com essa proposta que a arquiteta Érica Salguero venceu na categoria Residencial Banheiro, a 2ª edição do concurso Expressão Portinari – com o tema Mostre a emoção presente em cada traço. Funcional, prático e com distribuição inteligente entre os elementos, as paredes do espaço foram revestidas com a coleção Onice, produzido com a tecnologia Tech Crystal - técnica que proporciona aos porcelanatos vantagens exclusivas, como mais nitidez e brilho.

Érica imprimiu harmonia, soluções inteligentes, sofisticação e funcionalidade na totalidade do espaço para chegar ao banheiro dos sonhos. A as peças Onice BK com acabamento polido, reveste as paredes em perfeita combinação com o com os móveis brancos, resultando na clássica e elegante combinação preto e branco. O toque da cor red gold usada nos metais traz ao ambiente modernidade e ousadia. Intimista e repleto de personalidade, definitivamente, quem não gostaria de ter um banheiro assim para chamar de seu?

Sobre o concurso

A 2ª edição do Concurso Expressão Portinari teve como jurados os jornalistas do trade de arquitetura e decoração dos principais veículos do país: Thais Lauton, diretora de redação da revista Casa e Jardim; Ricardo Gaioso, jornalista e diretor criativo da Agência Timbre, Allex Colontonio e André Rodrigues, jornalistas e diretores criativos do Decornautas; Sandra Leise, publisher das revistas Casa&Mercado e Decorar e Marcelo Lima, arquiteto, jornalista e crítico de design.


Fique atento para a 3ª edição do concurso Expressão Portinari. Para acompanhar as novidades, nos siga no @ceramicaportinari e até 2020.




Categoria: Residencial Banheiro
Arquiteta: Érica Salguero
Escritório: Érica Salguero Arquitetura e Decoração
Cidade: São Paulo/SP
Crédito da imagem: Renato Navarro
Produto: Onice BK POL

Sobre a coleção

Onice

Há pedras que exercem verdadeiro fascínio sobre as pessoas. Assim é a pedra ônix reproduzida nesta coleção. Na superfície, o visual de camadas da estrutura cristalina da pedra, com profundidade e efeitos causados pelos diferentes tons. Um verdadeiro tesouro descoberto, que, assim como toda pedra preciosa, guarda a lembrança de momentos especiais e irradia exuberância.



A coleção Onice pode ser encontrada nas cores: Onice OFW, Onice AL e Onice BK (60x120)


Obrigado Barbara Fernandes pelo material de divulgação.